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A Casa dos Krull

de Georges Simenon
Editor: Cavalo de Ferro, outubro de 2025 ‧
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Os Krull são uma família de imigrantes alemães que vive há gerações na última casa junto ao canal de uma localidade do interior de França. Procuram manter-se discretos e integrar-se, vão ao templo ao domingo, ganham a vida com a sua pequena mercearia, o filho estuda Medicina, mas aos olhos da vizinhança continuam estrangeiros, merecendo tão-só desconfiança e hostilidade.

À medida que o cerco à família aperta quando um terrível crime abala a comunidade, os Krull têm eles próprios de lidar com um hóspede inesperado, de intolerável estranheza e conduta, também ele estrangeiro aos seus olhos, o jovem primo Hans, o verdadeiro Krull da Alemanha.

Roman dur sombriamente profético sobre a intolerância e o medo, a culpa e a vergonha, escrito num crescendo magistral de tensão, A Casa dos Krull foi publicado em 1939, em vésperas da Segunda Guerra Mundial.

«Uma obra-prima sombria. Um estudo calmo, quase tímido, mas aterrador, sobre o ódio racial e a histeria coletiva.»
The Guardian

A Casa dos Krull

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895836512
Editor: Cavalo de Ferro
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 226 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895836512

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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