Raga

Abordagem do continente invisível

by J. M. G. Le Clézio
Publisher: Sextante Editora (chancela), April of 2010 ‧
Diz-se que a Oceania é o continente invisível. Le Clézio não tinha imaginado que o mito se encontrava com a realidade: nesta narrativa em que o real e o imaginário se entrelaçam, em que o poema aflora, o autor convida-nos para a descoberta de uma cultura oceânica, a orientação pelas estrelas, a meditação sobre a imensidão do mar, o amor das mães que protegem os seus filhos da tempestade. Viagem iniciática, abordagem da beleza rumo à humanidade, este texto abre uma reflexão e uma crítica da mundialização que ameaça a harmonia de uma civilização preciosa mas frágil.

Raga

Abordagem do continente invisível

by J. M. G. Le Clézio

Property Description
ISBN: 978-989-8093-80-6
Publisher: Sextante Editora (chancela)
Release Date: April of 2010
Language: Portuguese
Dimensions: 139 x 200 x 7 mm
Cover: Softcover
Pages: 128
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Travel Literature
EAN: 9789898093806

Viajar

Ana Jorge

Em termos de géneros, Raga é inovador e cativante. Mistura com muita inteligência literatura de viagem, antropologia, história... Um livro pequeno e que se lê num ápice.

Uma estranha mistura

Maria Teresa Meireles

Relato de viagens, antropologia, ficção, história, geografia, mitologia... Neste livro, muito bem escrito e com algumas reflexões que ficam a ecoar em nós, Le Clézio leva-nos por um espaço que é e não é real - e isso dá-nos um pouco a sensação estranha e encantadora do onírico.

ABOUT THE AUTHOR

J. M. G. Le Clézio

NOBEL DA LITERATURA 2008

Escritor e ensaísta francês, Jean-Marie Gustave Le Clézio nasceu em 1940, em Nice, sendo originário de uma família com ascendência inglesa e bretã. Viveu ainda nas Ilhas Maurícias, algo que o levou a ganhar o gosto pelas viagens e pelo conhecimento de novos mundos. Aos 23 anos, depois de se ter licenciado em Letras, em Aix-en-Provence, Le Clézio lançou o seu romance de estreia, Le Procès-Verbal, com o qual ganharia, em 1963, o Prémio Renaudot, um dos mais importantes galardões literários do seu país. Em 1980 Jean-Marie Le Clézio recebeu, em França, o prémio Paul Morand para distinguir o conjunto da sua carreira literária. Nesse ano havia lançado aquela que foi considerada a sua melhor obra, o romance Désert, a epopeia de um jovem descendente de tuaregues. Entre as suas restantes obras destacam-se Fièvre, uma coletânea de contos, e os romances Le Déluge, La Quarantaine e Poisson d'Or. A sua obra está pejada de personagens obcecadas pela morte. O escritor coloca o ser humano a enfrentar diversas experiências que lhe proporcionam viver variados tipos de aventuras interiores. Désert aborda uma das grandes preocupações de Le Clézio, as condições de vida dos povos nómadas ameaçados de extinção, assunto que desenvolveu em diversos ensaios. Entre os povos sobre os quais escreveu, e entre os quais viveu, estão os índios do Panamá e os berberes de Marrocos. Entre 1970 e 1974 viveu com os índios emberas, no Panamá, em plena floresta. Le Clézio conheceu estes índios depois de ter estado dois anos no México a prestar serviço militar, período que aproveitou para viajar e visitar as regiões vizinhas. A mulher de Le Clézio é de origem saraui e juntos lançaram em 1993 Gens des Nuages, um ensaio sobre a terra natal dela. As obras de Le Clézio já foram publicadas em alemão, castelhano, chinês, dinamarquês, grego, inglês, japonês, russo e turco, entre outras, fazendo com que seja um dos autores franceses mais traduzidos no mundo. Desde 2002 integra o júri do Prémio Renaudot. Em 2008 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura. Jean-Marie Le Clézio. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008.

(see more)

BY THE AUTHOR

PEOPLE WHO BOUGHT ALSO BOUGHT