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A Arte de Aprender

Como usar bem o cérebro que temos

de Stanislas Dehaene
Editor: Gradiva, outubro de 2025 ‧
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O cérebro humano é um órgão extraordinário capaz de se transformar através da experiência e de reunir talentos que nos tornam únicos enquanto espécie: a linguagem, a leitura, a matemática, a criação artística. A sua faculdade mais surpreendente é, sem dúvida, a de aprender, uma qualidade que nos permite não só adaptarmo-nos às circunstâncias, mas também lançarmo-nos com entusiasmo em busca do desconhecido.

Reunindo contributos da neurociência, da psicologia cognitiva, das ciências da computação e da pedagogia, A Arte de Aprender explora detalhadamente o mecanismo da aprendizagem e os seus fundamentos biológicos: Quais são os processos neuronais realmente envolvidos? Porque é que a infância e a juventude são períodos da vida tão permeáveis? Podemos continuar a aprender ao longo das nossas vidas? O que é conhecimento inato e o que é o conhecimento adquirido? Somos todos iguais quando se trata de aprender? Qual o papel da memória e da atenção? Qual o papel da nutrição, do sono e da atividade física no desenvolvimento? Qual a função do erro?

«Este livro é um recurso valioso para qualquer pessoa interessada em processos cognitivos e na melhoria dos métodos de aprendizagem.»
L’Atcualitté

A Arte de Aprender

Como usar bem o cérebro que temos

de Stanislas Dehaene

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897853890
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 231 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Exatas e Naturais > Outras Ciências
EAN: 9789897853890

SOBRE O AUTOR

Stanislas Dehaene

Stanislas Dehaene ocupa a Cátedra de Psicologia Cognitiva Experimental no Collége de France, em Paris. Dirige a Unidade de Neuroimagiologia Cognitiva INSERM-CEA no NeuroSpin, em Saclay e o centro de investigação avançada em imagiologia cerebral em França. Considerado um dos neurocientistas mais proeminentes da Europa é conhecido pelos seus estudos pioneiros sobre o «sentido numérico». É também especialista em leitura e descobriu a função da «área visual da forma das palavras». Com a sua mulher, Ghislaine Dehaene-Lambertz, fez descobertas fundamentais sobre a organização cerebral dos bebés no âmbito da linguagem e sobre a forma como a educação em matemática, leitura e bilinguismo molda o cérebro humano.

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