O Bebedor De Horizontes eBook
SYNOPSIS
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789722128964 |
| Publisher: | Editorial Caminho |
| Release Date: | November of 2017 |
| Language: | Portuguese |
| Format: | eBook |
| File Format and Compatibility: | |
| Categories: |
eBooks in Portuguese
>
Fiction
>
Romance
eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction |
| EAN: | 9789722128964 |
| Acessibilidade: | Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor |
REVIEWS
Final de trilogia
Sara
No último livro da trilogia ficamos finalmente a saber o que aconteceu a Imani e ao seu filho. Como fã de Mia Couto adorei a sensação de acabar um livro sabendo que a viagem ainda não terminou. Magnifico como sempre
Muito Bom.
Leticia Matthioli Mateus.
Texto muito bom como são sempre os livros de Mia Couto
O bebedor de horizontes - trilogia muito interessante
Ana Carla Gomes
Um olhar sobre a cultura africana, ao jeito de Mia Couto, que brinca com as palavras e as transforma e modela ao longo da história.
Envolvente
Maria Paula
Narrativas maravilhosas, linguagem que prende o leitor.
História e estória
Orlando Sousa Santos
O último da trilogia sobre Gungunhana, que conclui mais um capítulo das obras (excelentes) que Mia Couto nos vai deixando para a posteridade.
embriagador de sonhos
PAULO JORGE
Bebi e com que delícia esta história , dentro de muitas outras histórias, a história poética com que Mia Couto nos embriaga, num contar diferente, diferentes interpretações, diferentes ódios e guerras e neste saber contar, está uma paixão grande do escritor pelo seu Moçambique.
Gungunhana na primeira pessoa
Luís Ferreiro
No terceiro livro da trilogia, Mia Couto apresenta-nos finalmente o imperador Gungunhana na primeira pessoa. O seu lado mais humano e trágico surpreende o leitor, deixando-o sem dúvida enternecido. A narrativa de Mia Couto sempre teve o dom de pôr à prova os preconceitos de raça. Na era do colonialismo, nos finais do séc. XIX, os militares abraçavam uma missão civilizadora em África, um mundo que eles consideravam selvagem e incivilizado. O romance apresenta-nos contudo, personagens que põem em causa esta pretensão civilizadora, à medida que entram em contacto com a espiritualidade africana e se apaixonam por este continente e por estas gentes. Esta é uma história de amor, de quem quis derrubar as barreiras da raça e do tempo. Uma reflexão sobre a guerra e o seu (des)propósito, que humaniza vilões e nos convida a refletir sobre o que realmente nos torna humanos.
E FORAM TRÊS
Luis Jorge
Muito bom este formato despretensioso em forma de quem não quer a coisa para nos situar no que foi a história de um homem que a História de Portugal nos "deu" (deturpada como muitas coisas mais) nas Escolas durante anos a muitas gerações. Ficamos pelas estórias, pela abordagem tão afectuosa do "era uma vez..." e perceber o que foi a escravatura, a colonização, a barbárie nos conflitos armados tão longe daqui mas onde Lisboa reinava. Mia Couto fica como um marco da literatura em português, e isso é bom porque há anos que aqueles neologismos, ou outra coisa, nos agradam ao folhear os livros. Que bom não sabermos mais outras páginas da nossa História, com estórias, venham elas de onde vierem.
não há realidade que não possa ser sonhada
antónio josé cravo
escrever a história, escrevendo estórias. assim mia couto e a trilogia. as areias do imperador, o não ser como nos contaram, o haver um outro lado - há sempre. um mia escorreito, atento à história de áfrica, da sua moçambique, mostra-nos que não são "tudo pretos", há tribos, há guerras, há ódios, há nações para além das que as fronteiras gizadas num mapa ditaram, as nações do antes de. a trilogia termina, gungunhana é nela estória o gungunhana que a nossa história não nos deu. não há realidade que não possa ser sonhada, é isso que mia couto nos ensina
PEOPLE WHO BOUGHT ALSO BOUGHT
-
O Terrorista Elegante e Outras HistóriaseBook10%Quetzal Editores9,53€ 10% CARTÃO