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A Estrada Subterrânea

(2ª Edição)

by Colson Whitehead
Book eBook
Publisher: Alfaguara Portugal, September of 2017 ‧
19,90€
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RECOMMENDED BY THE NATIONAL READING PLAN
Cora é escrava numa plantação de algodão no Estado sulista da Geórgia. A vida é um inferno para todos os escravos, mas particularmente difícil para Cora. Abandonada pela mãe, ela cresce no meio da mais difícil solidão, a dos que são marginalizados pelos seus iguais. Quando Caesar, um jovem escravo acaba de chegar do Estado vizinho da Virgínia, lhe fala da estrada subterrânea, os dois decidem correr um risco fatal e fogem da plantação, rumo ao Norte e à Liberdade. Nessa madrugada de mau presságio, inicia-se uma fuga sangrenta, uma odisseia de esperança e de desilusão.

«incrível. Poderoso.»
Barack Obama

«Um romance poderoso, quase alucinante… Eco de Toni Morrison, Victor Hugo e Ralph Ellison. Pinceladas de Jorge Luis Borges, Franz Kafka e Jonathan Swift…»
Michiko Kakutani, The New York Times

«Uma Obra-prima, profunda e plenamente conseguida, uma peculiar combinação de história e fantasia que levará os críticos a fazerem comparações justas com Toni Morisson e Gabriel García Marquez…»
The Boston Globe

E Se... wookacontece 640.jpg

E se...?

Há livros que são escritos com o intuito de responder a uma pergunta simples mas perigosa: e se a História tivesse seguido outro caminho? A literatura tem uma longa tradição de desafiar o que tomamos por garantido e, nesses desvios, revela ângulos do mundo que antes nos escapavam. Ao reinventar o passado, os escritores destes livros não têm o objetivo de apagá-lo, mas sim de expor as suas maiores falhas, questionar quem narra e quem manda e lembrar-nos de que toda a História é também uma forma de ficção. Os romances que se seguem partem desse impulso de reimaginar o passado e de dar forma ao que ficou por acontecer. 22/11/63, de Stephen King Existem muitas teorias da conspiração em torno do assassinato de John F. Kennedy e do que teria acontecido se o presidente dos Estados Unidos da América não tivesse morrido. Stephen King parte desse imaginário e recorre a elementos da ficção científica para escrever 22/11/63, um dos seus romances mais melancólicos e engenhosos. Acompanhamos a aventura de Jake Epping, um professor que descobre um portal que lhe permite viajar no tempo até 1958, alguns anos antes da tragédia. Convencido de que pode alterar o curso da História, ele decide tentar impedir o crime, e tudo parece correr a seu favor. Jake tem tempo suficiente para concretizar o seu plano e trazer informações privilegiadas do futuro, mas começa a encontrar obstáculos em cada esquina. O passado ganha vontade própria e defende-se de quem o tenta mudar, e o que começa como uma missão heroica transforma-se rapidamente num dilema difícil de suportar. Até que ponto alguém tem o direito de corrigir algo que já aconteceu? Mais do que uma história sobre viagens no tempo e mundos paralelos, este é um livro sobre arrependimento, perda e a tentação de recuperar o que ficou irremediavelmente para trás. COMPRO NA WOOK! » O homem do Castelo Alto, Philip K. Dick Em O Homem do Castelo Alto, Philip K. Dick imagina o que teria acontecido se os países do Eixo tivessem vencido a Segunda Guerra Mundial. Os Estados Unidos da América estão divididos em dois, um lado sob domínio japonês e o outro controlado pela Alemanha nazi. No centro da narrativa está um livro proibido que descreve um mundo diferente, o nosso, onde os Aliados venceram. Essa ficção dentro da ficção abre uma brecha no mundo como o conhecemos, e Dick usa-a para pôr em causa a própria noção de verdade. A sua prosa paranoica faz com que tudo pareça estar prestes a desmoronar, e as personagens vivem em permanente desconfiança, sem saber se são livres ou apenas peças num jogo já decidido. Acreditar na possibilidade de outra realidade torna-se o último ato de resistência num mundo que naturalizou a barbárie.
Várias obras do escritor mereceram adaptações icónicas ao cinema, como Blade Runner, Total Recall e Minority Report. O Homem do Castelo Alto deu origem a uma série televisiva, em 2015, que vale muito a pena ver – depois de ler o livro, claro! COMPRO NA WOOK! » A Estrada Subterrânea, de Colson Whitehead No romance A Estrada Subterrânea, de Colson Whitehead, a lendária underground railroad, uma rede secreta do século XIX que ajudava pessoas escravizadas a fugir do sul dos Estados Unidos para o norte livre, deixa de ser um conjunto de rotas e abrigos clandestinos e transforma-se numa ferrovia que corre debaixo da terra, transportando escravos em fuga. A partir desta reinvenção narrativa, a realidade transforma-se em fábula, e é justamente essa dimensão imaginária que nos ajuda a ver com mais clareza a brutalidade deste episódio histórico. Whitehead escreve com precisão e evita qualquer traço de sentimentalismo, e essa contenção acaba por intensificar o realismo mágico da narrativa, ao mesmo tempo que dá força e clareza à mensagem principal, a de que o racismo nunca deixa realmente de existir, apenas muda de forma. COMPRO NA WOOK! » Babel, de R. F. Kuang R. F. Kuang oferece-nos uma forma diferente de pensar sobre a colonização. Enquanto Laurent Binet imagina um mundo em que o poder muda de mãos, Kuang mostra em Babel que a colonização não precisa necessariamente de exércitos nem de fronteiras, pode sobreviver dentro da própria linguagem. Grande parte da ação do livro decorre na Universidade de Oxford, o centro do saber e símbolo do prestígio académico britânico. É lá que se encontra o Real Instituto de Tradução, uma organização através da qual o Império Britânico exerce o seu poder sobre as colónias. Neste mundo imaginado, cada tradução liberta uma energia mágica que o Império aproveita para enriquecer e consolidar o seu poder. O trabalho dos tradutores, que deveria aproximar línguas, converte-se num mecanismo de exploração e, na universidade, os estudantes da disciplina enfrentam uma luta constante entre a admiração pelo conhecimento e a consciência de que esse saber servirá, acima de tudo, para oprimir outros povos. É uma metáfora feroz sobre o domínio cultural e linguístico e sobre a forma como o poder se infiltra até nas palavras que usamos. Kuang transforma o ato de traduzir num gesto político, capaz de libertar ou aprisionar. COMPRO NA WOOK! » Civilizações, de Laurent Binet Imaginem um cenário em que o Império Inca, liderado pelo imperador Atahualpa, consegue sobreviver às doenças e às armas europeias, atravessa o Atlântico e conquista o Velho Mundo. Sob o domínio de um novo senhor, a Europa é saqueada e vê-se subjugada a uma nova fé e a uma cultura que até então desconhecia e com as quais não se identifica. Esta é a premissa de Civilizações, de Laurent Binet, um livro que questiona a herança colonial. Num equilíbrio entre erudição e ironia, e através do uso de documentos, diários e cartas inventadas, o escritor francês cria a ilusão de uma História possível, invertendo os papéis entre colonizador e colonizado. Ao assistir a esta troca de lugares, somos forçados a encarar o absurdo do domínio colonial. O poder de converter e subjugar, que antes parecia natural, revela-se agora intolerável e grotesco. Esta subversão do passado é, ao mesmo tempo, um exercício de empatia, um ajuste de contas e um lembrete de que toda a civilização nasce da ilusão de estar no centro do mundo. COMPRO NA WOOK! »

A Estrada Subterrânea

(2ª Edição)

by Colson Whitehead

Property Description
ISBN: 9789896652807
Publisher: Alfaguara Portugal
Release Date: September of 2017
Language: Portuguese
Dimensions: 154 x 235 x 24 mm
Cover: Softcover
Pages: 384
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789896652807

Excelente Livro !

Sandra Pires

Foi o primeiro livro que li deste autor e achei notável quer o tipo de escrita quer a mensagem. O livro remete-nos para o tempo da escravatura e para uma realidade histórica à qual não podemos nem devemos ficar indiferentes. Recomendo !

A Estrada Subterrânea

Tiago Bento

Bonito livro com uma poderosa história, onde Cora, uma menina escrava numa plantação de algodão, decide fugir com o seu namorado para um outro Estado contra o Escravagismo. Uma forte história onde ambos vão passando por vários Estados americanos, passando por diferentes realidades de uma América bastante desigual, segregada e racista, em busca da sua liberdade. Será que conseguem?

Uma dura travessia...

Bernardo Gonçalves de Faria

Uma escrita bastante dura e crua. Um relatar de acontecimentos onde queremos sempre que o protagonista saia vencedor; mesmo nos momentos mais difíceis, onde a esperança parece não existir, desejamos que seja alcançada. É super divertido de ler, muito interessante, dentro dos tempos da escravatura americana. Aconselho!

Uma obra memorável

Miguel Monteiro

Um livro fabuloso. Uma das melhores obras escrita nas últimas décadas. Mágico o suficiente, e de um realismo de nos fazer arrepiar em qualquer momento. Não são nada exageradas as criticas positivas a este livro. Essencial.

Muito boa leitura

PM

Um livro com excelente história. Aborda a escravatura e o sonho de ser livre.

Incrível

Sónia Franco

Trata-se de um incrível, triste e real relato histórico acerca do tempo da escravatura. Descreve desde os desejos e esperanças às torturas e castigos daqueles que não perderam totalmente o sonho de serem livres.

ADOREI!

Sara

Livro com uma escrita exemplar. História super interessante e bem construída. Simplesmente fantástico.

A Estrada Subterrânea

Isabel

Uma história de sobrevivência e fuga num relato alucinante dos tempos de escravatura. Momentos de esperança, amizade e solidariedade mas sempre com o medo presente e que levam a fugir para qualquer outro sítio mesmo escuro e desconhecido.

Imperdível

PM

Um livro soberbo e apaixonante! Uma leitura obrigatória!

ABOUT THE AUTHOR

Colson Whitehead

Colson Whitehead nasceu em 1969 em Nova Iorque. Estudou em Harvard e começou por trabalhar no Village Voice a escrever recensões de discos, filmes e livros. Foi finalista do Prémio PEN/Hemingway com o seu primeiro romance: The Intuitionist. Tem publicados vários romances e um livro de ensaios, The Colossus of New York. Foi finalista dos prémios Pulitzer, Pen/Oakland e PEN/Faulkner. Com A estrada subterrânea venceu o Prémio Pulitzer e o National Book Award, entre várias outras distinções. É professor em instituições como a Universidade de Columbia e Princeton e foi distinguido com as bolsas Guggenheim e MacArthur. Está em curso a sua adaptação ao pequeno ecrã, pela mão de Barry Jenkins, realizador que arrecadou um Óscar com o filme Moonlight. Venceu pela segunda vez o Prémio Pulitzer - feito raramente alcançado na história da literatura americana - com o romance Os rapazes de Nickel. Vive em Nova Iorque.

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