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Mensagem

by Fernando Pessoa
Publisher: Assírio & Alvim, December of 2010 ‧
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Mensagem é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também «realmente um só poema», como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação - que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império.

Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um «dia claro» por vir.

Grafismo renovado (sobrecapa). Texto de apoio à leitura, da autoria de Fernando Cabral Martins, no final do livro.

Mensagem

by Fernando Pessoa

Property Description
ISBN: 978-972-37-0436-5
Publisher: Assírio & Alvim
Release Date: December of 2010
Language: Portuguese
Dimensions: 147 x 205 x 12 mm
Cover: Softcover
Pages: 120
Format: Book
Collection: Obras de Fernando Pessoa
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Poetry
EAN: 978972370436515
Recommended Minimum Age: Not applicable

Observaçãop sobre a obra

Henrique S. Mamede

Uma obra muito importante pra quem pretende adquirir um conhecimento transversal sobre Fernando Pessoa.

Mensagem

José Martins

um texto perfeito sobre os princípios, a riqueza do passado. É um livro parar ler e reler, pois cimenta os nossos melhores hábitos.

Soberbo

Monica Silva

Comprei por gostar do autor, mas principalmente porque a minha filha de 17 anos adora Fernando Pessoa. Não há melhor na literatura portuguesa.

Sem qualquer 'mensagem' relevante

João Costa

Como poderei classificar um livro de um dos maiores poetas da nossa história. Demasiado dificil avaliar o bom...

ABOUT THE AUTHOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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