adicionar à lista de desejos
A Cantiga Só é Arma Quando a Luta Acompanhar!
Canção e política na Revolução dos Cravos (1974-1976)
Editor:
Edições Afrontamento, julho de 2025 ‧
ver detalhes do produto
18,00€
10% DESCONTO
IMEDIATO
YUhwUk5XSmpXbUZTY0UxNlRYUTJibVZzUTBwRVNHeEVRbXh1SzNWVlEyZHpUVzlUV201S2RrZGtNSEpGWjJWdVdpczJSVGREYjNKRVJubHRhbkJFVTFCVmQyNDNNMDUzWkdsWlRtMUJaME5JZVhOVlptd3hkakIzT0hKbmFVMUdURWQzWlhKcU9Fa3haRzVYY25aWWJGaFVVR2hMYzBjclpVRnZWRnA0UzBkaFJXaFVWVGtyTW10UVJqVnBlRVpuVTFBeFNtOUhLelpRUnpSRVRVMWpNWEptZFhkTGVIQXphaTluTVRBNFdWTTRLM3A1WlZjeWIybHlVVXNyUWtGRFJuVlRVMFZ6T1RCSlpERmFXVmRzZVU1aGVDdDRhVFZFYUVwS2NTOXphMUpRYWt3NFFsZDFLMmxwVW5kM1NrMTNlVWQxVjFKclpYTllOSE5PWm5KbWRVdHhhM3B6VUV4R2NUQXllRE53YVZkbVFVSkhhRlJVV2tvd1NXUXhhbk5ZUmtSbU1GbFFjMk5ZU200NFQzSnZZaXQyY0ZZNFpqRlBka3hSUkhJMWJXTktXVkJPTld0TVVFaFJUMUkyYkRKQ2NFaDBMMHhUUms5SlZUSjNXaTlqWTFsSlFVcEdhV3BIYTNabmFHa3JZbXhYT0d4MWIzZHhRWGx0UkNzM1dXTXhTRk0zV21JM1EzQkhWM001VkRsRmFFZEVWWEF6Y0RKaVRWQkNha2xIWW1KQlJqTnRlRWg2YTNReVkwcHFjREZqTmxwNlNsaElXbXBrUkROQmVqaENUM0phTjNwc0syWlFVVmx1TUZnNE1GSm5TM3BJYjNkbllrOTViVzk1WTJoV1NDOUNlR1pzYkdoQlVHNURTekpZSzFWd1oxTmtTbmhqWm14U1NuZEVXV2Q2TlU5cWNsSm1kRUpOZDIxeGRGUTJVVlE0V1c5VWVscGxNREp1V1RkTUsyZENVVlUxTjA4cmJFaEJjVUpQZUVOdFVqTTRkbVZTWnpGcGVXWmlZbWRQUWxaSlNEaG9OV3RRY0ZwdlVHeFhabEl2VEZGdFp6MDk6SVVhcWdaZlBaY1ZvT2Q1MnpNdDNOdz09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
Após décadas de censura e de restrições à liberdade de expressão, o 25 de Abril de 1974 abriu as portas às canções proibidas.
Os músicos e cantores que se haviam destacado pela elaboração de repertórios de crítica e de protesto contra o regime ditatorial deposto passaram a ocupar o espaço público e mediático, com um renovado estatuto e papel interventivo. Ao longo do período revolucionário e de transição democrática, a urgência por profundas transformações das realidades sociais, culturais e políticas leva-os a percorrer todo o país.
Atuam em aldeias, fábricas e quartéis, profundamente envolvidos no apoio ao amplo e efusivo movimento popular, organizado em comissões de trabalhadores e de moradores, assembleias populares, cooperativas e associações artísticas e culturais, exercendo a sua atividade na órbita de várias organizações, sindicatos e partidos de esquerda que então proliferam na cena política portuguesa.
Neste contexto, as canções foram uma ferramenta essencial de transmissão, discussão e reflexão sobre a situação política.
Neste livro, são analisadas as práticas inerentes à atividade musical destes agentes em articulação com os posicionamentos políticos e afinidade ideológica com as várias esquerdas, sobretudo do Partido Comunista Português e de partidos e organizações de esquerda radical.
Através da análise dos percursos, motivações e ideários políticos de vários intervenientes, são discutidas diferentes perspetivas para a transformação e valorização das expressões artísticas de cultura popular, alinhadas com a defesa de valores revolucionários.
Os músicos e cantores que se haviam destacado pela elaboração de repertórios de crítica e de protesto contra o regime ditatorial deposto passaram a ocupar o espaço público e mediático, com um renovado estatuto e papel interventivo. Ao longo do período revolucionário e de transição democrática, a urgência por profundas transformações das realidades sociais, culturais e políticas leva-os a percorrer todo o país.
Atuam em aldeias, fábricas e quartéis, profundamente envolvidos no apoio ao amplo e efusivo movimento popular, organizado em comissões de trabalhadores e de moradores, assembleias populares, cooperativas e associações artísticas e culturais, exercendo a sua atividade na órbita de várias organizações, sindicatos e partidos de esquerda que então proliferam na cena política portuguesa.
Neste contexto, as canções foram uma ferramenta essencial de transmissão, discussão e reflexão sobre a situação política.
Neste livro, são analisadas as práticas inerentes à atividade musical destes agentes em articulação com os posicionamentos políticos e afinidade ideológica com as várias esquerdas, sobretudo do Partido Comunista Português e de partidos e organizações de esquerda radical.
Através da análise dos percursos, motivações e ideários políticos de vários intervenientes, são discutidas diferentes perspetivas para a transformação e valorização das expressões artísticas de cultura popular, alinhadas com a defesa de valores revolucionários.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789723621310 |
| Editor: | Edições Afrontamento |
| Data de Lançamento: | julho de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 169 x 243 x 22 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 376 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789723621310 |
-
10%José Mário BrancoTinta da China22,41€
24,90€portes grátis
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%A Atualidade do Pensamento de Durkheim no Século XXIEdições Universitárias Lusófonas18,00€
20,00€portes grátis -
10%Pequenas e Médias Empresas e seus EmpresáriosEdições Afrontamento13,50€
15,00€