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A Minha Irmã é uma Serial Killer

by Oyinkan Braithwaite
Book eBook
Publisher: Quetzal Editores, June of 2021 ‧
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Neste breve, sinistro e cómico thriller, Korede — a irmã mais velha —, conta a história da sua irmã mais nova, Ayoola. Ou seja, a belíssima, super insinuante, super amada e desejada Ayoola. Ayoola é completamente fútil. Vive para dormir até tarde, para se vestir (e despir) e se maquilhar, para saltitar de festa em festa, arranjar namorados bonitos e ricos, traí-los — e matá-los. Nada que mereça, portanto, o amor e a devoção que todos lhe dedicam, em especial a irmã, que a ajuda sempre no encobrimento dos crimes. Embora assustada e contrariada, Korede acaba por apoiar e consolar Ayoola — e por limpar os locais do crime. Mas o seu horror aumenta quando Ayoola visita o hospital em que ela trabalha como enfermeira e conhece o simpático médico por quem Korede está apaixonada. O leitor está a ver o que pode acontecer, não está?

«A mais negra das comédias negras.»
The Times

«Um noir contemporâneo que se move à velocidade da luz.»
Marie Claire

«Braithwaite testa o laço da irmandade com um obscuro e cómico exame da violência, da lealdade e da família.»
Time

«Perspicácia, leveza e sofisticação.»
New York Magazine

«Uma bomba de livro – prosa afiada, explosiva, hilariante.»
The New York Times Book Review

«Totalmente viciante e a pura alegria da leitura.»
Los Angeles Review of Books

«Uma breve história de irmãs, acutilante e sinistra, e contada com grande humor corrosivo.»
Irish Independent

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Livros com mortos

Vamos começar a bem e a seguir vamos piorando. Quem se meter nisto não diga que não avisei. A casa assombrada da minha avó Comecemos com um livro fofinho para crianças. Ainda por cima, é daqueles em que dá para destapar janelas – ainda que a capa alerte para que o leitor não o faça. Mas claro que ninguém compra um livro para lhe ler só a metade. Aqui, temos a história de um menino que visita a avó uma vez por mês. A casa é cor-de-rosa, contrastando com o ambiente de outono à volta, de cores apagadas. Lá dentro, o rapaz procura a avó, mas nada dela. Através de um alçapão, chega à arrecadação, e é lá que estão sombras passadas. No jardim secreto da avó, mais meia dúzia de fantasmas, todos nas vidas – mortes – deles sem chatearem ninguém. Dá gosto vê-los sossegados, ver que, na morte, não há preocupações com contas da luz e IRS. E a avó, enfim, feita bruxa, lá é encontrada verde, de chapéu pontiagudo, junto ao caldeirão. COMPRO NA WOOK! » Dona Flor e os seus dois maridos Este é mórbido – e por isso mesmo é divertido. Há coisas que só podiam vir da cabeça de Jorge Amado. Aqui, lá se começa com a vida real: dona Flor, bem comportadinha, casa com Vadinho, mal comportadão. Já se adivinha uma vida de misérias, mas, para sermos cínicos, a coisa corre bem, e Vadinho morre logo à cabeça da narrativa. Param ali os sete anos de um casamento que era um tormento: boémio, o tipo andava aqui e ali sem saber regar bem o amor em casa. Ora, viúva aos 30 anos, dona Flor lá casa com Teodoro, este sim, meio sem sal, mas melhor material para casar. Não há o perigo que havia com Vadinho, a vida é tranquila, mas isto é literatura. Por isso, num belo dia, Vadinho, regressado dos mortos, está despido na cama à espera dela. É o pior triângulo amoroso de sempre: mulher, marido vivo e o fantasma do marido morto. Espécie de necrofilia sem cadáver. COMPRO NA WOOK! » Psicopatas portugueses – livro segundo Eu avisei que isto ia piorar. Depois de 13 casos, descritos num primeiro volume, vieram mais 13. Parece que todos competem para ver qual é o pior. É coisa para não se ler à noite, em parte porque já nasce do mais escuro que há na vida. Ao ler, até custa pensar que isto existiu mesmo, que não foi devaneio autoral, que não foi imaginação sem sangue. Há muita vida ao contrário neste livro, incluindo um homem que cometeu um triplo homicídio, uma mulher que matou a mãe e queimou o corpo, duas irmãs que – santo deus, até faz doer o estômago – mataram um recém-nascido, e o assassinato brutal de Carlos Castro às mãos de Renato Seabra, estas que também lhe arrancaram os testículos. Enfim, é tudo horrendo, e a prosa é limpa, deixando o horror mais evidente. COMPRO NA WOOK! » A Minha Irmã é uma Serial Killer Um bocado de ficção só para desenrolar. É macabro na mesma, mas a ficção consegue dar um alívio cómico. Ainda por cima, lê-se como quem come batatas fritas. Neste romance, Braithwaite põe Koreda a contar a história de Ayoola, a sua irmã mais nova. Toda jeitosa, Ayoola é desejada por vários, e é ainda absolutamente fútil. Gosta de festas, de se maquilhar, da diversão rápida da música, de dormir até tarde, de seduzir homens bonitos e ricos – e de os matar a seguir. Resumindo: como pessoa, não é lá grande espingarda. Mas que pode fazer a irmã senão amá-la, se está habituada a isso desde que a viu nascer? De página em página, lá dá por si a encobrir os crimes da irmã. Talvez, a cada morto, julgue que é o último. Talvez acredite que não voltará a limpar o local de um crime. O problema – e que problema – é que um dia Ayoola começa a dar conversa ao homem por quem Korede está apaixonada. E agora? Mais um morto? COMPRO NA WOOK! »

A Minha Irmã é uma Serial Killer

by Oyinkan Braithwaite

Property Description
ISBN: 9789897226366
Publisher: Quetzal Editores
Release Date: June of 2021
Language: Portuguese
Dimensions: 149 x 236 x 16 mm
Cover: Softcover
Pages: 240
Format: Book
Collection: Serpente Emplumada
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Police and Thriller
EAN: 9789897226366
Recommended Minimum Age: Not applicable

Brutal!

Rakkel Silva

Que livro viciante! De cortar a respiração do início ao fim. Cumplicidade, lealdade, irmandade, crime, suspense,manipulação,jogos psicológicos... São constantes neste livro! Recomendo!

Triller fantástico

DL

Recomendo! Além de adotar uma abordagem satírica sobre o homicídio, com alguns toques ocasionais de humor, mas que nada tem de subversivo. É uma história de atos indescritíveis em nome da auto-preservação, da irmandade e da sororidade, cujas reviravoltas e conclusões são previsíveis. No entanto, é uma leitura rápida e que nos prende,

Diferente de tudo o que já li

Núria Gomes

Um livro para ler com a mente aberta no seu todo, mas para levar a sério nas entrelinhas. É uma leitura breve, com humor e alguns momentos meio bizarros, mas que passa com clareza a sua mensagem: no final do dia, o que é que é mais importante para nós? Qual é o valor que atribuímos à família? Onde estaríamos dispostos a ir pelas pessoas que amamos? E do que é que abdicaríamos sem pensar duas vezes? Foi uma leitura que me surpreendeu pela positiva.

Muito bom

RS

Livro com humor negro suave. Personagens bem construídas O livro acaba por “saber a pouco”, mas é uma interessante leitura de fim de semana

Divertido e obscuro

SLG

Embora o tema seja algo obscuro é um livro divertido para ler nas férias mas com mensagens muito importantes. Gostei bastante da crítica à cultura nigeriana que está bem presente em toda a narrativa.

Uma história única e diferente

Ana Luísa

A história de duas irmãs muito diferentes com um segredo em comum: Ayoola é uma serial killer e a sua irmã Korede dá por si a ajudar a irmã a esconder este seu lado mais obscuro e, inclusive, a limpar a cena do crime. Um livro sobre família e, em especial, sobre a relação única entre irmãs.

¿¿¿

Liliana

Gostei, mas não adorei! Faltou suspense à história... O fim pareceu-me muito, brusco e previsível! Mas tem uma leitura fluida, com capítulos curtos e com sentido de humor e ironia.

A caminho de ser uma grande escritora

Rita dias

Podia ser um grande livro; a história parece ser hilariante, as personagens até trazem alguma empatia mas parece que a escritora não sabe bem como terminar a historia, ou pelo menos sair daquele cenário. Ainda assim, passam-se umas boas horas a ler o livro.

Leve e divertido!

Bruno Raminhos

Estão a ver aquele fim-de-semana em que precisam de ler algo divertido e rápido que vos levante o astral? “A minha irmã é uma Serial Killer” é uma boa sugestão que nos dá umas boas gargalhadas com uma boa dose de humor negro e alguma sátira aos costumes culturais da Nigéria.

Confusa

Sílvia Palhares

Ainda não sei se gostei deste livro, porque fiquei muito desiludida com o final dele. Adorei o ínicio, o desenrolar da história também é interessante e cativante, mas o final... não gostei. Senti que nada do desenrolar do livro teve sentido, como se não tivesse chegado a um objetivo, talvez fosse essa a ideia da autora. No entanto, é uma leitura leve, sarcástica em alguns momentos e demonstra bastante bem a realidade da Nigéria em relação ao papel da mulher na sociedade. Não consegui alinhar as minhas emoções em relação á Ayoola, umas vezes sentia irritação, outras vezes a autora faz-nos sentir empatia com ela e depois irritação novamente.

Desilusão

Vi Galvan

Uma perda de tempo e dinheiro. Escrita desinteressante, ausência de twist, de enredo, de emoção. Passamos o livro inteiro a espera que algo aconteça e nunca sucede. Uma pena,porque a premissa era boa, mas não passou disso, o livro não foi de todo bem conseguido.

ABOUT THE AUTHOR

Oyinkan Braithwaite

Oyinkan Braithwaite é uma escritora nigeriana e britânica. O seu primeiro romance, amplamente aclamado, A Minha Irmã é uma Serial Killer, foi nomeado para o Booker, foi finalista do Women’s Prize e ganhou o Prémio de Melhor livro do Ano do British Book Awards de 2020, na categoria de crime e thriller.

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