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Animal Farm

The Dystopian Classic Reimagined With Cover Art By Shepard Fairey

by George Orwell
language: english
Publisher: PENGUIN BOOKS LTD, July of 2008 ‧
13,51€
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The perfect edition for any Orwell enthusiasts' collection, discover Orwell's classic dystopian masterpiece beautifully reimagined by renowned street artist Shepard Fairey

'All animals are equal. But some animals are more equal than others.'

Mr Jones of Manor Farm is so lazy and drunken that one day he forgets to feed his livestock. The ensuing rebellion under the leadership of the pigs Napoleon and Snowball leads to the animals taking over the farm. Vowing to eliminate the terrible inequities of the farmyard, the renamed Animal Farm is organised to benefit all who walk on four legs. But as time passes, the ideals of the rebellion are corrupted, then forgotten. And something new and unexpected emerges. . .

First published in 1945, Animal Farm - the history of a revolution that went wrong - is George Orwell's brilliant satire on the corrupting influence of power.

'Remains our great satire of the darker face of modern history' Malcolm Bradbury

'A prophet who thought the unthinkable and spoke the unspeakable, even when it offended conventional thought' Daily Express

'As valid today as it was fifty years ago' Ralph Steadman

COMPLETE THE TRIO WITH SHEPARD FAIREY'S NEW-LOOK 1984 AND DOWN AND OUT IN PARIS AND LONDON.

Animal Farm

The Dystopian Classic Reimagined With Cover Art By Shepard Fairey

by George Orwell

Property Description
ISBN: 9780141036137
Publisher: PENGUIN BOOKS LTD
Release Date: July of 2008
Language: English
Dimensions: 108 x 182 x 5 mm
Cover: Softcover
Pages: 112
Format: Book
Collection: Penguin Essentials
Categories: Books in English > Fiction > Romance
EAN: 9780141036137

Animal Farm

Miguel P

Sem dúvida vale a pena, uma bela metáfora da natureza humana.

Animal Farm.

RP

De fácil leitura e com uma critica forte. Um livro para ler e reler e mais uma magnífica obra de G. Orwell.

Um imprescindível...

Silvia

Um clássico que não pode faltar.

Através dos animais se retrata o homem

António C

De fácil leitura, tem uma riqueza imensa. Já tinha lido em tempos, e voltando a ler (agora em inglês) é impressionante como o retrato da "quinta" está sempre atual, facilmente fazemos corresponder a quinta à sociedade de agora. Leitura obrigatória.

George Orwell

Joana

George Orwell devia ser um autor de leitura obrigatória.

Sempre actual

Monica

Este livro, apesar de ter sido escrito há tantos anos, continua de absoluta actualidade. A tentativa de criação de uma sociedade justa só acontece até que alguém queira mandar mais e opinar mais que os outros. Um livro que retrata a sede de poder e a luta para lá chegar. E o mexilhão, será sempre o mexilhão. Vale muito a pena ler!

Um clássico...

AF

Uma das obras mais conhecidas de George Orwell. Gostei do design da capa e contracapa.

Animal Farm

Patricia Moreira

um dos melhores livros que já li. Uma sátira da sociedade tão bem escrita e tão mordaz que é impossível ficar indiferente. No que toca a Orwell ele não falha, especialmente na critica à sociedade numa maneira inteligente e que, não importa o tempo que passe, continua correta. Toda a gente devia ler e reler o Animal Farm e o 1984

Obrigatório!

Maria Pereira

É um pequeno livro que acaba por viver um pouco na sombra de outras grandes obras do mesmo autor como é o caso de 1984, mas que nem por isso deve ser de todo colocado de parte! É um livro de leitura obrigatória, a forma como o autor nos consegue passar uma mensagem política sem que para isso seja necessário ter qualquer tipo de conhecimento político torna este livro numa verdadeira obra de arte!

Relevância intemporal

João Loureiro

O livro é uma sátira à difusão do comunismo na União Soviética, no entanto, através da sua atenção ao detalhe e humor mordaz, Orwell apresenta-nos um fulcral aviso dos perigos não só da ambição humana mas também da apatia e conformidade.

Muito bom...

Marta Ferreira

Não é tão popular como 1984, mas este clássico de Orwell é igualmente relevante e actual. Com um tom mais satírico, usando animais, dele se retiram lições muito importantes sobre a natureza humana e a vida em sociedade.

Animal Farm - George Orwell

Carla Santos

Gostei imenso deste livro, já o havia lido há muitos anos, mas em Portugues, é uma obra prima, assim como 1984 do mesmo autor. Muito bom Obrigada

ABOUT THE AUTHOR

George Orwell

Nascido em junho de 1903, no início de um século marcado por duas guerras mundiais, o estalinismo e o nazismo, George Orwell resume na sua obra os sonhos e pesadelos do mundo ocidental nesse período.
Nasceu Eric Arthur Blair em Motihari, na Índia Britânica. O pai era um funcionário subalterno inglês e a mãe tinha origem francesa.
Após o regresso dos pais a Inglaterra, estudou na escola Henley-on-Thames, onde se distinguiu pela relativa pobreza e pelo brilhantismo intelectual.
Frequentou depois duas importantes escolas inglesas, Wellington e Eton College, onde teve como colegas Cyril Connolly e Anthony Powell. Aldous Huxley foi seu professor. Mais tarde Orwell resumiu essa experiência como "cinco anos num banho tépido de snobismo". Mas foi nessa época que conheceu duas obras que o influenciaram, A Ilha do Doutor Moreau, de H. G. Wells, e O Tacão de Ferro, de Jack London.
Ao abandonar Eton, decidiu não ir para Oxford e entrar na polícia birmanesa, embarcando para as Índias. Nos cinco anos que se seguiram, descobriu a realidade do imperialismo e recolheu material para Dias Birmaneses e para ensaios tão originais como "Matar Um Elefante" e "Um Enforcamento".
Regressado à Europa, frequentou os bairros pobres de Londres, instalando-se em Paris na Primavera de 1928. Atingido por uma pneumonia, foi internado num hospital, cujas condições terríveis inspiraram o ensaio "Como Morrem os Pobres". A convivência com os pobres e os vagabundos forneceu-lhe material para Na Penúria em Paris e em Londres, que publicou em 1933 com o pseudónimo George Orwell.
Em 1936, o Left Book Club propôs-lhe escrever um livro sobre as condições dos operários no Norte do país. Partilhou a vida dos mineiros e confirmou as suas convicções socialistas. Escreveu numerosos artigos numa abordagem que considerava "semi-sociológica", casou com Eileen O'Shaughnessy e correspondeu-se com Henry Miller, que apreciava a sua obra e ironizava com o seu idealismo. Em 1937, decidiu combater em Espanha ao lado dos republicanos, mas, em vez de se juntar às Brigadas Internacionais, ingressou na milícia do POUM, um grupo marxista heterodoxo, lutando na frente de Aragão. Foi ferido, assistindo na convalescência à eliminação pelo Partido Comunista, apoiado pela URSS, das milícias anarquistas e do POUM. Descreveu essa experiência em Homenagem à Catalunha (1938), que lhe valeu inúmeras calúnias.
Em 1939, começou por se opor à participação da Grã-Bretanha na guerra, mas depressa se voltou contra os pacifistas, acusando-os de fazerem o jogo de Hitler. A partir de 1940, fez crítica teatral e de cinema, colaborou na Partisan Review e escreveu notáveis ensaios literários sobre Dickens, Tolstoi e Shakespeare. Em 1942-43, trabalhou para o serviço indiano da BBC, uma experiência que acabaria por o dececionar.
Em 1945, publicou Rebelião na Quinta, que, com Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, seria um libelo contra o totalitarismo estalinista que ameaçava a Europa. Em junho de 1944, o seu apartamento foi destruído nos bombardeamentos de Londres.
Em 1945, após a derrota de Hitler, foi correspondente do Observer em França e na Alemanha. Foi nesse período que a sua mulher faleceu durante uma operação. Em 1948, terminou Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, escrito ao longo de vinte e sete meses, marcados por internamentos em sanatórios por causa da tuberculose.
Em outubro de 1949, casou com Sonia Brownell. Morreu no ano seguinte. Tinha 46 anos.

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