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language: spanish
Publisher: TRESMOLINS, October of 2022 ‧
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Con su primer libro de poemas amplió Else Laker-Schüler los límites del lenguaje amoroso alemán. En Estigia explora un nuevo concepto de la singularidad y capacidad literaria de la mujer: sesenta y dos poemas en los que la dureza, la frialdad y una hiriente ironía forman una mezcla explosiva con un reivindicativo erotismo femenino, que se proyecta en vertiginosas imágenes, enriquecidas por el imaginario bíblico-judío. iodístico, a la vez que lúcida reflexión sobre los intereses internacionales que estaban en juego en las guerras balcánicas.speare, creyendo que las personas en el baile no son lo suficientemente cultas para entenderlo y valorarlo. Teme exhibir su superior educación y cultura. Al encontrarse con su esposa y las hermanas Kate y Julia, se inicia una conversación trivial. Hablan de las cubiertas de jebe que Gabriel usa sobre los zapatos y los que su esposa también usa, casi contra su voluntad. También aparece el tema político: la lucha por la independencia irlandesa.Al fin llega Freddy Malins. La tía Kate se inquieta al pensar que podría estar ebrio, así que manda a Gabriel a recibirlo, con la instrucción de no dejarlo subir en caso de que se halle borracho. Por suerte Freddy no lo está.La cena, la música y el baile han producido en la esposa de Gabriel un estado de ánimo nostálgico y melancólico. Le ha hecho recordar un antiguo amor que finalizó de forma trágica. Y no puede resistir la tentación de contárselo a su esposo. La historia finaliza con una amarga meditación de Gabriel junto al lecho conyugal, meditación precursora de los monólogos que Joyce utilizará en Retrato del artista adolescente y especialmente en Ulises.

Estigia

by Else Lasker-Schüler

Property Description
ISBN: 9788494793059
Publisher: TRESMOLINS
Release Date: October of 2022
Language: Spanish
Dimensions: 150 x 230 x 23 mm
Cover: Softcover
Pages: 145
Format: Book
Categories: Books in Spanish > Fiction > Romance
Books in Spanish > Fiction > Poetry
EAN: 9788494793059

ABOUT THE AUTHOR

Else Lasker-Schüler

"Else Lasker-Shüler (1869-1945) é uma figura enigmática e única, no contexto das primeiras décadas do século XX e da poesia alemã do chamado 'Expressionismo', onde claramente não cabe. Desde os primeiros anos do século, quando, depois de um casamento burguês de pouca dura, começa a frequentar os meios da boémia berlinense (onde, com pouquíssimas exceções, só vai encontrar homens), até aos variados exílios, na Suíça e finalmente na Palestina (entre 1939 e 1945), o 'cisne negro de Israel', como lhe chamou Karl Kraus, é uma lenda da simbiose judaico-alemã que ela própria pretende encarnar, 'criatura de sonhos' e 'aparição' saída de mundos de fantasia para os quais arrasta por vezes alguns artistas e escritores, mais ou menos conhecidos, desses anos áureos do que podemos ver como o Modernismo alemão, entre 1910 e 1920 (entre outros, Franz Marc, o 'Cavaleiro Azul' e Ruben de Caná, Gottfried Benn, a quem chamava 'Giselheer, o Bárbaro', Karl Kraus, o 'Dalai-Lama', Georg Trakl). Estranheza, exotismo, fantasia sem limites e alguma ponta de loucura poderão ajudar a dar perfil a uma mulher que, oriunda de uma família de judeus assimilados e marcada por dois casamentos breves, cedo escolhe um caminho que a levará a inventar mundos próprios, alimentados pelas visões de um 'Oriente de Deus' - judeu, árabe, egípcio, oriental sem mais - que não tem paralelo em nenhum outro poeta da época. A inventar mundos e a assumir máscaras várias: Jussuf (José), príncipe de Tebas, Tino, princesa de Bagdad, Robinson, o índio 'Jaguar Azul'... A 'autobiografia' que fornece em 1919 ao organizador da mais célebre antologia de poesia do Expressionismo ('Menscheitsdämmerung'/ 'Aurora da Humanidade', de Kurt Pinthus) é sintomática da indistinção entre lenda e vida que marcará a existência e a obra de Else Lasker-Schüler: 'Nasci em Tebas (Egito), embora tenha visto a luz do mundo em Elberfeld, na Renânia. Fui à escola até aos onze anos, tornei-me Robinson, vivi cinco anos no Oriente, e desde então vegeto.'"
João Barrento, na apresentação do livro 'Baladas Hebraicas'

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