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Vida e Andanças de Alexis Zorbás

by Nikos Kazantzakis
Book eBook
Publisher: Edições 70, November of 2022 ‧
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Zorbás é uma das criações mais inesquecíveis da literatura - uma personagem da estatura de um Falstaff ou de um Sancho Pança.

A sua idade avançada não diminuiu o entusiasmo e o deslumbramento com que acolhe tudo o que a vida lhe traz, esteja ele a trabalhar na mina, a confrontar os monges loucos de um mosteiro na montanha, a embelezar as histórias da sua vida ou a fazer amor para evitar o pecado.

Zorbás conhece todas as alegrias e tristezas da vida, e através do seu exemplo, o narrador alcança uma compreensão genuína do que significa ser humano. Para seu deslumbramento e embaraço.

Vida e Andanças de Alexis Zorbás

by Nikos Kazantzakis

Property Description
ISBN: 9789724426495
Publisher: Edições 70
Release Date: November of 2022
Language: Portuguese
Dimensions: 156 x 236 x 26 mm
Cover: Softcover
Pages: 384
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789724426495

Carpe diem

José C.

Este livro é uma narrativa viçosa que nos aconselha a viver a nossa vida ao máximo. Lembra-nos que existe mundo muito para além das nossas zonas de conforto e das nossas pequenas tragédias. Segundo Zorbás, a vida é para ser experimentada e vivida, erros incluídos e não simplesmente estudada / analisada ao longe.

Um manual de vida!

RR

O narrador apresenta-nos Alexis Zorbás que na sua simplicidade, nos mostra a essência da vida. Este na sua convivência com o narrador e de forma completamente natural e desinteressada, mostra outro sentido da vida e molda algumas das suas percepções e comportamentos. Da mesma forma que o faz ao narrador vai fazendo também ao leitor, sendo esse o ponto mais interessante do livro. Obra com alguns anos, mas intemporal.

O Bom Demónio

Rui Gonçalo

Zorba , um homem de 65 anos para quem a vontade de devorar o mundo é razão suficiente para tudo, a quem o santouri e o pão com azeite e azeitonas basta, vê cada dia todas as coisas pela primeira vez, vive sem a "intervenção deformante da razão" ele dança quando não as palavras não entendem o Diabo que há nele nos seus acessos compulsivos loquazes por uma necessidade de se expressar que acontece num campo mais aberto como o dos sentidos, arte, poesia (quando a linha do entendimento passa a da razão). "Alma larga, corpo seguro, grito livre". Por oposição ao narrador a quem aquele chama de chefe. É um culto, teórico, dado à lógica, à razão, encerra os ideais helenístico e portanto desiludido timorato com falta de ânimo que quando conhece Zorba acerba-se-lhe uma crise de identidade já pevalente e vê de forma transparente a inutilidade do seu percurso da sua vida presa a convenções. Decide pôr de parte os livros e contratar Zorba para a exploração de uma minha de lenhite em Creta e ser seu cozinheiro pessoal. O fascínio do narrador por Zorbás de seus modos pueris é comovente e deixará qualquer leitor, que muito porvavemente será alguém com perfil idêntico a este primeiro e o autor sabe disso, inquieto e decididamente perturbado para quem o sossego de uma dialética profusa vai abatendo demónios primordiais vivos em nós muito antes desta existir por opisição à cupidez de um espírito verdadeiramento livre refletido nos atos.

Zorba, o Grego

AJMCS

Um clássico da literatura que nos dá a conhecer a extraordinária figura de Alexis Zorba e a sua visão do mundo. Em inúmeros diálogos ao longo do livro, Zorba apresenta a sua conceção da vida dionisíaca o que contrasta com a visão do seu interlocutor mais cerebral e timorata. Por fim, saudar ainda o facto de a tradução ser feita a partir do grego.

ABOUT THE AUTHOR

Nikos Kazantzakis

Nikos Kazantzakis (1883-1957) é o maior escritor da Grécia moderna. Escreveu romances, poemas, ensaios, livros de viagens e peças de teatro. Mas mais do que erudito, foi um homem de ação. Alistou-se como voluntário no Exército Grego durante a guerra dos Balcãs, viajou pela Europa e pela Ásia, empenhando-se em causas e combatendo ao lado das fações que apoiava. No seu epitáfio lê-se: «Não tenho nenhuma esperança. Não tenho medo de nada. Sou livre.»

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