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Um Reino de Intrigas

by Tahereh Mafi
Book eBook
Publisher: TopSeller, June of 2023 ‧
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O primeiro volume da nova trilogia épica e romântica de Tahereh Mafi, a autora bestseller da série Intocável.

No grande império de Ardunia, Alizeh é apenas uma criada insignificante. Ninguém pode saber quem ela realmente é: nada mais do que a poderosa rainha há muito desaparecida dos Jinn, um povo com poderes sobrenaturais, forçado ao anonimato para sobreviver.

O príncipe herdeiro do império, Kamran, conhece as profecias que ditam a morte do seu avô, o rei. Mas nunca imaginou que aquela criada misteriosa, a rapariga de olhos enigmáticos — que ele não consegue tirar da cabeça — poderia ser a sua completa destruição... e a do seu reino.

Perfeita para fãs de Leigh Bardugo, Tomi Adeyemi e Sabaa Tahir, esta é uma explosiva história de amor, conspiração e luta pela sobrevivência de um povo, inspirada pela fascinante mitologia persa.

«Este livro vai arrebatar-te,apertar-te o coração e fazê-lo bater e, no final, deixar-te completamente sem palavras.»
Stephanie Garber

«Tahereh Mafi tece um feitiço de destino e perigo, amor proibido e intriga de corte, magia e revolução.»
Cassandra Clare

«A voz lírica e resplandecente, como um autêntico diamante, de Tahereh Mafi, tece uma história plena de magia, entrelaçada em subterfúgios, adornada em brocados de um romance tortuoso, e ricamente bordada na mitologia persa.»
Roshani Chokshi

«A espera por um bilhete de regresso a este reino extraordinário só se torna suportável ao voltarmos à primeira página e repetirmos a nossa primeira visita.»
The New York Times Book Review

Tahereh Mafi Credit Ransom Riggs_640.png

Entrevista a Tahereh Mafi

Tahereh Mafi é uma das escritoras Young Adult (YA) de maior sucesso da atualidade, oscilando entre os subgéneros da fantasia e do thriller romântico distópico, com séries que já venderam milhões de livros em todo o mundo. Em Um Reino de Intrigas, o seu mais recente livro lançado em Portugal, evoca as suas origens iranianas, inspirando-se numa obra épica fantástica e numa amálgama de histórias, aromas e texturas que moldaram a sua infância. Thahereh acredita que o sucesso do género YA, que tem vindo a crescer na última década, se deve à forma como os romances para jovens adultos nos remetem frequentemente para os momentos mais marcantes das nossas vidas. E isso é algo que a fascina.

Este artigo foi originalmente publicado na Revista Wookacontece n.º 10

ENTREVISTA

Diz que se identifica mais como leitora do que como escritora. Continua a ler tão avidamente como antes, ou tem uma abordagem mais analítica, que exige mais tempo?
Atualmente, estou numa fase da minha vida em que tenho menos horas de lazer flexíveis do que quando era jovem, o que significa que leio sempre que tenho oportunidade. Há meses em que consigo ler vários livros – ou mais. Noutros meses, só tenho tempo para ler um ou dois – ou zero. Num sentido mais lato, a minha identidade como escritora é mais concreta; mas no meu coração acho que serei sempre uma leitora, em primeiro lugar.
  Tahereh Mafi Tem uma rotina de escrita? E um sítio onde prefere escrever?
A minha rotina de escrita é simples e nada romântica. Quando estou a escrever um romance, acordo muito cedo – antes do amanhecer – e trabalho até a minha filha acordar. Quando ela vai para a escola, volto para a minha secretária e trabalho até à hora de a ir buscar. Não gosto de trabalhar noutro sítio que não seja a minha secretária. Não consigo trabalhar em locais públicos; não gosto de me sentir exposta enquanto estou a escrever. Aprecio o silêncio, a privacidade e a intimidade de trabalhar num espaço acolhedor e isolado.   «Embora os meus romances estejam imbuídos da minha própria humanidade, eu não sou aquilo que crio.» Planeia antecipadamente as personagens e a narrativa dos seus livros?
Sim, por vezes. Depende. Quando estou a escrever o primeiro livro de uma série, por exemplo, normalmente passo o meu primeiro rascunho a explorar as profundezas das personagens e do mundo que habitam. Quando estou a escrever as sequelas, os seus percursos são mais claros e fáceis de traçar. Mas gosto de deixar espaço para a espontaneidade quando estou a escrever. É divertido quando as minhas personagens me surpreendem. O seu processo de escrita mudou ao longo dos 12 anos desde que se tornou uma escritora publicada e ganhou experiência? Como?
Sim. Parte dessa mudança deve-se ao simples facto de terem passado doze anos. A minha vida é hoje diferente; eu sou diferente. Gosto de acreditar que sou uma melhor escritora hoje do que era há doze anos, mas tenho a certeza de que sou uma escritora mais eficiente do que era antes.

Os livros no género Young Adult (YA) proporcionam a experiência de viver a vida sob o prisma da adolescência – sentimentos estimulantes, coisas que nunca esquecemos. Acha que os seus livros ajudam os leitores jovens (e adultos) a lidar com os seus sentimentos?
Espero sinceramente que sim.

O que mais lhe agrada na escrita do género YA?
Inicialmente, senti-me atraída pelos livros do género Young Adult porque adorava a forma como a esperança ardia tão intensamente entre as capas dos livros. Quanto mais envelheço, mais óbvio e importante se torna para mim garantir que estamos a construir um mundo que dá esperança aos jovens. É uma honra fazer parte desse esforço.

Numa fase da sua vida académica, apercebeu-se de que se tinha esquecido do que era ler pelo prazer de ler. Muitos alunos veem a leitura como uma obrigação. Acha que o género YA está a ajudar as novas gerações a redescobrirem o prazer da leitura?
Acredito que o YA está a ajudar a introduzir o gosto pela leitura nas novas gerações. Conheço regularmente leitores que só recentemente descobriram o seu amor pelos livros – e encontraram o seu caminho através do mundo da literatura juvenil.   «Gosto de deixar espaço para a espontaneidade quando estou a escrever. É divertido quando as minhas personagens me surpreendem.» Qual foi o livro mais difícil de escrever para si, e porquê?
Provavelmente, An Emotion of Great Delight. É o livro mais curto que já publiquei e, no entanto, é o mais pesado. Escrever essa história exigiu muito de mim e, no processo, teve um impacto emocional. Suponho que, por essa mesma razão, terá sempre um lugar especial no meu coração.

O que é que tem sido mais gratificante para si enquanto escritora??
O próprio facto de poder viver a minha vida como escritora a tempo inteiro.

E o que é mais desafiante?
A mercantilização do eu. O meu trabalho é, por vezes, intensamente pessoal; quando escrevo, baseio-me em emoções reais que vêm de lugares reais – e depois embalo essas emoções num produto destinado a ser vendido em lojas. Essa parte parece-me sempre estranha – e complicada. Porque, embora os meus romances estejam imbuídos da minha própria humanidade, eu não sou aquilo que crio. Estou à parte da minha arte. Pode ser difícil traçar essas linhas com suficiente nitidez para que não se confundam.

Está a pensar escrever noutros géneros no futuro? Quais?
Oh, sem dúvida. Há todo o tipo de livros que quero escrever, porque gosto de todo o tipo de livros.
    «Um Reino de Intrigas é uma amálgama de histórias, aromas e texturas que moldaram a minha educação e a minha infância». O seu livro recentemente lançado em Portugal, Um Reino de Intrigas, é inspirado na mitologia persa. Escrever este romance foi também uma forma de homenagear a cultura e o povo da sua família?
De certa forma. Um Reino de Intrigas é, em parte, inspirado no Shahnameh, uma obra épica e fantástica do famoso poeta iraniano Ferdowsi. Mas é também mais do que isso; é uma amálgama de histórias, aromas e texturas que moldaram a minha educação. Mais do que qualquer outra coisa, eu queria inspirar-me nas memórias sensoriais da minha infância – o sabor do chá, o aroma da água de rosas, o lirismo da poesia persa. De resto, o mundo de Um Reino de Intrigas é inteiramente fabricado; a língua é inventada, os costumes e os rituais são inventados. Foi escrito com afeto, a partir de um lugar real, mas é firmemente uma obra de ficção.

Ao acompanhar Alizeh, em Um Reino de Intrigas, entramos numa dimensão tão mágica quão reais são as emoções que transmite aos leitores (tal como os seus romances anteriores neste subgénero). Concorda que a fantasia e as histórias antigas refletem a vida e nos ajudam a ultrapassar as suas provações?
Acredito que a fantasia como metáfora pode ser muito poderosa. Quando se constrói um mundo de fantasia – quando se contam histórias sobre o "bem" e o "mal" e as suas muitas nuances – torna-se como que inevitável refletir sobre o mundo real. Sim, concordo plenamente que este tipo de histórias nos ajuda a ultrapassar as provações da vida. Pode ser tremendamente curativo ver a nossa dor através de uma lente que lhe dá significado – e nos dá esperança.

Qual considera ser a sua maior conquista?
Ser alguém que a minha filha admira.

Um Reino de Intrigas

by Tahereh Mafi

Property Description
ISBN: 9789896235819
Publisher: TopSeller
Release Date: June of 2023
Language: Portuguese
Dimensions: 151 x 233 x 30 mm
Cover: Softcover
Pages: 432
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Young Adult
EAN: 9789896235819

U A U!

Sara T.

Que mundo é este? Gostei muito ter um cenário de inspiração na mitologia persa,. Isto levou -me para um registo completamente diferente na forma como leio e sinto os cheiros e cores conforme vou lendo. A historia é maravilhosa, arrebatadora e misteriosa num crescendo de descobertas. Amor, Impérios antigos, Magia e Reinos misteriosos que aguardam a sua Salvadora...

Adorei!

Vânia

Devorei este livro! Fiquei fascinada pela mitologia e por tudo relacionado aos Jinn, e também estou obcecada com o cenário persa! Adorei a escrita e a linguagem formal, quase pretensiosa. Tahereh sabe como escrever uma fantasia juvenil viciante e divertida. Alizeh é uma protagonista feminina interessante e discretamente durona, e eu estou a adorar. Estou ansiosa para continuar a série!

Uma fantasia que conquista os leitores!

Sara Vieira

“ Um Reino de Intrigas” da Tahereh Mafi é sem dúvida um sucesso. A autora não prometeu nada e entregou-nos tudo! Esta fantasia que envolve romance proibido, magia, reinos, traição e mitologia é sem dúvida tão cativante. Fiquei realmente encantada com a forma como a autora apresentou os reinos, os poderes e foi desenvolvendo tudo de uma maneira que me conquistasse em cada capítulo. Não consegui pousar o livro uma única vez. Recomendo bastante aos leitores que gostam de romantasy e certamente aos fãs de “Intocável”!

Uma fantasia encantadora

Sandra Chaves

Essa é uma fantasia encantadora e interessante para jovens leitores e adultos, com romance proibido, poder, magia, amor e traição. É assim entramos no mundo de uma rainha esquecida, impérios em conflitos, um príncipe que deseja governar seu povo diferente dos outros governantes e um romance proibido. É assim somos presos por uma leitura emocionante do princípio ao fim. A escrita da autora é muito fluida e ela consegue construir uma história rica em detalhes, fazendo nossa imaginação fluir solta. Amei conhecer um pouco sobre a cultura Persa, que sinceramente achei incrível. Adorei a construção de personagem. A autora consegue descrever de uma maneira que os tornam únicos e fácil de se importar. É possível ter empatia com os problemas deles e sentir tudo o que eles estão sentindo. A química entre os personagens também é muito boa, mesmo que o romance não seja tão o foco da trama. Um Reino de Intrigas é um convite para os amantes de romances de fantasias a se perderem em um mundo repleto de enganos e revelações surpreendentes. Agora, não vejo a hora de ler a continuação da série, porque o final me deixou totalmente chocada e curiosa para descobrir tudo o que pode vir por aí.

ABOUT THE AUTHOR

Tahereh Mafi

Tahereh Mafi, nomeada para o National Book Award e autora bestseller internacional n.º 1 do New York Times, escreveu mais de uma dúzia de livros, incluindo a série Shatter Me e o seu spin-off Shatter Me: The New Republic, a série Woven Kingdom, A Very Large Expanse of Sea e An Emotion of Great Delight. Os seus livros foram traduzidos para mais de trinta línguas. Vive no sul da Califórnia com o marido, o também autor Ransom Riggs, e a sua família.

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