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Mujeres Y Criados

by Lope De Vega
language: spanish
Publisher: Trifaldi Producciones Multimedia S.L., March of 2014 ‧
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La comedia de Lope de Vega Mujeres y criados, que se creía perdida, fue descubierta no hace mucho en un manuscrito de la Biblioteca Nacional de Madrid por el profesor Alejandro García-Reidy. Habría sido escrita entre 1612 y 1613, ya que aparece incluida por primera vez dentro del catálogo de las obras de Lope en la edición de El peregrino en su patria, Madrid, 1618, sin que aparezca en la lista de anteriores ediciones de El peregrino?, ni en la de Barcelona de 1605, ni en la de Bruselas de 1608. La transcripción de dicho manuscrito en esta edición intenta poner al alcance de los lectores por primera vez una comedia que no solo permanecía manuscrita, sino perdida, con el deseo de que su trama, arquitectura, versificación y calidad literaria sean apreciadas por un público general. Su tema principal son las relaciones amorosas que se establecen entre miembros de distintas capas sociales en una sociedad estamental como la de las primeras décadas del siglo XVII, y cómo los celos surgidos dentro de estas relaciones hacen avanzar una trama, en la que las mujeres llevan la iniciativa, y cuyas artificiosas invenciones producen situaciones de gran comicidad. El palacio de un noble, la casa de un hombre económicamente acomodado y un espacio campestre dentro de la propia ciudad, conforman el entorno urbano en el que se desarrolla la obra, un Madrid vivo del que se dan referencias concretas: la calle del Pez, el Prado y la calle Mayor.

Mujeres Y Criados

by Lope De Vega

Property Description
ISBN: 9788494205415
Publisher: Trifaldi Producciones Multimedia S.L.
Release Date: March of 2014
Language: Spanish
Cover: Softcover
Pages: 110
Format: Book
Categories: Books in Spanish > Fiction > Young Adult
EAN: 9788494205415

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Lope De Vega

Poeta dramático espanhol que nasceu em 1562, em Madrid. Morreu em 1635, igualmente em Madrid, depois da morte da última mulher da sua vida, da morte do filho no mar e do rapto da filha mais nova. Foi um dramaturgo marcante da "idade de ouro" espanhola, autor de mais de 1800 peças de teatro, das quais apenas sobreviveram 431, e de algumas centenas de autos, tendo chegado somente 50 aos nossos dias. Foi educado pelos jesuítas e logo se fez notar pela grande facilidade de composição em verso e pela imaginação romanesca.
Em 1583, seguiu para Lisboa, onde embarcou na esquadra espanhola que Álvaro de Bazán preparou para tomar parte na expedição aos Açores, contra os portugueses que resistiam a Castela. Cinco anos depois, tornou a embarcar em Lisboa, na Armada Invencível. Depois de a esquadra ter sido desfeita pelos vendavais e pelos ingleses, Lope regressou a Espanha juntamente com os poucos navios intactos. Pouco depois escreveu Arcádia, uma novela pastoral cheia de alusões a pessoas e a factos do seu tempo. Depois de ter enviuvado, de ter casado segunda vez e de ter vivido vários escândalos amorosos, ingressou na Congregação dos Escravos do Santíssimo Sacramento, em 1608. Em 1611, integrou a Ordem Terceira de S. Francisco. Três anos depois, recebeu as ordens sacras. Em 1627, doutorou-se em Teologia no Collegium Sapientiae e recebeu a Cruz da Ordem de Malta. A partir desse momento passou a utilizar o título de frei.
Os temas das suas obras foram inspirados na tradição nacional. O cunho dramático assenta, sobretudo, no choque das paixões tipicamente espanholas, como o sentimento de honra, a dedicação cavalheiresca, a realeza, a justiça e o contraste entre as sociedades aristocrata e popular. O mais importante na sua obra não é o carácter individual, mas sim o atrito pessoal com a sociedade e o contraste entre o ambiente e a mentalidade. Exemplo disso são obras como El Último Godo, Las Famosas Asturianas, El Mejor Alcalde el Rey, La Desdichada Estefania, La Estrella de Sevilla, Lo Cierto por lo Doduso, El Rey Don Pedro en Madrid, Porfiar Hasta Morir, Peribáñez y el Comendador de Ocaña, Fuente Ovejuna, El Remedio en la Desdicha, Los Comendadores de Córdoba, La Serrana de la Vera, El Marquez de las Navas, El Mejor Mozo de España, e muitas outras.
Para além do género dramático, Lope também se dedicou a novelas em prosa, muitas vezes com versos intercalados - como é o caso de Arcádia. Dentro deste género também escreveu Dorotea e El Peregrino en su Patria (1603) e Las Fortunas de Diana e La Filomena (1621). Escreveu poemas como La Hermosura de Angelica e La Dragóntea (1602), Circe (1624), Mañana de S. Juan, La Corona Tragica, St. Isidoro Labrador e Romancero Espiritual (1625), Rimas Sacras, Laurel de Apolo (1630), e numerosas poesias líricas. Entre as suas obras, existem algumas que se referem a assuntos portugueses, como La Tragedia de Doña Ignez de Castro (1613), El Bastardo de Ceuta (1615), El Duque de Vizeo (1615), El Más Galan Portugués, Duque de Braganza (1615), La Tragedia del Rey Don Sebastian, y Bautismo del Principe de Marruecos (1618), Segunda Parte del Principe Perfecto (1623), D. Juan de Castro, Fernan Mendes Pinto, Comedia Famosa e El Nuevo Mundo Descubierto, uma comédia em verso que narra, em três atos, a viagem de Cristóvão Colombo e a recusa do rei de Portugal em patrocinar a viagem.
Lope de Vega escreveu também romances pastorais, versos históricos de acontecimentos da sua época, versos biográficos de santos espanhóis, longos poemas épicos e burlescos e contos em prosa, "imitando" ou adaptando os trabalhos de Ariosto e de Cervantes. As suas composições líricas - baladas, elegias, epístolas e sonetos - são inúmeras.

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