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Cadernos de Iniciação Científica

by Rómulo de Carvalho
Publisher: Relógio D'Água, April of 2004 ‧
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Os Cadernos de Iniciação Científica, de Rómulo de Carvalho, publicados em Lisboa entre 1979 e 1985, são uma das realizações mais notáveis do autor nos campos da pedagogia e da didáctica das ciências. Os Cadernos, "destinados especialmente aos jovens estudantes dos 9 aos 15 anos", (...) combinam no seu conteúdo um texto muito acessível e de fácil leitura, sem cair em simplificações que falseiem o entendimento da realidade, com uma apresentação atraente que recorre abundantemente à imagem não apenas para despertar o interesse do leitor mas também como veículo de informação, designadamente, situando os temas numa perspectiva histórica no longo e ininterrupto percurso cognitivo da Humanidade.

"De onde vem a água da chuva? Por onde é que anda o sol durante a noite? O que são os relâmpagos? E os trovões? "Há pessoas" explica Rómulo de Carvalho numa linguagem fácil (por vezes, poética) que nada tem de facilitista, "que fazem perguntas destas sem se importarem muito com as respostas, mas há outras que não sossegam enquanto não arranjarem respostas que as satisfaçam.""
in Visão, 13 Janeiro 2005

Cadernos de Iniciação Científica

by Rómulo de Carvalho

Property Description
ISBN: 9789727087778
Publisher: Relógio D'Água
Release Date: April of 2004
Language: Portuguese
Dimensions: 235 x 187 x 23 mm
Cover: Softcover
Pages: 382
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Social Sciences and Humanities > Others
Books in Portuguese > Children’s and Young Adult > Reference Books
EAN: 9789727087778
Recommended Minimum Age: Not applicable

ABOUT THE AUTHOR

Rómulo de Carvalho

Rómulo Vasco da Gama Carvalho nasceu em Lisboa em 1906 e faleceu na mesma cidade, em 1997.
Poeta, autor dramático, cientista e historiador, formado em Ciências Físico-Químicas pela Universidade do Porto. Com o seu nome próprio, Rómulo de Carvalho é autor de numerosos volumes de divulgação da cultura científica, publicados, nos anos 50 e 60, na colecção "Ciência para gente nova", da Atlântida nos anos 70, nos "Cadernos de iniciação científica", da Sá da Costa, a que seguiriam nas décadas posteriores vários manuais escolares. Ainda neste domínio, desenvolveu trabalhos de investigação sobre a história da ciência em Portugal. Como poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão, é contemporâneo da geração de "Presença", mas só se revelou na segunda metade do século, sendo saudado, no momento da sua revelação, por David Mourão-Ferreira como uma voz "inteiramente nova" no panorama poético dos anos 50 (cf. Vinte Poetas Contemporâneos , 2.a ed., Lisboa, Ática, 1980, pp. 149-153). Para essa originalidade concorriam, entre outros traços, a incorporação das tradições do primeiro e segundo modernismos, a opção por um estilo rigorosamente cadenciado e ritmado, a expressão da inquietação e angústia colectivas do Homem do pós-guerra ou o recurso frequente a uma terminologia ou imagística provenientes do domínio científico. Jorge de Sena (cf. estudo introdutório à segunda edição de Poesias Completas , Lisboa, Portugália, 1968) e Fernando J. B. Martinho (cf. Tendências Dominantes da Poesia Portuguesa da Década de 50 , Lisboa, Colibri, 1996, pp. 428-433) assinalam na poesia de António Gedeão a recorrência de dispositivos retóricos que permitem considerar no âmbito de um neobarroquismo a poesia do autor de Movimento Perpétuo.
Vários dos seus poemas foram também divulgados através da música, como, por exemplo, Calçada de Carriche, Fala do Homem Nascido, Lágrima de Preta e Pedra Filosofal , tendo este último, composto e cantado por Manuel Freire, obtido um sucesso invulgar.

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