Consuelo - O Amor Proibido
Publisher:
Lema d`Origem, April of 2014 ‧
see product details
10,00€
10% OFF
CARD
VFVKMWNISnNlVWRWSzJjeFJrRmtWVEE1ZVdGamNISjVTR2hDVFhSeWMzQkljV0Z1TW5scFkzQjBWRk4wT0dFMFpWTTRNVWMzYldGWU0wcE9NWFowU0ZZMVQzbHplbnBuZVhWUUszY3Jka00yZERGSVFXVnhNako1YzFKVVptaHRaaTlQUmpVcmJFMTBjMVZSYjNaUWNYaGlORk5xUkZwa05FTlBLMlo0TDJ4Tk1UbExXSEJtZEV0eFlrWlhTa2RSYlVkcGVUVklUVXBFUTJSb2FsWlpaRkoxTDJFM1YwMVJiMDFVYUVoVlpXd3hhSGQwVlhOUE9FWmhaR2QzZWpkRlV6WkpXVXA1V0hwck9YQkVlVlJqUjNwclFVZHRkVXRrVlRKaVdGbGFWV2wyV1Vad1IxaERSVEpOWVdOcVQzWjBaRWg0V0haUlpqWnBabll2V1hwR2VFc3JTMjV2YUcwM1VXWkNNa3B1ZVVvdmRWTndSakpvTVhoaEswbFdXVmc0ZFhrdlJXaGpZVWhITDAwdmJ6TXZXbWtyTkRNNVVtMHpNVzVMWlZsbFUyNU5PV2czZGpJM05WSXpMM2xYVjBwWWFXZHhUalZ3VWxoc1R6VndUbEJXUmtaUVZHNDBNMk50YmpST2QxTjVNMHhNWTJkV1dUazRXVXhhWldnMmVIQm1LMUZLTWxsQ1NFeFRaelJZUVdSRGRXVm1kVXBMYUdOR1dVc3ljSHAzZW1FM2RFMHZXbEF6TjBkVFZYQjNhelp4VUd0aFpFaHNkVUZzYVZKMldsVlFSVVptV2xGWVdFdHpNRVo2V1hGcGJYRmFPR0YzYVRVdk9UQjFSVmw0VTNadVRXeHpjMngyTkVwYWRFSkNSRmhoVTNOekt6aHVNMEZZUmxaamNsZFZhMDVIU0M5UFFrRXhRMmx4VFVVcmRuQkJTM2xLYldOTFlsbGphazkyU0dwNGJIb3ZWVkYzUkVGbWMwbEZWekJvWlhGVmIzUm1OelZaYTBSWVNHRkRaazAxWWlzeFVEZE9URmxEVUd4T2RqZzJaa1psTWtGdmVUQXJaVkJGWjFaTFZ6UmtTRWt4YTA1R2JHcE1SeTgzT0Vwc05tUnlVVEJyV1RoNlIwbDVTWGxWT1dOVlRucFVUVXhCZVRoUmIyRldkblk1WjB0dVpHeHlUVVpXZVZSQ2NscE9VSEZsUmtoSVJtVlliazR3SzNRek1XeFBhMmhqTkdZM1VIWkNVRXhGVVRSRlJYUllSSFJDVTNSb2MwUmhUWFJoYUdoNGNFWXJjREZXT0dWU2NFSnRibFpJYmxwRGJIUmtNRVJCTDNkSFoxTTRSMjB4YUN0dVdYTllibXRYZEdGMTpvdm05VERVdkFpTTVMR3RMaUI4TUxnPT0=
SYNOPSIS
«A raia foi muito mais que um espaço geográfico. A raia foi um microcosmo, um espaço multicultural, económico e comunitário, um espaço de partilhas que os seus habitantes sempre souberam conciliar, às vezes ignorando a lei, lei essa muitas vezes ao serviço de outros interesses e não os dessa comunidade.
A raia, como se percebe, é o pano de fundo de grande parte dos contos que o autor nos oferece. Essas vivências transfronteiriças surgem-nos num período conturbado da nossa história, num período em que a guerra civil grassava em Portugal e onde, mais uma vez, os ideais eram comuns em ambos os lados da fronteira.
Perante esta realidade histórica, que é um facto, somos obrigados a questionar-nos sobre a física fragilidade da mesma e, quem sabe, a elevar o nosso pensamento para este nosso tempo, este início do século XXI, muito próprio, muito global, mas simultaneamente egocentrista.
Consuelo, o amor proibido, não é uma obra de mera ficção. Estas bem urdidas narrativas de Bernardino Henriques possuem uma dimensão humana que me leva a apostar na sua divulgação. Nelas, há a eterna luta entre a emoção e a razão, seja ela qual for, e que muitas vezes é o resultado de uma época histórica, de uma ética e moral vigentes, e não fruto do desenvolvimento e do progresso humano.
O ser humano é-nos apresentado frágil, cheio de contradições, e nem o estatuto profissional o consegue enobrecer. As emoções, sejam elas de celibatários ou não, acabam sempre por influenciar o nosso comportamento, às vezes extremo, e a questão põe-se mais uma vez: onde acaba a emoção e começa a razão, ou vice-versa?
O autor não nos dá nenhuma resposta, e nem é necessário. Isso é sempre algo que permanecerá na consciência de cada um de nós, e poderá ser sempre avaliado de diferentes perspectivas. Há uma relatividade em tudo o que é profundamente humano, esse relativismo é atávico, faz parte da sua natureza e permanecerá nele, em nós, ao longo da sua existência.»
António Sá Gué
A raia, como se percebe, é o pano de fundo de grande parte dos contos que o autor nos oferece. Essas vivências transfronteiriças surgem-nos num período conturbado da nossa história, num período em que a guerra civil grassava em Portugal e onde, mais uma vez, os ideais eram comuns em ambos os lados da fronteira.
Perante esta realidade histórica, que é um facto, somos obrigados a questionar-nos sobre a física fragilidade da mesma e, quem sabe, a elevar o nosso pensamento para este nosso tempo, este início do século XXI, muito próprio, muito global, mas simultaneamente egocentrista.
Consuelo, o amor proibido, não é uma obra de mera ficção. Estas bem urdidas narrativas de Bernardino Henriques possuem uma dimensão humana que me leva a apostar na sua divulgação. Nelas, há a eterna luta entre a emoção e a razão, seja ela qual for, e que muitas vezes é o resultado de uma época histórica, de uma ética e moral vigentes, e não fruto do desenvolvimento e do progresso humano.
O ser humano é-nos apresentado frágil, cheio de contradições, e nem o estatuto profissional o consegue enobrecer. As emoções, sejam elas de celibatários ou não, acabam sempre por influenciar o nosso comportamento, às vezes extremo, e a questão põe-se mais uma vez: onde acaba a emoção e começa a razão, ou vice-versa?
O autor não nos dá nenhuma resposta, e nem é necessário. Isso é sempre algo que permanecerá na consciência de cada um de nós, e poderá ser sempre avaliado de diferentes perspectivas. Há uma relatividade em tudo o que é profundamente humano, esse relativismo é atávico, faz parte da sua natureza e permanecerá nele, em nós, ao longo da sua existência.»
António Sá Gué
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789898342362 |
| Publisher: | Lema d`Origem |
| Release Date: | April of 2014 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 153 x 231 x 8 mm |
| Pages: | 104 |
| Format: | Book |
| Collection: | Palavra |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Fiction
>
Short stories
|
| EAN: | 9789898342362 |
PEOPLE WHO BOUGHT ALSO BOUGHT
-
10%Histórias que o Povo TeceLema d`Origem12,00€ 10% CARTÃO
-
10%Contos dos Montes ErmosLema d`Origem12,00€ 10% CARTÃO