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A Terrible Beauty Is Born

by W. B. Yeats
language: english
Publisher: PENGUIN BOOKS LTD, March of 2016 ‧
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'But I, being poor, have only my dreams; / I have spread my dreams under your feet...'

By turns joyful and despairing, some of the twentieth century's greatest verse on fleeting youth, fervent hopes and futile sacrifice.
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Dia Mundial da Poesia: Os nossos poetas

Somos sobretudo leitores de prosa. Mas há tantos momentos em que precisamos de poesia! As belas letras de um poema são capazes de despertar as mais diversas sensações, em particular se escritas por um dos nossos poetas e poetisas favoritos.

  Pablo Neruda Me Gustas Cuando Callas e Si tú Me Olvidas são dois monumentos, que deveriam constar de grandes panteões nacionais e ser recitados como formas de sairmos de nós e entrarmos em contacto com a beleza mais profunda em que as palavras nos podem mergulhar. Mas são apenas duas obras de uma vasta coleção de escritos de Pablo Neruda, o poeta chileno que ganhou o Prémio Nobel de Literatura em 1971. Poemas de Amor conta com a tradução de outro grande (e já saudoso) poeta: Nuno Júdice e sabe bem ler em qualquer momento. QUERO LER! »









  William Butler Yeats Aqueles homens cuja vida parece saída de um dos seus poemas. Envolvido também em questões políticas irlandesas, Yeats passa ao longo da vida de um estilo marcadamente romântico e fantástico para uma sobriedade que lhe cai com o passar dos anos. Por aqui, gostamos de todas as fases da sua arte, talvez por tanto ouvirmos Yeat’s Grave dos Cramberries. Em A Terrible Beauty is Born, Yeats traz-nos sentimentos esdrúxulos, sensações carregadas. QUERO LER! » Alberto Caeiro É um dos heterónimos favoritos de Pessoa, cá por casa. Dizemos “um dos”, porque a profícua obra do poeta não nos permite escolher um só. Mas este mora nos nossos corações e muitas vezes nos acalma. Quando estamos perante decisões, quando há momentos na vida em que nos estamos a preocupar com coisas que ainda não aconteceram, faz sentido pensar em Alberto Caeiro, na simplicidade robusta das suas palavras e num poema a que gostamos sempre de regressar nessas alturas: Para Além da Curva da Estrada. QUERO LER! » Hilda Hilst Aqui a proposta é um pouco diferente do autor anterior. Hilda Hilst não pretende deixar ninguém indiferente ao que escreve. E isso é bom. Não é sempre, mas há alturas na vida em que precisamos de ser provocados, para sair de um determinado atavismo, para encontrar coragem, ousadia. É uma das autoras mais polémicas de expressão em língua portuguesa. A sua coragem em ir contra o patriarcado e as normas que não foi ela que estabeleceu nota-se também nos seus poemas, que, muitas vezes, são autênticas pedradas contra o que, supostamente, não se deve dizer nem escrever. QUERO LER! » Sophia de Mello Breyner Apetece-nos fazer um trocadilho com um conhecido livro e dizer que vivemos em O Mundo de Sofia. Porque a nossa poetisa maior guarda em si tantas texturas como as do mundo, tantas tonalidades como as que vemos no sol ou na água e tantos sons como os que escutamos agora, no local onde estamos a ler este texto. E faz hoje tanto sentido que a leiamos, que a ouçamos, para que nunca se perca o norte e recordemos sempre «O dia inicial inteiro e limpo/ Onde emergimos da noite e do silêncio/ E livres habitamos a substância do tempo». QUERO LER! » Maria Teresa Horta Foi a própria autora quem fez a seleção dos poemas que deveriam constar desta antologia e a contemporaneidade da sua escrita permanece incólume. Os temas em que toca nos seus poemas continuam bem vivos e a beneficiar da sua voz, onde o imaginário brinca de forma séria com os tabus da sociedade e procura desbravar terras tantas vezes indomáveis onde se move a autoridade e a obediência. Vale a pena lê-la enquanto poetisa, percebendo como, sempre, a mulher, o feminino, a coragem, são figuras centrais daquilo que Maria Teresa Horta escreve em versos. QUERO LER! »

A Terrible Beauty Is Born

by W. B. Yeats

Property Description
ISBN: 9780241251515
Publisher: PENGUIN BOOKS LTD
Release Date: March of 2016
Language: English
Dimensions: 110 x 161 x 4 mm
Cover: Softcover
Pages: 64
Format: Book
Collection: Penguin Little Black Classics
Categories: Books in English > Fiction > Poetry
EAN: 9780241251515

ABOUT THE AUTHOR

W. B. Yeats

Em Dublin, no dia 13 de junho de 1865, nasce William Butler Yeats, um dos maiores poetas de língua inglesa do século XX, a quem foi atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1923.
Quando tem apenas dois anos, os seus pais mudam-se para Londres, mas são as férias que passa na Irlanda que William guardará como recordação de infância. Em 1880, a família Yeats regressa a Dublin, onde William termina o liceu. No ano de 1883, ingressa na Metropolitan School of Art, começando a publicar os seus primeiros textos na "Dublin University Review".
A família Yeats volta a mudar-se para Londres em 1887, e aí William inicia a sua carreira de escritor profissional. Junta-se à Sociedade Teosófica e rapidamente se integra na vida literária de Londres, fazendo amizade com William Morris e W.E. Henley, sendo também cofundador do Rhymers’ Club.
Em 1889, Yeats conhece Maud Gonne, uma rebelde patriota irlandesa. A paixão não correspondida que nutre por Maud leva-o a apoiar a causa nacionalista irlandesa. A morte, em 1891, do líder irlandês Charles Stewart Parnell desmotiva a crença de Yeats na causa nacionalista, levando-o a procurar preencher esse vazio com literatura, arte, poesia, drama e lendas ("The Celtic Twilight").
Em 1899, William pede Maud em casamento, mas esta declina. O escritor entrega-se então à escrita, acreditando que a literatura poderia engendrar uma unidade nacional capaz de transfigurar a Irlanda. No mesmo ano é inaugurado o "Irish Literacy Theatre" - que Yeats criara entretanto -, com a sua peça "The Countess Cathleen".
Ao longo da sua vida, W.B. Yeats publica diversos volumes de poesia, que refletem sempre a sua preocupação com a cultura, a história e a tradição do seu país.
No ano de 1913 Yeats passa alguns meses em Sussex, onde o poeta americano Ezra Pound é seu secretário. Quatro anos mais tarde, casa com George Hyde-Lees, de quem tem uma filha e um filho.
Em 1922, com a fundação do "Irish Free State", Yeats aceita o convite para o Senado Irlandês, onde trabalhou durante seis anos.
William Yeats veio a morrer em Roquebrune-Cap-Martin, no dia 28 de janeiro de 1939, durante uma viagem a França, onde é enterrado. Devido à Segunda Grande Guerra, só em 1948 o seu corpo é transferido para a Irlanda.

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