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O Testamento de Bento XVI

Permanecei firmes na fé

by Bento XVI
Publisher: Paulinas Editora, January of 2023 ‧
14,80€
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O testamento espiritual do papa Bento XVI, além de expressar uma das suas últimas vontades - "permanecei firmes na fé" -, revela uma vigorosa preocupação universal: "não vos deixeis confundir".

Entre os seus legados está o pensamento teológico que retratou nas catequeses, nos discursos, nas cartas apostólicas. A preocupação permanente em educar cada católico para uma fé mais madura e esclarecida, levou-o a nunca abandonar o papel de pedagogo, transformando cada oportunidade numa lição.

Em que crê a fé cristã? Quem é Jesus? Qual o verdadeiro sentido da Igreja? Quais são as verdades do cristianismo? Bento XVI, antes de morrer, assegurou a definição de um caminho - para aqueles que são mais interessados, para os que procuram no Cristianismo uma resposta autêntica, segura e completa, para os católicos em geral.

Os textos agora publicados evocam as principais reflexões de Bento XVI. São a essência do seu pensamento ensinado durante o seu pontificado nas audiências gerais das quartas-feiras.

O Testamento de Bento XVI

Permanecei firmes na fé

by Bento XVI

Property Description
ISBN: 9789896738631
Publisher: Paulinas Editora
Release Date: January of 2023
Language: Portuguese
Dimensions: 142 x 211 x 23 mm
Cover: Softcover
Pages: 320
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Faith & Religion > Catholicism
EAN: 5603658174793

Um tesouro, um tesouro

Maria José

Um livro oportuno e obrigatório - uma seleção de textos tão bela como a capa!

Muito bom, de um grande Papa

António de Oliveira Martins

Talvez dos últimos grandes Papas que tivemos, sentimos a pena de Ratzinger neste belissimo legado. A ler, por todos aqueles que se interessam pelo Sumo Pontífice Bento XVI, mas também por aqueles a quem interessa a Teologia e a ortodoxia na Igreja.

ABOUT THE AUTHOR

Bento XVI

Papa alemão, Bento XVI (16 de abril de 1927, em Marktl am Inn, na Baviera, na Alemanha - 31 de dezembro de 2022, Mosteiro Mater Ecclesiæ, Vaticano), nasceu com o nome de Joseph Alois Ratzinger. Era filho de um agente da polícia e de uma empregada de um bar e viveu a infância numa quinta. Em 1939, entrou para o Seminário de Traunstein. Com o eclodir da Segunda Guerra Mundial, teve de interromper os estudos e integrou uma unidade militar antiaérea em Munique. Alistou-se também na Juventude Hitleriana, embora tenha alegado que o fez contra a sua vontade.
Na primavera de 1945, com o avanço das tropas aliadas em território alemão, Ratzinger desertou do exército alemão e fugiu para casa, em Traunstein. No entanto, as tropas norte-americanas invadiram a aldeia e fizeram da casa de Ratzinger o quartel-general. Joseph foi identificado como soldado alemão e encarcerado num campo de prisioneiros de guerra, de onde seria libertado a 19 de junho desse ano.
Em novembro, regressou ao seminário e, em 1947, ingressou num instituto de teologia associado à Universidade de Berlim.
A 29 de junho de 1951, Joseph, juntamente com um seu irmão, foi ordenado padre na Catedral de Freising. Dois anos mais tarde, fez o doutoramento em Teologia na Universidade de Berlim. Tornou-se docente de Teologia na Universidade de Bona, tendo mais tarde lecionado em Munster, Tubingen e Regensburg.
Ratzinger chegou a Roma em 1962 como conselheiro do cardeal alemão Joseph Frings no Concílio Vaticano II e, logo nessa altura, se tornou uma figura muito mediática. A sua popularidade aumentou durante o maio de 68, movimento libertário dos estudantes franceses, que Ratzinger condenou, lamentando o marxismo e o ateísmo dos jovens da época. Uns anos mais tarde, em 1972, foi um dos fundadores do jornal de teologia Communio, atualmente um dos mais importantes do pensamento católico. Ratzinger foi nomeado Cardeal de Munique a 25 de junho de 1977 pelo Papa Paulo VI, que também o nomeou arcebispo do Mónaco. Mas foi com João Paulo II que Joseph Ratzinger ganhou mais poderes, quando em 1981 foi nomeado perfeito para a Congregação da Doutrina e da Fé. Esta instituição trata de promover e salvaguardar os ideais da Igreja católica em termos de doutrina e fé e substituiu a Inquisição. Ratzinger notabilizou-se pelas suas posições conservadoras, não escondendo ser contrário ao sacerdócio da mulher, ao matrimónio dos sacerdotes, à homossexualidade e ao uso de preservativos.
Entre 2 e 6 de março de 2001, Joseph Ratzinger esteve em Portugal, mais especificamente no Porto, a convite da Faculdade de Teologia da Universidade Católica. Na universidade portuense o então cardeal falou sobre a Europa e os seus fundamentos espirituais. Em 2002, chegou a Decano do Colégio Cardinalício, o órgão que escolhe os sucessores de cada papa. A 19 de abril de 2005, Joseph Ratzinger foi eleito pelo conclave cardinalício, no Vaticano, o novo papa, em substituição do falecido João Paulo II. O cardeal alemão, então com 78 anos, escolheu o nome de Bento XVI. O conclave durou dois dias, tendo sido um dos mais rápidos da história do Vaticano.

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