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Viagens e Comentários

De um tempo sem tempo

by Otilina Silva
Publisher: Edições Colibri, March of 2020 ‧
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Neste livro, a autora lembra-nos, que todos somos protagonistas sociais e que cada um de nós usufrui dos seus próprios dons. Sabemos, também, que os mesmos podem beneficiar o Ego ou melhorar a sociedade.

Ao nascer, temos uma espécie de passaporte válido para um espaço e para um tempo, mas o facto de desconhecermos o tempo, durante o qual a nossa credencial é válida, impõe que façamos do trajecto da vida, algo que a dignifique, dado o desconhecimento total de uma viagem sem regresso.

A arte é algo que se utiliza, de uma forma específica, como meio de comunicação com o exterior. O artista recria a realidade e interpreta-a, através da sua imaginação. É nesse modo inovador que o homem imita, cria, fabrica e constrói formas que se realizam como meio de comunicar pelo gesto ou pela palavra.

Da sua criação, fazem parte: o sensível e o inteligível, o real e o imaginário, o concreto e o abstracto, o material e o sobrenatural, a palavra e o silêncio, o sagrado e o profano, o singular e o colectivo, o mítico e o racional, o divino e o humano, ou seja, a vida em toda a sua totalidade.

Viagens e Comentários

De um tempo sem tempo

by Otilina Silva

Property Description
ISBN: 9789896899394
Publisher: Edições Colibri
Release Date: March of 2020
Language: Portuguese
Dimensions: 158 x 228 x 17 mm
Cover: Softcover
Pages: 314
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Memories and Testimonies
EAN: 9789896899394

ABOUT THE AUTHOR

Otilina Silva

Otilina Silva nasceu em maio de 1933. Casou com Higino Curado dos Santos, aos 17 anos, e chegou a São Tomé a 23 de dezembro de 1950.
Deu nas vistas, ao medir metros de riscado ao balcão de uma loja que também vendia vinho e peixe-seco. Uma baixa de estatuto para a sociedade da época.
Apesar das críticas, Otilina utilizou os conhecimentos adquiridos no liceu (o francês e o inglês) para a importação de artigos estrangeiros. Alguns anos depois, a casa Higino, um estabelecimento moderno e respeitado, servia a sociedade com a moda, a arte oriental e as últimas novidades tecnológicas da época: rádios, frigoríficos, máquinas de escrever e até os jipes e automóveis da Toyota.
Após a independência do arquipélago, em 1975, o casal regressou a Portugal.
O Higino faleceu em 1977 e Otilina licenciou-se em Filosofia em 1983.
Profissionalizou-se no ensino secundário e a sua vida tomou o rumo do ensino e da escrita.

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