A Oposição ao Estado Novo no Concelho de Almada
(1933-1958)
Publisher:
Edições Colibri, December of 2019 ‧
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SYNOPSIS
O presente livro analisa a resistência ao Estado Novo no concelho de Almada entre 1933, data da constitucionalização do regime, e 1958, com o término da campanha de Humberto Delgado, tanto do ponto de vista político como cultural.
Por um lado, explana-se a evolução das correntes ideológicas dominantes na oposição almadense desde a I República e estuda-se os principais momentos em que a resistência mais se manifestou em Almada: o 18 de Janeiro de 1934, as greves durante a II Guerra Mundial, as eleições legislativas de 1945 e 1957 e presidenciais de 1949, 1951 e 1958.
Por outro, põe-se em perspectiva o papel do movimento associativo concelhio na criação de um polo de cultura alternativo ao regime e de uma cultura de oposição à ditadura por meio das várias iniciativas culturais que ao longo dos anos se foram desenvolvendo nas colectividades.
"Almada desenvolveu-se entre Lisboa e Setúbal. Por uma banda, a oposição almadense, profundamente regionalista, acompanhando já a tradição republicana espelhada nas páginas de O Almadense, ressentia o menosprezo do poder central face ao concelho. Esta noção dava azo a que se procurasse integrar Almada na resistência ao regime, esperando-se que com a sua queda e, em troca do seu papel nesse mesmo derrube, viesse o tão almejado e continuamente adiado progresso. Por outra, sendo o MUD um movimento de bases nacionais e estando o concelho integrado no distrito de Setúbal, vários oposicionistas almadenses teriam actividade política em Setúbal."
Por um lado, explana-se a evolução das correntes ideológicas dominantes na oposição almadense desde a I República e estuda-se os principais momentos em que a resistência mais se manifestou em Almada: o 18 de Janeiro de 1934, as greves durante a II Guerra Mundial, as eleições legislativas de 1945 e 1957 e presidenciais de 1949, 1951 e 1958.
Por outro, põe-se em perspectiva o papel do movimento associativo concelhio na criação de um polo de cultura alternativo ao regime e de uma cultura de oposição à ditadura por meio das várias iniciativas culturais que ao longo dos anos se foram desenvolvendo nas colectividades.
"Almada desenvolveu-se entre Lisboa e Setúbal. Por uma banda, a oposição almadense, profundamente regionalista, acompanhando já a tradição republicana espelhada nas páginas de O Almadense, ressentia o menosprezo do poder central face ao concelho. Esta noção dava azo a que se procurasse integrar Almada na resistência ao regime, esperando-se que com a sua queda e, em troca do seu papel nesse mesmo derrube, viesse o tão almejado e continuamente adiado progresso. Por outra, sendo o MUD um movimento de bases nacionais e estando o concelho integrado no distrito de Setúbal, vários oposicionistas almadenses teriam actividade política em Setúbal."
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789896899271 |
| Publisher: | Edições Colibri |
| Release Date: | December of 2019 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 158 x 229 x 11 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 194 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
History
>
History of Portugal
|
| EAN: | 9789896899271 |
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