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Linhas Invisíveis

by J. Pedro Baltasar
Publisher: Chiado Books, December of 2013 ‧
15,00€
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Há uma linha que nos une a todos. Paira sobre nós, suspensa e inocente.
Observa-nos... Estuda-nos.
Se puxada por uns, pode provocar a queda de outros. Porque de uma forma ou de outra, como num tabuleiro de xadrez, todas as nossas vidas se cruzam. Todos os nossos actos.
Há uma outra linha, porém, mais ténue e dissimulada, que marca a fronteira entre o bem e o mal.
Poderemos nós,... qualquer um de nós atravessá-la e, passar de pacato e inofensivo cidadão a... assassino implacável?
Que razões nos podem levar a fazê-lo?
O ódio e a vingança?
O sofrimento?
O amor?
É que... todos estamos ligados por...
... Linhas Invisíveis

Linhas Invisíveis

by J. Pedro Baltasar

Property Description
ISBN: 9789895107827
Publisher: Chiado Books
Release Date: December of 2013
Language: Portuguese
Dimensions: 138 x 219 x 43 mm
Cover: Softcover
Pages: 620
Format: Book
Collection: Viagens na Ficção
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789895107827

As peças de xadrês

MRF

Este livro do J. Pedro Baltazar foi uma surpresa, pela positiva, após tê-lo visto na WOOK e adquirir e ainda bem que o fiz. O escritor mostra que é bastante versátil no que escreve, pois o anterior livro é totalmente diferente deste versando mesmo o fantástico, só tenho pena de o ter emprestado e nunca mais o ter tido de volta e agora está totalmente esgotado. Mas voltando a este tema, é um thriller, em que as peças do tabuleiro se movem e ninguém consegue prever quem ganha, se o mal, se o bem. Todos temos uma linha invisível, frágil, fina e quando ela se parte... Tentem ainda encontra-lo perdido em alguma livraria e leiam, vale imenso a pena.

Temos escritor

J. M. Freitas

Há muito que não tinha tanto prazer na leitura de um livro.

Muito Bom

GFilipe

Interessante livro que nos 'agarra' desde o início. Ótimo para ler durante as férias.

Muito bom

Maria Manuel Magalhães

"A vingança é uma espécie de justiça selvagem..." e "Eu sou o cavalo branco. Cada jogada é uma morte!" são frases chave que o leitor vai encontrar em Linhas Invisíveis de J. Pedro Baltasar. As quase 600 páginas não poderão ser um entrave. Lê-se num ápice e fica-se a salivar por mais. Bom, muito bom. Quando o empresário Robert Brannagh é assassinado é chamada à cena do crime uma dupla improvavél: Michael Brunett e Karen "Foxy" Brookes. Apesar de estarem quase toda a investigação às turras, a sintonia está sempre presente entre ambos, tornando-se os cúmplices perfeitos. Dias mais tarde, são assassinados um padre de uma paróquia vizinha e a sua governanta. De destacar que o padre tem acusações de pedofilia, o que poderá ser a causa do seu assassinato. No entanto, o que é comum em ambos os assassinatos são as cartas que os dois receberam dias antes. Cartas misteriosas, acompanhadas de peças de xadrez, dando a entender que tudo poderá não passar de um jogo macabro e demente. Mas o pior está para vir. Na carta que o assassino deixou ao padre encontra-se o nome de Burnett, colocando-o também como uma das peças de xadrez. Apesar de J. Pedro Baltasar já ter publicado Jaguar, pela Porto Editora não conhecia a sua escrita. Fiquei fã. Pena é que a actual editora não aposte na publicidade e na divulgação deste fantástico livro sob pena de passar ao lado de muitos amantes de policiais. Eu vou tentar fazer a minha parte e aconselhá-lo aos que gostam de livros bem escritos, com bastante ritmo, importante para o género, e com uma excelente história que nos envolve de tal maneira que as 600 páginas passam tão depressa que logo que o largamos ficamos com uma sensação de vazio. Muito bom!

UM LIVRO DIFERENTE

Ana Machado

Não é de facto muito vulgar este tipo de escrita em romances policiais, ou “negros”, em Portugal. Pese embora o facto de não conhecer certamente alguns autores, relativamente a este Linhas Invisíveis, pelo menos, contrasta fortemente com o tipo de romance que encontramos pelo burgo. É uma surpresa. Conhecia também já o “Jaguar” deste autor e por mero acaso dei com o anúncio publicitado no fabuloso “IMPRENSA FALSA”. Foi uma surpresa. Por acaso adquiri-o na Feira do Livro, em Lisboa mas não se vê muito por aí. A Chiado Editora é certamente, uma editora pequena e não se avista muito, para além da Net. De qualquer forma, e quanto ao livro, se procuram um livro como quem assiste a um filme, com acção, sadismo e algum humor à mistura, que salta do pesado para o leve e retorna ao pesado num piscar de olhos, se quer ficar sempre a querer saber mais, este é de facto um livro a adquirir. Um autor surpresa, já que o anterior “jaguar”, nada tem que ver com este segundo livro. Recomenda-se e… venha o terceiro.

UMA NOVA FORMA DE ESCREVER ROMANCES

Pedro Pinheiro

Está muito bom, est livro, o segundo do mesmo autor. Também o li e por conhecer o anterior, Jaguar. Estranho apenas o facto de nas livrarias não o encontrar, bem como outros livros desta editora, a CHIADO EDITORA, de quem apenas vislumbro um livro de Pinto da Costa, que desconhecia na vertente escritor. Tanto neste livro - Linhas Invisíveis - como no anterior - jaguar, é uma surpresa esta forma de escrita em que nos sentimos projectados para um filme e agarrados às cadeiras. Suspense, acção e surpresas, é o que não falta. Contrasta pela forma de escrever, com o formato normalmente morno e triste de muitos autores portugueses. Apesar de ter já gostado bastante do primeiro, foi uma surpresa, este segundo, de um género que roça o romance negro e o policial de acção. Tem algumas pechas a nível do trabalho de edição, mas não será o único livro a enfermar desse mal em Portugal. Acho curioso a pouca divulgação deste autor. Talvez me engane, mas não me admiraria que viesse a ouvir-se falar mais dele, no futuro. Recomendo vivamente. Dois bons livros, dois bons filmes. É uma surpresa e uma pedrada no charco do romance nacional, mesmo não sendo o livro "das nossas vidas". Original o recurso aos links para as músicas que perfazem o "soundtrack" do livro, não resultando no entanto, por não se tratar de um Ebook. Vale pela ideia. Tem imagens. É uma mais-valia, no caso. E sim, concordo. Uma capa lindíssima. Tirando a WEB, onde anda este livro? .

Surpreendente

pdomingos

Já tinha lido o Jaguar do mesmo autor, e gostei bastante, este passou-me um pouco ao lado, talvez por não ter sido divulgado como deve de ser. Mas, vamos ao livro. Para os amantes de Trhiller aconselho vivamente, o ritmo é rápido, as diversas personagens não as perdemos durante a leiluta, tendo em conta que acção decorre entre 1979 e 2010 o que nos leva a estabelecer paralelismos entre estas duas época. O livro começa de forma dispersa, mas o mistéro que o envolve, adensa-se e converge s´num sentido. Leiam o livro, é sem dúvida uma boa escola. Ah, esqueci-me da falar da capa, lindissima.

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