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O Moinho à Beira do Rio I

Book 2

by George Eliot
Publisher: Publicações Europa-América, April of 1978 ‧
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George Eliot é o pseudónimo por que ficou conhecida na história da literatura uma das mais extraordinárias mulheres que atravessaram o século XIX. Chamava-se Mary Ann Evans e nasceu em Arbury Farm, no ano de 1819, vindo a terminar os seus dias em Londres, em 1880.

Extraordinariamente culta, foi subdirectora da Westminter Revew, onde publicou trabalhos filosóficos de grande valor. Ficou célebre o seu espírito inconformista, que não se limitou ao domínio das ideias: enfrentou os preconceitos do seu tempo vivendo sem casamento uma união feliz com Georges Lewes, união que se prolongaria pelo espaço de vinte e cinco anos, até à morte daquele, em 1878.

Como escritora, além de traduções de grande valor, nomeadamente de filósofos alemães, legou-nos algumas obras de excelente recorte literário.

O Moinho à Beira do Rio (The Mill on the Floss), de que apresentamos o Vol.I, é uma das obras que mais conhecido tornaram o nome da escritora e é indiscutivelmente um clássico da literatura inglesa do século passado. Obra semiautobiográfica, nela é bem patente o realismo não despido de emoção com que a autora se dedicou a pintar a vida rural da Inglaterra.

O Moinho à Beira do Rio I

by George Eliot

Property Description
ISBN: 9789721014831
Publisher: Publicações Europa-América
Release Date: April of 1978
Language: Portuguese
Dimensions: 112 x 179 x 18 mm
Cover: Softcover
Pages: 335
Format: Book
Collection: Livros de Bolso / Europa América
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 5601072406834
Recommended Minimum Age: Not applicable

ABOUT THE AUTHOR

George Eliot

Marian (Mary Anne) Evans, que se tornará conhecida como George Eliot, nasceu a 22 de novembro de 1819 em Arbury, na Grã-Bretanha.
Escreveu sete romances, entre eles Adam Bede (1859), O Moinho à Beira do Floss (1860), Silas Marner (1861), Middlemarch (1871-72) e Daniel Deronda (1876). A maioria deles tem por cenário a Inglaterra provinciana.
Marian Evans adotou o nome masculino de George Eliot para que os seus trabalhos fossem levados a sério. Embora autoras da época utilizassem os seus nomes próprios, Eliot quis escapar ao preconceito segundo o qual as mulheres apenas escreveriam romances ligeiros.
Enquanto criança, Marian Evans foi uma leitora voraz. A sua inteligência fez que o seu pai investisse numa educação fora do comum para uma mulher. Dos cinco aos nove anos, Evans frequentou, juntamente com a sua irmã Chrissey, a escola de Miss Latham em Attleborough. Passou depois para a escola de Mrs Wallington em Nuneaton e, finalmente, para a de Miss Franklin, em Coventry.
A partir dos dezasseis anos, Evans teve pouco acesso a uma educação formal. Mas, devido à importância do seu pai no mundo imobiliário, frequentou a biblioteca de Arbury Hall, o que a ajudou na sua formação clássica, sobretudo na literatura grega, que viria a marcar as suas obras.
Em 1836 a sua mãe faleceu, e Evans, com apenas dezasseis anos, regressou a casa. Mais tarde começou a questionar a fé religiosa, o que fez que o seu pai a quisesse expulsar.
Regressou a Londres em 1850, com o intuito de se tornar escritora. Alojou-se na casa de John Chapman, um editor radical que conhecera em Rosehill e publicara uma tradução sua. Chapman tinha comprado recentemente o The Westminster Review, de que Evans acabou por se tornar assistente editorial em 1851.
Também nesse ano, conheceu o filósofo e crítico George Henry Lewes. Três anos mais tarde decidiram viver juntos. Lewes era casado com Agnes Jervis, mas concordaram em ter uma relação aberta. Além dos três filhos que tiveram em conjunto, Agnes tinha mais dois filhos de Thornton Leigh Hunt.
Evans e Lewes acabaram por casar, passando a lua-de-mel na Alemanha.
Enquanto continuava a colaborar com o The Westminster Review, Marian Evans tinha resolvido tornar-se romancista, como anunciou num dos seus últimos ensaios para o jornal, «Silly Novels by Lady Novelists».
Em 1858, Amos Barton, a primeira parte de Scenes of Clerical Life, foi publicada na Blackwood Magazine, sendo bem recebida. O seu primeiro romance completo, Adam Bede, publicado em 1859, foi um êxito imediato, provocando curiosidade em torno deste novo «autor».
Marian Evans continuou a escrever romances durante quinze anos.
A 16 de maio de 1880, casou-se com um homem vinte anos mais novo que ela, de apelido Cross. Mudou de novo o seu nome, desta vez para Mary Anne Cross. O casamento teve o consentimento do seu irmão Isaac, que rompera relações com a irmã quando esta se juntara a Lewes. Cross era uma pessoa instável. Durante a lua-de-mel, atirou-se (ou caiu) da varanda do hotel para o Grande Canal em Veneza. Depois de voltar para Inglaterra, o casal mudou-se para Chelsea. Foi nesta altura que Evans adoeceu com uma infeção na garganta que, juntamente com a doença de fígado de que sofria há anos, acabou por a levar à morte a 22 de dezembro de 1880.
Tinha então 61 anos. Deixou um rasto de audácia amorosa na sua vida pessoal e uma obra invulgar, uma ficção realista e impregnada de introspeção psicológica, que fez dela uma das principais romancistas da era vitoriana.

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