A Carbonária em Portugal 1897-1910
2ª Edição
Editor:
Livros Horizonte, março de 2008 ‧
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SINOPSE
Depois do sucesso da primeira, esta é a segunda edição de uma obra que promete esgotar: "A Carbonária e Portugal". Apesar da dificuldade inerente à investigação acerca das organizações secretas, António Ventura obteve acesso a documentos e informação inédita que nos dá a conhecer um pouco dos meandros e da realidade da Carbonária em Portugal entre 1897 e 1910. As organizações em estudo são a Carbonária Portuguesa e a Carbonária Lusitana. Ambas com ligações à Maçonaria com um papel forte na queda do regime monárquico.
O estudo das organizações secretas está limitado pelo seu carácter reservado, pela quase inacessibilidade ou inexistência de documentos que nos permitam olhá-las como simples objecto de investigação. E, se não é fácil escrever sobre a Maçonaria, ainda é mais difícil estudar a complexa trama de sociedades secretas que, inspirando-se nela, no plano formal, tinham objectivos diferentes, situando-se até em pólos diametralmente opostos.
Uma dessas organizações foi a Carbonária, que terá nascido em Nápoles, em plena Restauração, fundada por Pierre Joseph Briot, antigo conselheiro de Joaquim Mura, e que fizera parte da Associação dos Bons-Primos Carbonários, possivelmente com ligações ao iluminismo bávaro e à Maçonaria. Fortemente implantada em Itália e em França, a Carbonária arregimentou elementos descontentes com o rumo da Europa depois do Congresso de Viena.
Em Portugal, é assinalada a existência de uma organização carbonária no início da década de trinta do século XIX, possivelmente com origem em emigrados liberais refugiados em Paris. Intermitentemente, ao longo da centúria de oitocentos, surgem referências mais ou menos difusas à existência da Carbonária, nas décadas de quarenta e cinquenta, tendo como centro irradiador a cidade de Coimbra.
Esta obra é resultado de um estudo inédito sobre duas organizações carbonárias, ambas fundadas no século XIX, e que tiveram um papel determinante na preparação do advento da República: a Carbonária Portuguesa e a Carbonária Lusitana.
O estudo das organizações secretas está limitado pelo seu carácter reservado, pela quase inacessibilidade ou inexistência de documentos que nos permitam olhá-las como simples objecto de investigação. E, se não é fácil escrever sobre a Maçonaria, ainda é mais difícil estudar a complexa trama de sociedades secretas que, inspirando-se nela, no plano formal, tinham objectivos diferentes, situando-se até em pólos diametralmente opostos.
Uma dessas organizações foi a Carbonária, que terá nascido em Nápoles, em plena Restauração, fundada por Pierre Joseph Briot, antigo conselheiro de Joaquim Mura, e que fizera parte da Associação dos Bons-Primos Carbonários, possivelmente com ligações ao iluminismo bávaro e à Maçonaria. Fortemente implantada em Itália e em França, a Carbonária arregimentou elementos descontentes com o rumo da Europa depois do Congresso de Viena.
Em Portugal, é assinalada a existência de uma organização carbonária no início da década de trinta do século XIX, possivelmente com origem em emigrados liberais refugiados em Paris. Intermitentemente, ao longo da centúria de oitocentos, surgem referências mais ou menos difusas à existência da Carbonária, nas décadas de quarenta e cinquenta, tendo como centro irradiador a cidade de Coimbra.
Esta obra é resultado de um estudo inédito sobre duas organizações carbonárias, ambas fundadas no século XIX, e que tiveram um papel determinante na preparação do advento da República: a Carbonária Portuguesa e a Carbonária Lusitana.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722415873 |
| Editor: | Livros Horizonte |
| Data de Lançamento: | março de 2008 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 248 x 171 x 5 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 102 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789722415873 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Carbonária, Braço armado da Maçonaria
Nuno Pereira
Este livro "sabe a pouco" porque pouca é a informação oficial e comprovada sobre a Carbonária. Não deixa, por isso, de ser o mais completo no mercado.
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