A Ruiva

by Fialho de Almeida
Publisher: Assírio & Alvim, November of 2007 ‧
11,10€
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Este livro de Fialho de Almeida integra-se na colecção Beltenebros, uma das mais recentes da Assírio & Alvim. Nele testemunhamos a visceralidade e nudez do primeiro corpo que este médico analisou literalmente: a Ruiva, que acaba por nos fornecer o conhecimento do nosso próprio corpo.

A Ruiva

by Fialho de Almeida

Property Description
ISBN: 978-972-37-0963-6
Publisher: Assírio & Alvim
Release Date: November of 2007
Language: Portuguese
Dimensions: 135 x 210 x 10 mm
Cover: Softcover
Pages: 128
Format: Book
Collection: Beltenebros
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789723709636
Recommended Minimum Age: Not applicable

Fialho de Almeida, de certa maneira, um retratista!

FGL

Um retrato cru mas muito nítido de uma época e da sociedade. Aconselho vivamente a sua leitura.

Pequeno grande livro de um escritor (ainda) na sombra

Helena Matos

De Fialho de Almeida, não se percebe o porquê de não ombrear com os nomes grandes da nossa literatura. Ainda algo desconhecido e certamente pouco valorizado, tem nesta sua Ruiva um dos exemplos mais sintéticos e claros da sua originalidade. Este é um romance fabril, industrial, e é incrível como se sentem a imundície, os pulmões doentes, o vinho fraco das tabernas, as ruas sujas dos bairros pobres de Lisboa. E a forma como a miséria molda o espírito e dita os gestos, embrutecendo tudo, ditando um ''fado'' irreversível de não se saber ser de outra forma. Lê-se num fôlego, tão cru como o amor que também paira nesta história. Um dos meus livros de eleição, que merece ser descoberto por muito tempo.

ABOUT THE AUTHOR

Fialho de Almeida

Fialho de Almeida nasceu em 1857, em Vila de Frades, Alentejo. De origens humildes, cedo veio para Lisboa estudar. Mas as voltas do destino levaram-no a trabalhar numa farmácia, ainda adolescente. Em 1885, licenciou-se em Medicina. Contudo, a profissão não o seduzia, e Fialho dedicou-se à escrita e ao jornalismo. Distingue-se como contista, tendo publicado as recolhas: Contos (1881), a sua estreia em livro, bem como A Cidade do Vício (1882), Lisboa Galante (1890) e O País das Uvas (1893). Em 1889, começa a escrever Os Gatos, publicação periódica de crítica e crónica, a sua obra mais conhecida. Morreu em Cuba, Alentejo, em 1911. Publicou ainda em vida: Pasquinadas (1890); Vida Irónica (1892), Madona do Campo Santo (1896); À Esquina (1903). Postumamente, foram editados: «Barbear, Pentear» (1911); Saibam quantos… (1912); Estâncias de Arte e de Saudade e Aves Migradoras (1921); Figuras de Destaque (1924); Actores e Autores e Vida Errante (1925); e Cadernos de Viagem: Galiza, 1905 (1996).

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