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Risa Roja eBook

Fragmentos De Un Manuscrito Encontrado

by Leonid Andréev
language: brazilian portuguese
Publisher: Lebooks Editora, January of 2023 ‧
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Leonid AndreIev es ampliamente considerado como uno de los escritores más talentosos de la literatura rusa. En su prosa reflejó la influencia del realismo de A. Chejov, la fascinación de F. Dostoievski por las paradojas psicológicas y una constante obsesión por la insignificancia de la vida y la inevitabilidad de la muerte, a la manera de L. Tolstoi. Escrita en 1909 y dedicada precisamente a Tolstoi, Escrita en 1900, Risa Roja - Fragmentos de un manuscrito encontrado de Leonid Andreiev es probablemente el mayor alegato pacifista jamás escrito. La descripción que hace Andreiev de los soldados es de una gente tan inmensamente demente que no sienten ni el dolor físico. Un ambiente de alucinación pesa sobre aquellos combatientes, insomnes, extenuados y famélicos, que llegan a olvidar la razón de su lucha y siguen luchando como autómatas. Y en ese ambiente de irrealidad, la alucinación surge en el cerebro del protagonista y crea el mito.

Risa Roja

Fragmentos De Un Manuscrito Encontrado

by Leonid Andréev

Property Description
ISBN: 9786558941743
Publisher: Lebooks Editora
Release Date: January of 2023
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 180
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Romance
eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
EAN: 9786558941743
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

Leonid Andréev

Leonid Andréev (1871-1919), génio louco e revoltado, é um dos autores mais importantes da literatura russa do século XX, famoso por obras como Os Sete Enforcados (1904) e O Riso Vermelho (1908). Leitor voraz de Schopenhauer, Dostoiévski e Nietzsche, estudou Direito em São Petersburgo e Moscovo, e cedo se tornou prisioneiro do álcool e de tendências suicidas. Foi dramaturgo, fotógrafo e militante anticzarista. Laços de amizade uniam-no a Gorki, com quem se desentendeu devido à publicação do conto As Trevas. Legou-nos a sensibilidade desenfreada de uma escrita intrépida, uma obra magistral pautada pelo fatalismo e uma voz premonitória que ecoa na modernidade e nos seus condenados e algozes. Intitulava-se um apóstolo da autoaniquilação, versando como ninguém o caos do mundo e a loucura e as tragédias do seu semelhante. Encarava o terror bolchevique como um mal absoluto e exilou-se na Finlândia, onde morreu só e na penúria. A sua obra foi censurada pelas autoridades soviéticas até ao final da década de 1950.

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