O Que é Masculinidade?
Publisher:
Escolar Editora, May of 2017 ‧
see product details
11,20€
10% OFF
CARD
SzJwemRWcERkWFJ5V2taTVNtbHlRbWhhVVRGME5rcDVURGRWYm1oRk1FSklkMEY1V0RscVRtbE1NbkZ1WmxKRVpFUnphMlo0TW5WQ2JIUXliRmRyZEVsUFdqTlZVVzFOYUZveWVHTldSVmhJZFU5bloxaFRVbkpSUWtKUllrRlZkelJ1UmtWc09FVjFRazVEU1RSWllVc3ZjMHR1TjBNdlZFOTJORUUxVG1OamRUWXZiMHd6ZDJJMlVVMURTRXBCYUVOSmMwazFWR1J5VWxseFpYbDZha2xqWTI5cWNqWjNNV2hFTjJscWFFY3dVblZaTlhGdlVYQnRhak5uTDJwaFpYTnFPRXQwYVRWVk1tZEdVMmRyYkVGVFZFZHJVRVJ1WlhFMlVtSkRhR1p3VkM5SFRtOVhNRzQwT0ZkV2NUZEpSMWR0WVdjd05YUXphMnc0TVVsVWJtZE5LM1pyU1V3NVFVdElOSHAyZVdKTGExcHZNM0ZzVlZoRVNpODRTRlV3Ykc1WlMxSklNMFIzUVVjNFQydFhURWhUYld3eFVteFphRkF3YTFsemFFTm5SR29yYzBwVkwyUjZMM0ZRY21SbmIxWllNelo2YWpGVVJWRmxTVlp0ZWprM1pEUkNRWEl3VDBOUlVqQTRka281UlV4VVRrNDNiRmw0TDFCaEswVTVUR3d4Wkd0QlQyWmpibWhDVW14TlIzUm1aekp3ZWtsMVFXUlpjR0V2VTBSTWMwVktNRVY1VFhkM1RuZzBVbE54YXpCRlRHZFJURTB6VmpBM2JGSXJha1pTVldodVYxb3ZibGhhT1RSTlFXdDNOVkZGYWtGcFNtbGxOR0psWTBKTEwzZEpSMVpzYm1ObGJqbEdZamR1YW5SM1pVTjZZMEo1WkdoNVdVeHNhazFPUVVSek4ycDBjRFV3U1hCbFpXcFpTSEJtWTI1R1pqaHRNblZQVFVKNlNqUnJjV0ZqTTJGVGRYZHlWazF3WVU1WldtOVBOMkp4VnpOMVdYUTBXRTVuZWpCd2RqWlBTamxxVWtWNmFWUkZNalZrVkZSUU1WRTRVVmhMVkZWWUt6TmFUaTlXYUhRNFRFNXVkRVZXYzNNclpIUlJhM0ZXVEdFMFZuZHVMekZXU1VJNVMwaENXRzloUTIwMWNXNHJXRXcxZUU4d1RXVlNSVTlIY1U5U2RqY3JhR05hTDFveWQweFhTMkozUjNob1ZFcFJNakpUUkVkcE1XUmhjVzFyV2t0U1NUUktkRVZZVnpob1pIWnNOMDFyWlhncmRFWm1ia0pVVlVsTmFVbENZelJrV1dnclNsUmxUbEptYUdWaFpYVjNLM1p5VVU4NFltOXhRWGx4UlZkRzpITEcyN1oxdlFRNTJxWm14bE11NENRPT0=
Sell your book
SYNOPSIS
Coloca-se agora uma pergunta: são os homens que se constroem como homens, são eles os únicos autores da masculinidade e do masculinismo, apenas eles?
A resposta é não.
Por quê?
Porque quer a masculinidade enquanto conjunto de práticas, quer o masculinismo enquanto ideologia justificadora, são também produto das mulheres, da feminilidade e do feminismo. Na verdade, se, por um lado, não poucas mulheres aceitam a dominação masculina (por exemplo, são elas em grande medida as gestoras e as defensoras da excisão feminina), por outro o feminismo, requerendo a igualdade de estatuto e de oportunidades, reafirma e fortalece o masculinismo.
O 12.° número da coleção Cadernos de Ciências Sociais teve a seguinte pergunta de partida: o que é feminismo?
Agora, uma socióloga (Sofia Aboim), um psicólogo (António Manuel Marques), uma pedagoga (Maria Aparecida Souza Couto) e um médico psiquiatra (Adalberto Goulart) - portugueses os dois primeiros, brasileiros os dois segundos - aceitaram responder à seguinte pergunta deste 23.° número da coleção: o que é masculinidade?
E respondendo, mostraram, com diversidade analítica e profundidade histórica, tal como sucedeu com as quatro cientistas do número do feminismo, quanto o termo é multifacetado, plural, indo muito para além da velha dicotomia identitária homem/mulher que, de alguma forma, habita o pequeno texto que abriu esta introdução.
Estamos num mundo de cadência social muito rápida, como que browniano, de transição, no qual os velhos paradigmas parecem desaparecer e os novos ainda não têm rosto.
Um mundo onde o fixo está em crise. E para citar o psiquiatra Adalberto Goulart da equipa autoral deste livro, "Diante da crise de identidades de gênero, de identidades familiares, de identidades humanas, parece-nos que homens e mulheres, tendo como base todo o seu arsenal de conhecimento e experiência histórica, precisam se reinventar. E todos os instrumentos de que dispomos na atualidade parecem ser insuficientes."
A resposta é não.
Por quê?
Porque quer a masculinidade enquanto conjunto de práticas, quer o masculinismo enquanto ideologia justificadora, são também produto das mulheres, da feminilidade e do feminismo. Na verdade, se, por um lado, não poucas mulheres aceitam a dominação masculina (por exemplo, são elas em grande medida as gestoras e as defensoras da excisão feminina), por outro o feminismo, requerendo a igualdade de estatuto e de oportunidades, reafirma e fortalece o masculinismo.
O 12.° número da coleção Cadernos de Ciências Sociais teve a seguinte pergunta de partida: o que é feminismo?
Agora, uma socióloga (Sofia Aboim), um psicólogo (António Manuel Marques), uma pedagoga (Maria Aparecida Souza Couto) e um médico psiquiatra (Adalberto Goulart) - portugueses os dois primeiros, brasileiros os dois segundos - aceitaram responder à seguinte pergunta deste 23.° número da coleção: o que é masculinidade?
E respondendo, mostraram, com diversidade analítica e profundidade histórica, tal como sucedeu com as quatro cientistas do número do feminismo, quanto o termo é multifacetado, plural, indo muito para além da velha dicotomia identitária homem/mulher que, de alguma forma, habita o pequeno texto que abriu esta introdução.
Estamos num mundo de cadência social muito rápida, como que browniano, de transição, no qual os velhos paradigmas parecem desaparecer e os novos ainda não têm rosto.
Um mundo onde o fixo está em crise. E para citar o psiquiatra Adalberto Goulart da equipa autoral deste livro, "Diante da crise de identidades de gênero, de identidades familiares, de identidades humanas, parece-nos que homens e mulheres, tendo como base todo o seu arsenal de conhecimento e experiência histórica, precisam se reinventar. E todos os instrumentos de que dispomos na atualidade parecem ser insuficientes."
DETeBook com proteção para wookreaderILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789725925102 |
| Publisher: | Escolar Editora |
| Release Date: | May of 2017 |
| Dimensions: | 142 x 216 x 8 mm |
| Format: | Book |
| Collection: | Cadernos de Ciências Sociais |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Social Sciences and Humanities
>
Sociology
|
| EAN: | 9789725925102 |
BOOKS FROM THE SAME COLLECTION
-
10%O Que São Patronagem e Clientelismo?Escolar Editora10,90€ 10% CARD
-
10%Existem Valores Universais?Escolar Editora11,90€ 10% CARD
PEOPLE WHO BOUGHT ALSO BOUGHT
-
10%O Que São Patronagem e Clientelismo?Escolar Editora10,90€ 10% CARTÃO
-
10%O que Diferencia Ciência da Magia?Escolar Editora10,90€ 10% CARTÃO