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O Astrágalo

by Albertine Sarrazin
Publisher: Antígona, October of 2015 ‧
7,50€
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Livro de culto de um fulgurante cometa no universo literário francês, O Astrágalo (1965) narra a fuga permanente da jovem Anne depois de saltar os muros da prisão e, na queda, fracturar o osso do pé, cujo nome dá título a esta obra. Entre esconderijos e armadilhas, ergue-se dos escombros um ser rebelde e impetuoso, confrontado com a vertigem da liberdade e a paixão arrebatadora que a prende a Julien, o seu salvador. A sua voz autêntica revela-nos uma existência marginal, à mercê da bondade de estranhos, que, depois da reclusão forçada, se confronta com as prisões mais subtis da vida quotidiana. Pelas suas linhas manchadas de nicotina e de ânsia de viver, que fundem a exuberância juvenil e os bas-fonds de Paris e da alma, é um dos derradeiros livros-talismã de leitores insubmissos.

O Astrágalo

by Albertine Sarrazin

Property Description
ISBN: 9789726082699
Publisher: Antígona
Release Date: October of 2015
Language: Portuguese
Dimensions: 130 x 209 x 12 mm
Cover: Softcover
Pages: 208
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789726082699

Estupendo

CCorreia

Uma história autobiográfica de Sarrazin, onde sao descritas histórias absolutamente fantásticas de uma vida vivida se forma intensa mas que nos prende na emoção imaginativa do decurso da mesma. Conseguimos ser transportados para as entranhas dos bas fond parisiense e sentir na pele o ambiente. Previsivelmente estará no meu top10 de 2024

ABOUT THE AUTHOR

Albertine Sarrazin

Alma gémea de Jean Genet e «pequena santa dos escritores inconformistas», Albertine Sarrazin (1937-1967) teve uma vida tão breve quanto trágica. Abandonada em tenra idade na sua Argélia natal, conheceu um lar adotivo e instituições, tendo abraçado, esporadicamente, o crime e a prostituição e, persistentemente, a rebeldia e a insubmissão. Presa por furto em Paris, em 1957 saltará o muro da prisão e fraturará o astrágalo. A sua mente brilhante, alimentada a versos de Rimbaud, dar-nos-ia três romances: O Astrágalo e La Cavale (ambos de 1965), escritos atrás das grades, e La Traversière (1966). Conhecerá o amor ao lado de Julien Sarrazin, também ele um ex-condenado, e um fugaz, mas estrondoso, êxito. Foi «a primeira mulher a falar das suas prisões», segundo Simone de Beauvoir, e, pela elegância poética das suas páginas, denunciou como ninguém as prisões que nos enredam os dias.

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