Sem Amor eBook
SYNOPSIS
Nem por rapazes, nem por raparigas, ninguém.
O que haverá de errado comigo?
Georgia nunca se apaixonou, nunca beijou ninguém, nunca teve um fraquinho, mas, como uma romântica obcecada por fanfics, tem a certeza de que um dia encontrará a pessoa certa.
Acabadinha de entrar na Universidade de Durham, em Inglaterra, na companhia dos seus amigos Pip e Jason, numa cidade que lhe é estranha e muito longe de casa, ela sente-se finalmente pronta para um relacionamento.
Mas quando o seu plano de romance causa estragos entre os seus amigos, Georgia acaba na sua própria comédia de erros digna de Shakespeare e, os seus sonhos e pesadelos, baralhados pela proximidade tensa com outra rapariga queer, vão causando inesperados estragos.
Estará destinada a ficar sozinha? Terá andado demasiado tempo à procura da coisa errada?
Sofrendo o enorme peso dos rótulos de assexualidade e arromanticidade, Georgia fica ainda mais incerta a respeito do que sente e começa a questionar por que razão, afinal, parece o amor ser tão fácil para os outros, se é tão difícil para ela.
Esta história sábia e calorosa sobre identidade e autoaceitação revela a imponente escrita de Alice Oseman numa jornada para aceitar que o amor verdadeiro não se limita ao romântico.
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789899096974 |
| Publisher: | Desrotina |
| Release Date: | September of 2022 |
| Language: | Portuguese |
| Pages: | 416 |
| Format: | eBook |
| File Format and Compatibility: | |
| Categories: |
eBooks in Portuguese
>
Fiction
>
Young Adult
|
| EAN: | 9789899096974 |
REVIEWS
Excelente trabalho de representatividade
Andreia Morais
4,5¿ TW: Sexo, Referência a Relações Tóxicas, Linguagem Explícita Crescemos a sentir que a nossa vida tem de seguir determinados parâmetros, caso contrário, somos catalogados como diferentes, estranhos ou algo pior. E este livro mostra-nos o impacto que essa imposição tem na jornada de cada pessoa, acabando por sentir o peso dos preconceitos. Gostava que, em certas partes, não fosse repetitivo, mas, por outro lado, talvez seja necessário repetir ideias, sensações, frustrações, conflitos internos e o desnorte transversal a todo o processo reflexivo, para que compreendamos que não é justo reduzirmos os outros para que caibam num rótulo, que não é correto fazemo-los sentirem-se mal, apenas porque não seguem um caminho dito normal, até porque isso é um total desrespeito para com a sua individualidade e identidade. Sem Amor é, portanto, uma viagem de descoberta, sobretudo, no que diz respeito à sexualidade. É uma carta aberta para a urgência de sermos empáticos, inclusivos e conscientes acerca do tempo de cada um. Se calhar, não concordo com o título a cem porcento, porque há muito amor a envolver os protagonistas, mesmo que o demorem a descobrir, mas entendo a mensagem nas entrelinhas. Que história tão pertinente. Confesso que, sobretudo na parte final, me comovi bastante com as barreiras que se quebraram e com a honestidade que escolheram abraçar. Afinal, há elos que nos amparam de possíveis abismos.