Contos, de Oscar Wilde

Book 4

by Oscar Wilde
Publisher: Raiz Editora / Lisboa Editora, February of 2006 ‧
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Nestes quatro contos de Oscar Wilde, são as boas causas, a generosidade e a beleza, os valores que orientam O Príncipe e a Andorinha, O Gigante, O Rouxinol, e Hans, o Amigo Dedicado.

Uns têm um final feliz, outros nem por isso, mas em todos eles surge a difícil escolha entre o egoísmo e o amor aos outros.


Coleção 1001 LIVROS

Bastante apelativos, os livros desta coleção, destinados a um público com idade superior a 10 anos, contêm:

  • Texto integral anotado;
  • Linhas de leitura para ler melhor;
  • Jogos e desafios de escrita;
  • Outros textos sobre o mesmo tema.
  • Contos, de Oscar Wilde

    by Oscar Wilde

    Property Description
    ISBN: 978-972-680-653-0
    Publisher: Raiz Editora / Lisboa Editora
    Release Date: February of 2006
    Language: Portuguese
    Dimensions: 130 x 195 x 6 mm
    Cover: Softcover
    Pages: 80
    Format: Book
    Collection: 1001 Livros
    Categories: Books in Portuguese > Children’s and Young Adult > Young Adult Literature
    EAN: 978972680653011
    Recommended Minimum Age: Ages 10 and up

    Contos que contam...

    Pedro Alberto

    Este livro de 4 contos de Oscar Wilde podemos encontrar histórias agradáveis, algumas das quais têm inúmeras referências em filmes, séries, desenhos animados e banda desenhada aos quadradinhos.

    ABOUT THE AUTHOR

    Oscar Wilde

    Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
    Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
    É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
    É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
    Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
    Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
    Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
    Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
    Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
    Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
    É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
    O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
    Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
    É na prisão que escreve De Profundis.
    Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
    Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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