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Hokusai

by Henri Focillon
language: french
Publisher: FAGE, October of 2005 ‧
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Henri Focillon (1881-1943). Entre 1910 et 1920, Henri Focillon s'attache à l'étude de l'art d'Extrême-Orient. Trois publications en attestent, dont Hokousaï, éditée en 1914. La pensée de Focillon qui se cristallisera plus tard dans la Vie des formes (1934) et L'Art d'Occident (1937) est déjà opérante dans cet ouvrage consacré à Hokusaï. Si la plupart des pages du livre sont consacrées à des anecdotes biographiques, pour Focillon l'objectif est de proposer pour l'art japonais une méthode analytique efficace, et cette tentative d'ordre théorique est alors inédite. Xatsushika Hokusaï (176o-1849). Aussi admiré en Occident que contesté au japon. Katsushika Hokusaï fut l'un. des plus grands artistes qu'Edo (Tokyo) ait engendrés. Il laissa une oeuvre monumentale, inégale et géniale d'une- diversité sans pareille. Peintre, théoricien; dessinateur et xylographe admirable, il fut le type même de l'artiste ne vivant que pour son art, solitaire et toujours insatisfait. A la fin du premier volume des Cent vues du Mont Fuji (1834-1835), il écrivit que son oeuvre exécutée avant l'âge de soixante-dix ans ne comptait pas, qu'à quatre-vingt-dix ans il pénétrerait le secret des choses, qu'à cent ans il serait un vrai peintre, et qu'à cent dix ans il atteindrait la perfection. Observateur inlassable des hommes et de la nature, il accomplit une simplification hardie des formes et fit des contrastes et harmonies de couleurs, dans ses séries de paysages notamment, un usage qui renouvela l'art de l'estampe.

Hokusai

by Henri Focillon

Property Description
ISBN: 9782849750131
Publisher: FAGE
Release Date: October of 2005
Language: French
Format: Book
Collection: 128 Psychologie
Categories: Books in French > Art > Painting
EAN: 9782849750131

ABOUT THE AUTHOR

Henri Focillon

Henri Focillon nasceu em Paris no ano de 1881. Durante a sua adolescência contatou e conviveu diretamente com artistas como Eduard Vuillard e Auguste Rodin e com vários teóricos de arte, entre eles Gustave Geffroy, um dos primeiros documentadores do impressionismo. As suas incursões no universo da teoria da arte começou aos 19 anos, depois de concluir o ensino secundário, quando ajudou o mestre Geffroy a escrever o primeiro volume do livro Les Musées d'Europe (Os Museus da Europa). Mais tarde, entre 1901 e 1905, estudou Filologia na École Normale Supérieure, ainda hoje, uma das mais prestigiadas universidades francesas. Após uma breve incursão no ensino secundário é convidado, em 1913, a lecionar na Universidade de Lyon. Simultaneamente, assume o cargo de diretor do Musée des Beaux-Arts, da mesma cidade. Durante este período, Focillon publicou vários artigos e estudos de história da arte que variaram desde a arte budista até Benvenuto Cellini.

Em 1924, o historiador concluiu a sua dissertação de mestrado, que teve como tema Giovanni Battista Piranesi , submetida à Universidade de Paris e nesse mesmo ano sucedeu a Émile Mâle como responsável da cadeira de Arqueologia Medieval na prestigiada Sorbonne . Manteve-se interessado em vários períodos artísticos, mas o seu ensino passou a ser focado no período medieval. Esses anos na capital parisiense foram os mais produtivos da sua vida. Inspirou uma nova geração de medievalistas ao escrever várias monografias sobre o período medieval. Entre elas, destaca-se L'art des romans sculpteurs de 1931, e La Civilisation Occidentale au Moyen Âge, publicada numa coletânea de vários ensaios em 1933. Também neste ano começa a lecionar cursos regulares de seis semanas na Universidade de Yale (E.U.A.). No ano seguinte, muito baseado nos seus escritos sobre arte medieval, publica o livro La vie des formes (A Vida das Formas). Em 1938, o seu ensaio sobre a civilização ocidental na Idade Média reapareceu, revisto, e desta vez publicado isoladamente, com o nome Art d'Occident, le Moyen Âge, Roman et Gothique (A Arte do Ocidente – A idade Média, Românico e o Gótico). Ainda nesse ano, aceitou lecionar a cadeira de estética no Collège de France, mas com a condição de manter a sua colaboração com a Universidade de Yale.

Focillon estava nos Estados Unidos quando a Segunda Guerra Mundial rebentou na Europa, em 1939 e aí testemunhou a ocupação da França pelos nazis, em 1940. Nesse ano, foi o primeiro aluno sénior em Harvard's Dumbarton Oaks em Washington. Morreu em 1943, nos Estados Unidos, no mesmo ano em que foi publicado o seu ensaio Moyen âge, Survivances et Reveils. Entre os alunos de Focillon, estiveram os historiadores de arte mais ilustres da geração seguinte. Na Sorbonne, inspirou, entre outros, André Chastel , Françoise Henry, Philippe Verdier e Louis Grodecki. Dos seus discípulos, em Yale, destacam-se Sumner McKnight Crosby, Charles Seymour, e George Kubler. Era muito conhecido pela força das suas palestras e foi numa delas que convenceu James Ackerman a tornar-se historiador de arquitetura; Robert Branner também foi um fervoroso seguidor do seu trabalho. A entrega retórica e o discurso eloquente e quase literário de Focillon (lecionou exclusivamente em francês) tornaram-se lendários em Yale.

Focillon foi o primeiro grande historiador de arte francês a incorporar o método de ensino da história da arte baseado na tradição germânica. A sua metodologia - denominada método formalista - empregou um desenvolvimento cíclico das formas baseado na teoria da forma de Heinrich Wölfflin e Adolf von Hildebrand, uma abordagem que não tem como regra a cronologia do tempo. O teórico francês tentou estabelecer princípios formalistas de interpretação com base no que ele chamou de "visualidade pura". O caráter objetivo que defende é a antítese da objetividade analítica que dominava a escrita de arte moderna e histórica da época. Ao contrário de Émile Mâle, Focillon, enfatizou a importância da forma sobre a iconografia ou o simbolismo. Esta visão de Focillon foi vigorosamente criticada por Meyer no artigo Schapiro Bulletin da revista Art in Moissac.
Focillon ficou conhecido por questionar muitas das bases do estilo românico, e alertou que muita arte românica, apesar de datada deste período, não poderia ser denominada como tal. Ele reforçou a arquitetura como o impulso primário artístico da Idade Média, um dado consensual entre os historiadores da arte francesa do seu tempo. O ano 1000 foi, segundo ele, o início deste período de construção, testemunhado no livro com o mesmo assunto e título.

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