Romeu e Julieta

by William Shakespeare
Publisher: Clube do Autor, March of 2019 ‧
A ilustre edição da mais apaixonante história de amor de todos os tempos. Nova encenação no Teatro da Trindade sob direção artística de Diogo Infante.

Este é um livro para a vida de toda a gente, acredita Mega Ferreira, que isso mesmo escreveu no prefácio desta nova (e belíssima) edição de Romeu e Julieta.
Publicada em volumes in quarto em 1597 e 1599, a obra é ambientada numa Verona dilacerada por disputas e lutas sangrentas, e conta a história de dois trágicos amantes, Romeu Montéquio e Julieta Capuleto, descendentes de duas dinastias rivais e separados por uma vingança cruel.
Uma obra magistral romântica e violenta, plena de drama e sensualidade e pontuada por deliciosos trocadilhos. Romeu e Julieta é um hino à juventude, aos seus amores proibidos e paixões desmedidas e uma das obras imortais de William Shakespeare.
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Mortes emblemáticas em livros

É engraçado como a literatura inventa a vida: não é preciso que alguém nasça para que a sua morte tenha impacto. Volta e meia, a morte de uma personagem aparece como um vendaval.
  Santiago Nasar – Crónica de uma morte anunciada É ficção, mas não é bem ficção, uma vez que García Márquez, ao invés de beber da vida, foi mesmo roubar a vida. O que aqui se conta – uma morte com aviso prévio – já tinha acontecido numa aldeia colombiana. Logo à cabeça, já sabemos que Santiago Nasar vai morrer, e isto é dito na primeira frase. O homem terá rejeitado uma mulher na noite de núpcias, ou pelo menos houve uma denúncia que fez com que os irmãos quisessem vingar-lhe a honra. Deu-se o anúncio do crime. Ninguém mexeu um dedo para o impedir. Ao invés de, aqui, querer colar as pistas, o narrador explora a história a ver se alguém entende que raio levou uma população inteira a deixar-se estar impávida, sem querer salvar o homem, sem se dar ao trabalho de um aviso. COMPRAR NA WOOK »








  Portuga – O meu pé de laranja lima Permitam-me chamar Portuga a Manuel Valadares. Também Zezé lho chamou, e eu fui Zezé durante 208 páginas. Quando o Portuga morreu, o miúdo sofreu o que não sabia ser possível sofrer – a morte como o amor arrancado, o fim da única ternura que tinha conhecido, da única garantia de bondade. É que um rapaz nasce no seio de uma família violenta, vive ali às portas da negligência, qualquer tropelia sua é paga com pancada – e depois chega-lhe uma cara que lhe vai dar outra coisa, outra vida. O contraste foi tal que Zezé até quis ser adotado. A morte do Portuga, às mãos de um comboio, soube à maior das crueldades – e crueldade maior é saber que José Mauro de Vaconcelos a foi roubar à vida. Roubou-a à sua vida, e à do Portuga que perdera em criança. COMPRAR NA WOOK » Romeu e Julieta Sempre que alguém dá este exemplo como uma boa história de amor, pergunto-me se alguma vez pegou em Shakespeare. Minto, não pergunto nada – sei que não. Quem leu Romeu e Julieta sabe que não há nada ali que valha a pena querer transportar para a vida. Não só o amor foi literalmente sol de pouca dura, ainda que tenha sido até que a morte separou aqueles dois, como o rápido fogo-fátuo levou às duas mortes mais escusadas da literatura inteira. Estes dois adolescentes não podiam ter sido menos dramáticos? Um não podia ter mesmo visto se o outro estava morto antes de se suicidar? O outro, acordando e vendo o seu amorzinho falecido, não podia ter feito outra coisa senão suicidar-se também? Esta gente enlouqueceu toda e ninguém chama o INEM? Eu sei que isto na juventude tem tudo mais intensidade, mas... vamos... com... mais... calma. COMPRAR NA WOOK » Severus Snape – Harry Potter e os Talismãs da Morte Esta ainda me custa a engolir porque, depois de tudo sabido sobre Snape, a morte roubou-nos o capítulo impossível. Depois de Snape ter fechado os olhos, e depois de Harry ter sabido quem era, afinal, aquele homem que odiara até ao último segundo, os pobres leitores, os leitores desgraçados, os leitores injustiçados – enfim, gente como eu –, limitaram-se ao triste consolo da cogitação. O que seria, naquele momento, uma conversa entre os dois? Harry odiou o homem durante anos e, depois da morte, deu o seu nome a um filho, considerando-o um dos homens mais corajosos que alguma vez conhecera. Severus Snape foi, na saga, cinzentismo puro – e aquela morte macaca soube a escuridão. COMPRAR NA WOOK »

Romeu e Julieta

by William Shakespeare

Property Description
ISBN: 9789897244582
Publisher: Clube do Autor
Release Date: March of 2019
Language: Portuguese
Dimensions: 156 x 236 x 17 mm
Cover: Softcover
Pages: 252
Format: Book
Collection: Os Livros da Minha Vida
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Theatre (Work)
EAN: 9789897244582

Teatro para (v)ler

MLM

É histórico. É teatro. Muito interessante de ler apesar da história ser sobejamente conhecida porque não é um romance e estamos sempre a visualizar como uma peça de teatro. Muito importantes as notas de tradução que ajudam a compreender não só a movimentação em palco como os comentários (de humorísticos a eróticos ou sexistas) das personagens.

Gostei bastante

Maria Oliveira

Um clássico da literatura internacional de leitura obrigatória sobre um amor impossível que recomendo sem reservas.

Fantástico

R.M

Um Clássico... Esta obra magistral encanta através da sua escrita arcaica e da perfeição do texto dramático. O romance de dois jovens, Romeu Montéquio e Julieta Capuleto,descendentes de duas famílias rivais, que estão sempre envolvidas em lutas sangrentas. E no meio de tanto ódio, e morte nasce um amor improvável que tem de ser mantido em segredo para não ser separado. O final não deixa ninguém indiferente. Outro motivo para ler esta obra imortal é o cenário da cidade de Verona,a cidade do amor, que nos leva a imaginar e envolver em cada descrição daquela pitoresca cidade de Itália.

LINDO!!

Liliana, autora de: Um Blog entre Bibliotecas.pt

Esta versão da Clube de Autores está pura e simplesmente maravilhosa, a capa é linda, as letras grandes e redondinhas, gosto tanto de ler livros assim, a tradução está magnifica, não encontrei falha alguma, está aqui um livro soberbo que honra bem este clássico e este autor, amei!

ABOUT THE AUTHOR

William Shakespeare

English poet and playwright born in 1564, in Stratford-Upon-Avon, and died in 1616. His birthday is celebrated on April 23 and it is known that he was baptized on April 26, 1564. Stratford-Upon-Avon was then a prosperous market town, one of the most important in the county of Warwickshire. His father, John Shakespeare, was a successful merchant and member of the town council. His mother, Mary Arden, belonged to one of Warwickshire's most notable families. Shakespeare attended Stratford High School, where the children of local merchants learned Greek and Latin and received an education appropriate to their middle class. Few facts are known of Shakespeare's life between the time he left high school and his appearance in London as an actor and playwright around 1599. In 1582 he married Anne Hathaway, eight years his senior, and the couple had three children: Suzanna (born 1583), and twins Hamnet and Judith (born 1585). The first reference to Shakespeare as an actor and playwright is found in A Groatsworth of Wit (1592), an autobiographical pamphlet by the London playwright Robert Greene, where the writer is accused of plagiarism. At this time Shakespeare was already known in London, although the exact date of his appearance in the capital is not known. Due to the closure of London's theatres in 1592-94, Shakespeare composed two narrative poems at this time: Venus and Adonis (published in 1593) and The Rape of Lucrece (published in 1594). In the winter of 1594 he joined the most important Elizabethan theatre company, The Lord Chamberlain's Men, where he remained until the end of his career. The company owed its privileged place among other theatre companies to Shakespeare's popularity until the theatre was closed by the English Parliament in 1642. In 1598 the Globe Theatre was opened, the theatre of the company with which Shakespeare had associated, built by the actor and impresario Richard Burbage in the borough of Southwark, on the south bank of the Thames. After the accession of James I to the throne (in 1603) the company The Lord Chamberlain's Men passed to royal trusteeship, and its name was changed to The King's Men. Shakespeare's passage through the stage is associated with brief performances: Adam in the play As You Like It and the ghost (Ghost) in Hamlet. After having bought some estates in Strattford, Shakespeare retired to his homeland in 1610, while maintaining contact with London. The Globe Theatre was destroyed by fire on June 23, 1613, during a performance of the play Henry VIII. His 37 plays generally fall into three categories: comedies, historical dramas and tragedies. Among the historical dramas, the genre he first cultivated, Richard III (Richard III), Richard II (Richard II) and Henry IV (Henry IV) stand out. His comedies include Love's Labour's Lost, The Comedy of Errors, The Taming of the Shrew, the serious-minded comedy The Merchant of Venice , As You Like It , and A Midsummer Night's Dream . Tragedy is not a form that belongs exclusively to a certain period in the evolution of Shakespeare's work. Under Marlowe's influence, the form of tragedy was already found in the plays that dramatized episodes of English history. In Romeo and Juliet and Julius Caesar , Shakespeare combined historical perspective with a tragic interpretation of human conflicts. The period in which Shakespeare wrote his great tragedies began with Hamlet, written between 1600-1602, followed by Othello, Macbeth, King Lear, Anthony and Cleopatra and Coriolanus, all of them composed between 1601 and 1608. In the last phase of Shakespeare's career are the lighter-toned plays: Cymbeline, The Winter's Tale and The Thempest. Some of Shakespeare's works were published during Shakespeare's lifetime, sometimes in pirated editions, but it was not until 1623 that the "Folio" edition appeared, compiled by John Heminges and Henry Condell, two actors who had worked with Shakespeare. In the eighteenth century the plays were published by Alexander Pope (in 1725 and 1728) and Samuel Johnson (in 1765), but only with Romanticism was the depth and extent of Shakespeare's genius understood. In the twentieth century, the tendency to consider Shakespeare's work as part of the dramatic contexts that gave rise to it was reinforced.

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