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365 Fois 77,8

de James
idioma: francês
Editor: SIX PIEDS SOUS TERRE, setembro de 2012 ‧
15,78€
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Dans la lignée de Comme un lundi, son précédent opus dans la même collection, James continue d'explorer, avec 365 fois 77,8 (soit la vie d'un homme), une veine humoristique humaniste et plus philosophique que dans ses autres travaux, souvent plus acerbe (Dans mon open space chez Dargaud) ou plus critique (Les mauvaises humeurs de James et la Tête x, Pathetik, chez 6 Pieds sous terre). Humaniste mais un peu désespéré parfois, usant de métaphores ou de situations vues et vécues pour raconter, sous formes de courtes histoires, des fables sur le tragique et l'espoir de la communication entre les gens, des bonnes intentions qui se croisent sans toujours se rencontrer, des petits mensonges qu'on fini par aimer, du temps qui passe et des sentiments qui nous travaillent. Des choses certes banales mais universelles que, justement, la plume de cet auteur hyper doué recontextualise, les fait ainsi exploser dans notre esprit, vêtues d'une apparente simplicité.

365 Fois 77,8

de James

Propriedade Descrição
ISBN: 9782352120919
Editor: SIX PIEDS SOUS TERRE
Data de Lançamento: setembro de 2012
Idioma: Francês
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: Folio Classique
Classificação Temática: Livros em Francês > Banda Desenhada > Outros
EAN: 9782352120919

SOBRE O AUTOR

James

James é uma banda britânica de rock alternativo formada em Manchester, Inglaterra, em 1982. Conhecida por sua longevidade, criatividade e capacidade de se reinventar ao longo das décadas, James tem uma base de fãs leal e uma série de sucessos que atravessam gerações. A formação clássica da banda inclui Tim Booth (vocalista), Jim Glennie (baixista), Larry Gott (guitarrista), Saul Davies (guitarrista e violinista), David Baynton-Power (baterista) e Mark Hunter (tecladista).

A banda começou sua carreira no início dos anos 1980, inserindo-se na cena pós-punk e indie de Manchester. Inicialmente, James chamou a atenção com seus shows ao vivo energéticos e com a excentricidade de Tim Booth como frontman, cujas performances eram conhecidas pela intensidade e teatralidade. O seu primeiro lançamento significativo foi o EP Jimone em 1983, seguido pelo EP James II em 1985, ambos lançados pela Factory Records, que também tinha em seu catálogo bandas como Joy Division e New Order.

James alcançou um sucesso considerável pela primeira vez com o seu álbum Gold Mother em 1990, que incluía os singles "Come Home," "How Was It for You?," e a icónica "Sit Down." "Sit Down" tornou-se uma das canções mais emblemáticas da banda e um hino de união para os seus fãs, alcançando o segundo lugar nas paradas do Reino Unido quando foi relançada em 1991. A música, com seu refrão cativante e mensagem inclusiva, continua a ser uma das favoritas nos concertos da banda.

Durante os anos 1990, James continuou a evoluir musicalmente e a experimentar com diferentes estilos. O álbum Seven (1992) foi um sucesso comercial e consolidou o estatuto da banda como uma das principais forças do rock britânico. Singles como "Born of Frustration" e "Sound" destacaram a capacidade da banda de combinar letras introspectivas com uma instrumentação rica e expansiva.

O sucesso de James continuou com o lançamento de Laid em 1993, um dos álbuns mais bem-sucedidos e aclamados pela crítica da banda. Produzido por Brian Eno, Laid trouxe um som mais íntimo e melódico, com a faixa-título "Laid" tornando-se um grande sucesso tanto no Reino Unido quanto nos Estados Unidos, onde a banda começou a ganhar maior popularidade.

Seguindo o lançamento de Laid, James continuou a colaborar com Brian Eno no álbum Wah Wah (1994), um projeto mais experimental que explorou sons ambientes e improvisações. Embora não tenha alcançado o mesmo sucesso comercial dos seus antecessores, Wah Wah demonstrou a disposição da banda de tomar riscos criativos.

Após um breve hiato no final dos anos 1990, durante o qual Tim Booth deixou temporariamente a banda para se concentrar em projetos solo, James voltou com o álbum Millionaires em 1999, que trouxe de volta o som mais grandioso e pop da banda. Embora tenha recebido críticas mistas, o álbum incluiu faixas memoráveis como "Just Like Fred Astaire."

Em 2001, James lançou Pleased to Meet You, mais uma vez produzido por Brian Eno, antes de a banda entrar em um hiato prolongado. Durante este período, Tim Booth concentrou-se em sua carreira a solo, enquanto outros membros seguiram projetos paralelos.

James reuniu-se em 2007, com a formação clássica, e lançou o álbum Hey Ma em 2008. O álbum foi bem recebido pela crítica e pelos fãs, destacando-se por seu som maduro e letras que abordavam temas contemporâneos como a guerra e a perda.

Desde o seu regresso, James continuou a lançar novos álbuns e a fazer digressões mundiais, mantendo uma base de fãs leal e expandindo sua discografia com lançamentos como The Morning After the Night Before (2010), La Petite Mort (2014), Girl at the End of the World (2016) e Living in Extraordinary Times (2018). Cada álbum mostra a evolução contínua da banda, que continua a explorar novos territórios musicais enquanto se mantém fiel à sua essência.

James é conhecida não apenas pelos seus álbuns, mas também pelas suas performances ao vivo, que são celebradas pela energia e interação com o público. A capacidade da banda de se reinventar e de se conectar com novas gerações de fãs é um testemunho da sua resiliência e relevância contínua na cena musical.

Com uma carreira que abrange várias décadas, James continua a ser uma das bandas mais respeitadas e admiradas do rock britânico, com uma discografia rica e uma legião de fãs dedicados em todo o mundo. O legado da banda está marcado por sua habilidade de criar músicas que falam diretamente à experiência humana, combinando introspecção lírica com melodias cativantes e uma energia imbatível no palco.

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