Informação & Sistemas de Informação
Promessas, realidades & políticas
Publisher:
Edições Sílabo, November of 2021 ‧
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SYNOPSIS
Ao longo dos séculos, a problemática da Informação sempre constituiu motivo de preocupações, para quem tinha que decidir sobre o seu comportamento, na sua actividade, no contexto das Organizações, ou na actividade Política ou Social.
De entre muitas razões que se poderão aduzir para justificar tais preocupações, ressaltam, naturalmente, a natureza económica da Informação, o facto de a Informação poder ser fonte de vantagem competitiva individual ou Organizacional e, não menos importante, a Informação poder constituir fonte de Conhecimento e de Poder - que do seu domínio e da sua instrumentalização podem resultar.
A partir dos anos setenta do século passado, a emergência de modernas Tecnologias da Informação e da Comunicação aceleraram todo o processo de recolha, tratamento, memorização, acesso e transmissão dos Dados e da Informação, com um grande impacto na eliminação (total ou parcial) das variáveis, fundamentais, do desempenho individual e Organizacional, como são o espaço e o tempo - tendo surgido a Informática (em 1966) como Ciência do tratamento automático da Informação e toda uma outra panóplia de tecnologias, (computadores, telecomunicações, Internet) com impactos decisivos no processo informacional e decisional, no contexto da Vida Humana e, nomeadamente, na vida das Organizações.
Acresce que a força dominadora e enformadora dos fornecedores de Tecnologias da Informação e da Comunicação tem adulterado conceitos essenciais e capturado decisores e consumidores - apresentando aquelas tecnologias como mezinhas (snake-oil) para todos os males das Organizações, formando utilizadores-consumidores e, sobretudo, tirando partido da Megalotimia, da Hybris e da Epitimologia, doenças que, naturalmente e com frequência, atingem todos os compradores-consumidores.
Ora, como o prudente Bom Senso aconselha, qualquer instrumento ou qualquer tecnologia pode ser bem ou mal utilizada - donde, as tecnologias, apenas, se poderem constituir em condições necessárias, mas não em condições necessárias e suficientes para a obtenção, automática, de bons resultados... o que, a verificar-se, seria o novo ovo de Colombo da Competitividade dos Países, das Organizações e das Pessoas!
Assim, ao longo do texto, pode constatar-se como todo este ambiente Económico, Político e Social (de desenfreada propaganda mitificadora e mistificadora das tecnologias) tem impedido e preterido o estudo, rigoroso, desta problemática - nomeadamente, escamoteando os ausentes impactos positivos das tecnologias na produtividade, na eficiência e na eficácia individual, Organizacional e Social.
Finalmente, chama-se a atenção para exigências etimológicas e semânticas de expressões e conceitos que, frequentemente, são utilizados ao sabor dos interesses dos providers e dos incautos que, acriticamente, os seguem.
De entre muitas razões que se poderão aduzir para justificar tais preocupações, ressaltam, naturalmente, a natureza económica da Informação, o facto de a Informação poder ser fonte de vantagem competitiva individual ou Organizacional e, não menos importante, a Informação poder constituir fonte de Conhecimento e de Poder - que do seu domínio e da sua instrumentalização podem resultar.
A partir dos anos setenta do século passado, a emergência de modernas Tecnologias da Informação e da Comunicação aceleraram todo o processo de recolha, tratamento, memorização, acesso e transmissão dos Dados e da Informação, com um grande impacto na eliminação (total ou parcial) das variáveis, fundamentais, do desempenho individual e Organizacional, como são o espaço e o tempo - tendo surgido a Informática (em 1966) como Ciência do tratamento automático da Informação e toda uma outra panóplia de tecnologias, (computadores, telecomunicações, Internet) com impactos decisivos no processo informacional e decisional, no contexto da Vida Humana e, nomeadamente, na vida das Organizações.
Acresce que a força dominadora e enformadora dos fornecedores de Tecnologias da Informação e da Comunicação tem adulterado conceitos essenciais e capturado decisores e consumidores - apresentando aquelas tecnologias como mezinhas (snake-oil) para todos os males das Organizações, formando utilizadores-consumidores e, sobretudo, tirando partido da Megalotimia, da Hybris e da Epitimologia, doenças que, naturalmente e com frequência, atingem todos os compradores-consumidores.
Ora, como o prudente Bom Senso aconselha, qualquer instrumento ou qualquer tecnologia pode ser bem ou mal utilizada - donde, as tecnologias, apenas, se poderem constituir em condições necessárias, mas não em condições necessárias e suficientes para a obtenção, automática, de bons resultados... o que, a verificar-se, seria o novo ovo de Colombo da Competitividade dos Países, das Organizações e das Pessoas!
Assim, ao longo do texto, pode constatar-se como todo este ambiente Económico, Político e Social (de desenfreada propaganda mitificadora e mistificadora das tecnologias) tem impedido e preterido o estudo, rigoroso, desta problemática - nomeadamente, escamoteando os ausentes impactos positivos das tecnologias na produtividade, na eficiência e na eficácia individual, Organizacional e Social.
Finalmente, chama-se a atenção para exigências etimológicas e semânticas de expressões e conceitos que, frequentemente, são utilizados ao sabor dos interesses dos providers e dos incautos que, acriticamente, os seguem.
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789895611966 |
| Publisher: | Edições Sílabo |
| Release Date: | November of 2021 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 158 x 233 x 7 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 160 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
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Management
>
Management and Organization
|
| EAN: | 9789895611966 |
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