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Da Arte do Servilismo
Uma sátira filosófica sobre os homens sombra ou de como subir na vida à custa dos outros
Publisher:
Padrões Culturais, June of 2014 ‧
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SYNOPSIS
Os governos ou as democracias são sempre escravos do povo, mas por norma nunca fazem o que este reclama, mas dizem-lhe sempre o que eles querem ou gostam de ouvir, a base da vida dos políticos está dependente da sua habilidade para quem o serve, conforme ilustra D’Holbach neste excerto do livro:
«Esta arte e controlo sobre si mesmo, não significa a dissimulação profunda que constitui o primeiro componente de um cortesão de verdade! O cortesão deve, constantemente, sob o disfarce de uma pura amizade, ludibriar os seus rivais, mostrar a sua faceta mais afectuosa aos que mais odeia e beijar com ternura todos aqueles que gostaria de estrangular; por fim, este deve ainda manter, sem qualquer tipo de alteração, o seu rosto enquanto mente descaradamente.»
Há quem os despreze e os defina como abjectos, bajuladores, subservientes, gentis, subtis, mercantis, ardilosos, arquitectos da indiferença e do sombrio. Estes são pessoas que não têm estima por ninguém, muito menos por si mesmo; o seu propósito é o de embrutecer a inteligência do homem, para fazer dele o que quiser.
Cada frase sua é sempre construída por um sujeito, um predicado e um elogio final, para agradar, encantar e dar prazer a quem se dirige, mas esta é a base desta nossa sociedade civilizada.
Um país sem cidadãos de boa reputação, não pode existir verdadeiramente, porque seria muito fácil a um governo ser eterno se oferecesse ao povo, todos os dias um fogo-de-artifício.
Essa sua arte de bajular não é a mais perigosa de todas, mas sem dúvida o nível de mediocridade do meio que nos rodeia, o verdadeiro perigo ou mal não está na multiplicação das máquinas na nossa sociedade, mas sim no número cada vez maior de pessoas a só desejar o que as máquinas nos podem dar.
«Esta arte e controlo sobre si mesmo, não significa a dissimulação profunda que constitui o primeiro componente de um cortesão de verdade! O cortesão deve, constantemente, sob o disfarce de uma pura amizade, ludibriar os seus rivais, mostrar a sua faceta mais afectuosa aos que mais odeia e beijar com ternura todos aqueles que gostaria de estrangular; por fim, este deve ainda manter, sem qualquer tipo de alteração, o seu rosto enquanto mente descaradamente.»
Há quem os despreze e os defina como abjectos, bajuladores, subservientes, gentis, subtis, mercantis, ardilosos, arquitectos da indiferença e do sombrio. Estes são pessoas que não têm estima por ninguém, muito menos por si mesmo; o seu propósito é o de embrutecer a inteligência do homem, para fazer dele o que quiser.
Cada frase sua é sempre construída por um sujeito, um predicado e um elogio final, para agradar, encantar e dar prazer a quem se dirige, mas esta é a base desta nossa sociedade civilizada.
Um país sem cidadãos de boa reputação, não pode existir verdadeiramente, porque seria muito fácil a um governo ser eterno se oferecesse ao povo, todos os dias um fogo-de-artifício.
Essa sua arte de bajular não é a mais perigosa de todas, mas sem dúvida o nível de mediocridade do meio que nos rodeia, o verdadeiro perigo ou mal não está na multiplicação das máquinas na nossa sociedade, mas sim no número cada vez maior de pessoas a só desejar o que as máquinas nos podem dar.
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789897090608 |
| Publisher: | Padrões Culturais |
| Release Date: | June of 2014 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 134 x 195 x 3 mm |
| Pages: | 48 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Social Sciences and Humanities
>
Philosophy
|
| EAN: | 9789897090608 |
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