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Contos Fluminenses

by Machado de Assis
language: portuguese, brazilian portuguese
Publisher: L PM, January of 2008 ‧
7,95€
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Machado de Assis cultivou vários gêneros literários: poesia, teatro, romance, conto, crônica, crítica. Não se destacou como poeta e dramaturgo, mas em seus contos e romances encontramos algumas das melhores páginas das Letras brasileiras de todos os tempos. O bruxo do Cosme Velho - assim chamado devido ao bairro onde morava no Rio de Janeiro - escreveu cerca de duzentos relatos, que podemos incluir no gênero conto, o que revela uma produção considerável, tendo em vista as demais tipologias literárias desenvolvidas pelo autor. Nas páginas deste livro, o leitor encontrará o mesmo observador da alma e das contradições humanas revelando um tom de moralidade típico dos contos clássicos. Será brindado com considerações filosóficas recheadas de humorismo, embora um pouco superficial, graças ao estilo romântico predominante na época de sua escritura. Por meio dos Contos fluminenses (1870), o leitor observará Machado de Assis dando os seus primeiros passos num gênero ainda pouco difundido no Brasil, na época de sua publicação, que viria a torná-lo o maior contista brasileiro de todos os tempos.

Contos Fluminenses

by Machado de Assis

Property Description
ISBN: 9788525409683
Publisher: L PM
Release Date: January of 2008
Language: Portuguese, Brazilian Portuguese
Dimensions: 105 x 180 mm
Cover: Softcover
Pages: 219
Format: Book
Collection: L Pm Pocket
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9788525409683

ABOUT THE AUTHOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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