A Palavra na Arte
Publisher:
MoDocromia, April of 2019 ‧
see product details
13,00€
10% OFF
CARD
YlhaU2FTODBlVnBQV1d4SWRpdE1LemxYWVhKcmFVRlhhVFZXTjJsU1FWQkpkRWhwT0VoRWREQkRkRUpYVDNZNU4yaDNhako0WlZoRVYzcE9WR0pITW5oTmNIbGxUWHBSVGxNclYzbzRlR1I1Y0ZkRlFWaEZRMVpFVms4eFMzWnVWMHhRTmtOc2RtMVRiMHRuWmxsVU1GWmxSemx3Y0ZSMU5VazRiVEp0YjNRMU5qSnBNbTl3TmpCcFFYQjNWMmhFYUZKVFUyMTNWMGszWlRNMVNsaEllVFp0TDJoNWNsQkhWV012TUROdk9FZFVjVGhtUkRNMk5YTmpjMmhMVmt4NUwyMXdUbE5SVUU5TVoxQkllVlEyU25BNWIwaFRjVVpWV0hkaFR5OTFjMlY1UVdKVk5XeFdTMWRaSzBOS01TOUhNa3BZV21FemMzVjVaM1J1WldneFRVNVBhMDR6T0dGbFduY3hZVElyUkc5TWNUUlVLMDFKVW5VNVlXTm1ZMUJvZUdKaGN6VllWWEpUTTFKbk5VZ3pRbTB5T1VaRWRXVm1ibWxYVnprNGMwRklhazB3UTBjclZUVlZORWM1WVhSV1FYRXpSblF6Vm1wdVduUnFhVUZOY0c5RFQyc3hkMnd5TW5oUlMzTXhSMXBGUzBKSVIySjZjbmhRU1dkYU5IbGFOWE13YWtOTFpVNVZXbWhITWs1WmFYQkJRbUowTjBRMFQyVTVWVkV2VVdoMlV6SlJURFpoVWxZd2NrcE1iMkZpVUhCSlVWTTJRakpXZFRGa1VHSXZTbFZJY1UxSGFYQm9VRWM1UjNKVE5WRmlNWGN2SzBOalRra3pUVXcxVW5oMlNUTnNObUZyVlV0c1ZWWjVabm92TXpWeFltWlJWVzFDTDJGU2EzSlBUMjlVWVdrclMwTnBOVTk0WWpGaFMwVk9Oa1Z4WWtKd1kxQkVTMnBtYkZsUlNIZExTbnA0U3pOdk1HMXlRV1k1VDB0T05saE9lWGRRZUZwcVkxbHZaVFZzYzNKSVRtbE9kSGxDUmtaU1RXMWtTMDE2ZW1WS2EycHZVSEZRZFRGdWFtMW5Ubll5TnpaclZFaHVRWHBHWWtOSFYzazRVSGhZY21GTldtZzVOamhrZFV4U2FFRk5jbFZXUmxGc05reE1Na3BLTWpBeVQwMHJPRkJTTlRSaFZXOTVkbkl4TkRKUWRpOUpVa3Q1YTB0Vk0ybHdVRmsyU0hSM1NWbHJSRlZYUWpoWVEyUnRhVFpDV1UxdkwybHNRbFZLYzFwaUt6VnFWWGhCU0dwaVYybG1hVUk0VUVnclJEUmFlaTlDVG5sbFpVTkZhVGt6TTNJMk1tMDBNME4xVEZCeTpwaEZqUEpHZXRkVE9EWXY2c0hEMGVnPT0=
SYNOPSIS
[…]
Reflexos mudos, as obras de arte procuram a duplicação
do dizer, e o poeta espreita, é preciso que ele habite
o próprio artista, e alguns escrevem, mas há poetas que
não dispensam as imagens e reservam algum tempo a
desenhar e a pintar, também. Amorosamente as palavras
e as imagens, enquanto necessidade conjunta, fazem
do artista e do poeta irmãos da vida, um e outro
têm uma experiência sensorial sem invalidar as explicações
mais racionais, que justificam um diálogo alargado
com quem de fora se interroga sobre o universo
criativo e a função da arte.
Deixo a palavra ir ao céu da boca, escreve Aurora Gaia logo no começo do presente livro, e eu penso na força que os nomes ganham quando saem na declamação, sobrevivendo à angústia das mãos para desespero dos olhos, onde a luz irrompe porque nenhum sol brilha, e dentro habita a razão do corpo. A razão do corpo não pode ficar presa quando se apagam as luzes e outras luzes se acendem.
Os sublinhados são obviamente palavras de Aurora Gaia, retirados dos poemas dedicados a pessoas que realizam arte, mas a autora não se anula, está dentro, completamente entregue e grita, para tentar colorir a esperança. E bem precisamos de esperança alargada ao mundo onde o artista e, obviamente, o poeta, devem ser à maneira deles agentes de mudança da vida para a paz, contudo eles precisam de outros companheiros, gente da educação e da política a vários níveis do debate de ideias.
Do prefácio de Emerenciano Rodrigues
Reflexos mudos, as obras de arte procuram a duplicação
do dizer, e o poeta espreita, é preciso que ele habite
o próprio artista, e alguns escrevem, mas há poetas que
não dispensam as imagens e reservam algum tempo a
desenhar e a pintar, também. Amorosamente as palavras
e as imagens, enquanto necessidade conjunta, fazem
do artista e do poeta irmãos da vida, um e outro
têm uma experiência sensorial sem invalidar as explicações
mais racionais, que justificam um diálogo alargado
com quem de fora se interroga sobre o universo
criativo e a função da arte.
Deixo a palavra ir ao céu da boca, escreve Aurora Gaia logo no começo do presente livro, e eu penso na força que os nomes ganham quando saem na declamação, sobrevivendo à angústia das mãos para desespero dos olhos, onde a luz irrompe porque nenhum sol brilha, e dentro habita a razão do corpo. A razão do corpo não pode ficar presa quando se apagam as luzes e outras luzes se acendem.
Os sublinhados são obviamente palavras de Aurora Gaia, retirados dos poemas dedicados a pessoas que realizam arte, mas a autora não se anula, está dentro, completamente entregue e grita, para tentar colorir a esperança. E bem precisamos de esperança alargada ao mundo onde o artista e, obviamente, o poeta, devem ser à maneira deles agentes de mudança da vida para a paz, contudo eles precisam de outros companheiros, gente da educação e da política a vários níveis do debate de ideias.
Do prefácio de Emerenciano Rodrigues
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789895430369 |
| Publisher: | MoDocromia |
| Release Date: | April of 2019 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 161 x 219 x 6 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 78 |
| Format: | Book |
| Collection: | A Água e a Sede |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Fiction
>
Poetry
|
| EAN: | 9789895430369 |
PEOPLE WHO BOUGHT ALSO BOUGHT
-
10%A Curva do TempoMoDocromia13,01€ 10% CARTÃO
-
10%VermelhoMoDocromia13,01€ 10% CARTÃO