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Dicionário de Plantas e Animais

by Miguel Marques
Publisher: Edições Sílabo, September of 2005 ‧
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Este dicionário é um precioso instrumento para todos aqueles que, nas escolas, universidades, centros de investigação ou, navegando na World Wide Web, têm de lidar com nomes de plantas e animais em Inglês ou na sua versão científica (latim).
Com mais de 2800 nomes comuns de animais, 4200 nomes comuns de plantas e 3200 designações científicas, esta obra supre uma importante lacuna no panorama editorial português, ajudando professores, estudantes, cibernautas e todos os entusiastas destes temas a descodificar informação ou a elaborar textos científicos.

ÍNDICE
NOTA INTRODUTÓRIA / PLANTAS: INGLÊS – PORTUGUÊS – LATIM / PORTUGUÊS – INGLÊS – LATIM / LATIM – PORTUGUÊS – INGLÊS / ANIMAIS: INGLÊS – PORTUGUÊS – LATIM / PORTUGUÊS – INGLÊS – LATIM / LATIM – PORTUGUÊS – INGLÊS / FONTES BIBLIOGRÁFICAS.

Dicionário de Plantas e Animais

by Miguel Marques

Property Description
ISBN: 9789726183792
Publisher: Edições Sílabo
Release Date: September of 2005
Language: Portuguese
Dimensions: 141 x 214 x 12 mm
Cover: Softcover
Pages: 256
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Dictionaries and Encyclopedias > Technicians
EAN: 9789726183792
Recommended Minimum Age: Not applicable

Indispensável para a área da biologia animal

Cátia

Recomendo, tanto para quem estuda na área, como para quem se interessa por animais e biologia. Bastante útil!

ABOUT THE AUTHOR

Miguel Marques

Miguel Marques escreveu o romance Cada Vez Mais Forte o Sino (BookBuilders 2017).
Nasceu no Porto em 1971, vive em Vila do Conde.
Continua com intensa atividade na associação cultural Cabe Cave.
Prepara o terceiro volume da trilogia do Édipo, dedicado ao derradeiro Édipo em Colono de Sófocles, invertida a ordem cronológica das fábulas (Rei Édipo, Édipo em Colono, Antígona). Conta-se a redenção possível do ser trágico no confronto interior de Isaac Lobo; a falhada passagem ao divino prevista no texto original. Agora o tempo marca-se alternativo num mesmo espaço, repete-se, quando necessário, evitando a libertação última pelo suicídio. Ao contrário de Édipo, Isaac não sai transfigurado na sua aproximação ao fim, nem tenta justificar os seus crimes pela simples razão de não os ter cometido, quando a sua mácula é herdada por contaminação. Nem esse fim está destinado a Isaac Lobo.

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