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Rousseau ; Du Contrat Social

by Jean-Jacques Rousseau
language: french
Publisher: NATHAN, August of 2009 ‧
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Une oeuvre philosophique complétée par des notes et enrichie par un commentaire méthodique pour une initiation à la compréhension des grands concepts et des grands auteurs en philosophie. Une collection complète Plus de trente titres répartis sur quatre périodes : * Antiquité * Moyen Age et Renaissance (Ve - XVIe s.) * Période moderne (XVIIe - XIX s.) * Période contemporaine (XXe s.) Les auteurs et les textes essentiels Un concept pédagogique efficace Une oeuvre commentée par un spécialiste Un dossier autour de l'oeuvre * Biographie de l'auteur * Mise en perspective historique * Résumé-guide de lecture Un dossier pédagogique * Problématiques essentielles * Etude des concepts-clés * Les grandes thèses * Recueil de textes critiques sur l'oeuvre

Rousseau ; Du Contrat Social

by Jean-Jacques Rousseau

Property Description
ISBN: 9782091873015
Publisher: NATHAN
Release Date: August of 2009
Language: French
Pages: 216
Format: Book
Collection: Les Integrales De Philo ; Periode Moderne
Categories: Books in French > Fiction > Guided readings
EAN: 9782091873015

ABOUT THE AUTHOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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