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A Benção

de Nancy Mitford
Editor: Cotovia, novembro de 2008 ‧
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Não é só para a ama que é difícil a mudança para Paris, quando Grace e o seu pequeno filho Sigi — a bênção — podem finalmente juntar-se ao espampanante e cobiçado aristocrata Charles-Edouard, com quem Grace casou.

Uma inglesa, ainda que aristocrata e bonita, está completamente fora de água numa sociedade chiquérrima e muito dada ao mexerico e ao pedigree, onde abundam mulheres impecavelmente vestidas, penteadas e perfumadas, educadas na conversa de salão e devotas do adultério, essa actividade tão eficaz contra o tédio da riqueza, e tão continental.

Um mundo de contrastes maravilhoso, num romance que é Nancy Mitford vintage.

A Benção

de Nancy Mitford

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727952441
Editor: Cotovia
Data de Lançamento: novembro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 217 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789727952441

Um livro divertidíssimo

Tiago Picão de Abreu

Com uma malícia caracteristicamente divertida, Nancy Mitford mistura uma comédia de costumes com o choque cultural, enquanto Grace Allingham, uma ingénua rosa inglesa, casa-se por impulso com Charles-Edouard de Valhubert, um nobre francês com todo o charme e decadência da sua classe. Ambos são enganados, no entanto, pelo seu filho Sigismonde - a Bênção a que alude o título - um jovem Maquiavel que mistura a astúcia galega com o rigor saxão para se tornar um dos personagens mais memoráveis de Mitford.

SOBRE O AUTOR

Nancy Mitford

Nancy Mitford nasceu em Londres em 1904, no seio de uma família aristocrata. Prosadora de rara elegância e malícia, a mais famosa das famosas irmãs Mitford (as "mad, mad Mitfords", como eram conhecidas na época) que escandalizaram a sociedade britânica nos anos 30 e 40 e mantinham contacto com gente como Winston Churchill ou Adolf Hitler, Nancy Mitford descreve a vida das classes altas inglesas e francesas num período que antecede e depois abrange a Segunda Grande Guerra; um universo de casas senhoriais geladas, de fidalgas, de lordes desavindos, de existências geridas pelo calendário das caçadas e dos debutes, de casamentos para a vida e amores de curta duração.
Aquela que já foi considerada a Jane Austen do século XX, socialista numa família apoiante da British Union of Fascists, morreu em 1973, em Versalhes. É hoje uma autora de culto.

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