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25 de Abril de 74

de Jean Marie del Moral
Editor: Levoir, maio de 2024 ‧
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A revista l’Humanité Dimanche quer uma reportagem sobre a nova situação sociopolítica do país. Um dia, em novembro de 1974, Jean Marie del Moral e a jornalista Martine Monod chegam a Lisboa. Não conhecem Portugal. Em cinco dias visitam os barracos da Curraleira, entram em escolas, fábricas, assistem a reuniões, descobrem as planícies do Alentejo onde os agricultores continuam sob o jugo dos latifundiários.

Lisboa é tão bela que se perdem nas suas colinas, andam pelas ruas estreitas de Alfama, com duas Nikon’s, uma de 24mm e outra de 135mm. Nos olhares trocados com os lisboetas nota muitas dúvidas, alegria, esperança e, acima de tudo, dignidade...

As imagens inéditas deste livro estiveram guardadas durante 50 anos. Apoiado com pela RTP com forte campanha publicitária.

25 de Abril de 74

de Jean Marie del Moral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896829841
Editor: Levoir
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 217 x 279 x 12 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789896829841

Boas fotos

João Manuel Duarte

Boas fotos que estiveram inéditas durante 50 anos, tiradas por uma fotógrafo franco- espanhol sobre o 25 de abril de 1974.

Excepcionais fotografias Lisboa e Alentejo 1974

Silvia Molina

A beleza do olhar do fotógrafo franco-espanhol Jean Marie del Moral sobre a Lisboa e o Alentejo de 1974 respira nestas fotografias.,Enviado pelo jornal francês l´Humanité, o fotógrafo acompanhou o Presidente do Partido Comunista francês para um comício com o Partido Comunista português. As fotografias ficaram arquivadas durante 50 ano, uma maravilha e um documento patrimonial. Adorei!

SOBRE O AUTOR

Jean Marie del Moral

Filho de pais espanhóis exilados após a Guerra Civil, trabalha como fotógrafo desde os 14 anos. Foi assistente no departamento de fotografia de uma empresa de aeronáutica, aprendendo técnicas de estúdio como a iluminação artificial e o trabalho de laboratório.
Em 1973, integra a equipa do jornal comunista francês L'Humanité como fotógrafo, realizando reportagens de interesse social, como a cobertura da Revolução dos Cravos (Portugal, 1974).
Trabalhou como fotógrafo no documentário dos Jogos Olímpicos de Montreal de 1976. De regresso à Europa em 1977, colaborou com várias revistas e fotografou Joan Miró para uma reportagem sobre os intelectuais espanhóis após a morte de Franco.
Colaborador da Vogue, Madame Figaro, El País Semanal, Matador e Travel and Leisure, entre outras publicações, o seu trabalho foi exposto no Les Rencontres d'Arles (1988) e em museus como o Museu da Cidade de Lisboa (2004), entre muitos outros pelo mundo.

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