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O Cortiço eBook

by Aluísio Azevedo; Illustration: Kerem Freitas
language: brazilian portuguese
Publisher: Editora Melhoramentos, May of 2015 ‧
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Rio de Janeiro, século XIX. Se esse cenário lhe traz à mente reis, princesas e bondes, prepare-se para mergulhar em um retrato diferente da sociedade brasileira naquela época, composto de inúmeros personagens que, juntos, representam não apenas as mazelas sociais, mas também mostram até onde a vileza humana é capaz de chegar.

O Cortiço

by Aluísio Azevedo; Illustration: Kerem Freitas

Property Description
ISBN: 9788506007402
Publisher: Editora Melhoramentos
Release Date: May of 2015
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 312
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Collection: Clássicos Melhoramentos
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Romance
eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
EAN: 9788506007402
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

Aluísio Azevedo

Aluísio Tancredo Gonçalves Azevedo nasceu em São Luís do Maranhão, no dia 14 de abril de 1857, filho do português David Gonçalves de Azevedo e de Emília Amália Pinto de Magalhães. Era o segundo filho do casal, nascendo depois do mais velho, Artur Azevedo, e antes de Américo Azevedo. Aluísio Azevedo fez seus primeiros estudos de pintura com o professor italiano Domingos Tribuzzi na cidade natal. Alimentava o sonho de prosseguir a formação na Academia Imperial de Belas Artes, para tornar-se pintor profissional. Em 1876 mudou-se para o Rio de Janeiro, a fim de frequentar o curso preparatório, mas viu esse sonho frustrado por falta de recursos financeiros. Passou a trabalhar na redação de periódicos humorísticos, tais como O Fígaro (1876), Mequetrefe (1877) e Comédia Popular (1878) para os quais realizou várias caricaturas. A morte do pai, em 1878, obrigou o jovem Aluísio a retornar para o lado da mãe, em São Luís do Maranhão. Permaneceu na província por três anos, participando da imprensa local. Lançou a folha O Pensador, de tendência nitidamente oposicionista, na qual fez fervorosa campanha anticlerical e redigiu matérias a favor da abolição da escravatura. Sua estreia como romancista ocorreu nessa fase ao escrever o livro Uma lágrima de Mulher (1879), a que se seguiu o lançamento de O Mulato (1880), cuja repercussão na cidade o conduziu de volta à corte, em 1881. Estando novamente no Rio de Janeiro, procurou ganhar a vida como escritor profissional. Redigiu contos, crônicas, peças de teatro e romances que divulgou em forma de folhetins nos órgãos da imprensa. Apesar da fertilidade criativa, a veia do romancista ganhou força para alçar voos mais elevados a partir dos bons resultados que os livros Casa de Pensão (1884), O Homem (1887) e, sobretudo, O Cortiço (1890) obtiveram ao enfrentarem debates importantes da vida social brasileira daquela época.

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