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As Artes Navais para a Conquista de Lisboa aos Mouros em 1147

by Joaquim Ferreira da Silva
Publisher: Chiado Books, December of 2013 ‧
12,00€
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As actividades marítimas, no estuário do Tejo, não se iniciaram com os barcos dos cruzados que vieram auxiliar D. Afonso Henriques na conquista de Lisboa aos mouros.
Muitos anos antes diversos povos que o demandaram fizeram do rio e das povoações que cresceram nas suas margens, pólos de actividades marítimas. Nos anos que antecederam a conquista de Lisboa, pelo nosso primeiro rei, os mouros ali estabelecidos, desde o século IX, já tinham ligações marítimas frequentes entre o estuário e o Norte de África.
Antes deles o Tejo fora demandado pelos romanos e em suas margens há imensos vestígios dessa civilização. Scalabis (Santarém) é um desses históricos vestígios.
Os historiadores admitem mesmo que embarcações gregas (século XIV AC) e fenícias (século X AC) possam ter escalado o Tejo muito antes do início da era cristã.
Pela mesma época histórica o Tejo recebeu muitas embarcações cartaginesas.
Mas foi com a conquista de Lisboa aos mouros que os portugueses fizeram desta cidade a sua capital e nela se desenvolveram os arsenais, os estaleiros, os armazéns e as escolas de náutica que os levaram à grandeza marítima, oceanos fora, hoje por todos reconhecida.
A história mostrou- nos que Lisboa enquanto local habitável, e o Tejo a ligar ao mar, será sempre um grande pólo de actividades marítimas.

As Artes Navais para a Conquista de Lisboa aos Mouros em 1147

by Joaquim Ferreira da Silva

Property Description
ISBN: 9789895104758
Publisher: Chiado Books
Release Date: December of 2013
Language: Portuguese
Dimensions: 139 x 220 x 12 mm
Cover: Softcover
Pages: 154
Format: Book
Collection: Viagens na Ficção
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Essays
EAN: 9789895104758

ABOUT THE AUTHOR

Joaquim Ferreira da Silva

Joaquim Ferreira da Silva completou, em 1948, o curso de Pilotagem na escola náutica de Lisboa. Iniciou a sua vida profissional ao serviço da SOPONATA e da SACOR MARÍTIMA LDA, empresas onde serviu mais de 20 anos como Oficial e Comandante de alguns dos seus navios, nos quais navegou mais de 1 milhão de milhas.
No início da década de 70 dedicou-se ao ensino náutico tendo exercido funções docentes, quer na escola Náutica Infante D. Henriques, na qual foi Diretor, quer em Escolas Náuticas Estrangeiras ao serviço da IMO (International Maritime Organization), Agência das Nações Unidas, onde desempenhou funções de Diretor de Projetos.
Proposto pelo Governo Português para Secretário-Geral do Acordo de Lisboa (CILPAN), a sua aprovação foi feita por unanimidade pelos Estados Contratantes, em Bruxelas, junho de 1991, desempenhando essas funções até se reformar em 1998.
Desde esta data tem continuado a sua ação na proteção e importância dos Mares por via de trabalhos, palestras e artigos em diversa imprensa. Ação essa igualmente desenvolvida junto das organizações nacionais e estrangeiras, pugnando por uma continua melhoria da segurança dos navios e das suas tripulações como principal meio da prevenção contra os acidentes marítimos causadores de graves poluições.

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