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La Religión

by Georg Simmel
language: spanish
Publisher: GEDISA, February of 2013 ‧
13,14€
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Los escritos de Simmel sobre Dios, la fe y las creencias merecen la notoriedad que suscitaron en las últimas décadas otros motivos de su obra. Como teórico de la modernidad, la cuestión religiosa constituye una parte medular de su pensamiento no sólo por sus contribuciones en metafísica sino, también y especialmente, por las propiamente sociológicas, como en el ensayo aquí presentado. Escrito a petición de su amigo y discípulo, el teólogo Martin Buber, el presente texto constituye la contribución más extensa y acaso definitiva del pensador alemán sobre al fenómeno de la religión. Georg Simmel valora la religión como parte sustantiva de la experiencia humana, a la cual sólo un iluminismo ingenuo podría consi-derar superada «con un par de siglos de crítica religiosa». No obstante, Simmel sí objeta el papel de las Iglesias cuando se erigen en apuntadoras de «exigencias morales» sin advertir la contradicción de pretender imponer al sentimiento religioso determinados contenidos particulares ùmás o menos dogmáticosù como si pudieran asociarse a alguna cualidad moral o inmoral. Cuando esto ocurre, cuando así se instituye un sistema moral de premios y castigos, el accionar de las Iglesias resulta lógicamente contradictorio y moralmente despreciable.INDICE: Prefacio. Del Amor y la dominación. Esteban Vernik/ La religión y los grandes ámbitos de conformación de la vida/ Relaciones sociales/ Unidad de grupo/ religión y desarrollo del individuo/ El potencial integrador/ Posfacio: La mirada a la religiosidad en Georg Simmel. Olga Sabido Ramos/ Indice de términos en alemán

La Religión

by Georg Simmel

Property Description
ISBN: 9788497841504
Publisher: GEDISA
Release Date: February of 2013
Language: Spanish
Cover: Softcover
Pages: 124
Format: Book
Categories: Books in Spanish > Fiction > Essays
EAN: 9788497841504

ABOUT THE AUTHOR

Georg Simmel

Professor alemão, Georg Simmel nasceu na cosmopolita Berlim de 1858 e veio a falecer em 1918. Professor universitário admirado pelos seus alunos, sempre teve dificuldade em encontrar um lugar no seio da rígida academia do seu tempo.
Simmel preocupou-se em descobrir os padrões de interação que subjazem às formações sociais mais latas (num registo a que hoje chamaríamos "microssociologia"). A tarefa da sociologia seria não a de estudar globalidades mas sim determinadas dimensões ou aspetos dos fenómenos que, nas suas formas particulares, são passíveis de ser encontrados nos diferentes contextos humanos. Ao fazer uma abstração do conteúdo concreto dos fenómenos sociais e ao focalizar as formas que lhes subjazem, torna-se possível comparar fenómenos radicalmente diferentes no seu conteúdo mas similares na sua forma. Simmel está, deste modo, conotado com a chamada teoria formal. Por muito diferentes que sejam os interesses e os propósitos que levam os homens a associar-se, as formas sociais de interação podem ser idênticas. Há processos de conflito e cooperação, de subordinação e poder, de centralização e descentralização que atravessam as mais variadas estruturas sociais. Para Simmel, as formas sociais encontradas no real não são nunca puras. Simmel também se ocupou das funções do conflito na sociedade, considerando-o uma força mais construtiva do que destrutiva. Harmonia e conflito não são duas realidades distintas mas apenas dois aspetos da mesma realidade.
Toda a realidade é analisada por Simmel em termos de interação. Por exemplo, e ao contrário do que as aparências indicam, os que detêm o poder só podem exercê-lo com a concordância dos que são objeto desse poder. Ao estudar os determinantes estruturais da ação social, Simmel deu especial relevo aos aspetos quantitativos dos grupos, descrevendo as diferenças entre o processo de funcionamento de um grupo conforme seja composto por dois elementos ou por três ou mais. Para o autor, esta análise do comportamento das partes envolvidas num grupo é válida para situações tão diferentes como as relações entre pessoas ou as relações entre estados. Influenciou autores como Robert Park, Geog Lukacks, Ernst Bloch, Karl Mannheim, Theodor Adorno ou Max Horkheimer.
As suas obras principais são: On Social Differentiation (1890); The Problems of the Philosophy of History (1892); Introduction to the Science of Ethics, 2 vols. (1892-93); The Philosophy of Money (1900); Sociology: Investigations on the Forms of Sociation (1908); Hauptprobleme der Philosophie (1910); Philosophische Kultur (1911); Goethe (1913); Rembrandt (1916); Fundamental Questions of Sociology (1917); Lebensanschauung (1918).

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