Noites Azuis eBook
SYNOPSIS
Carregado de memórias da sua própria infância e da vida de casada com o seu marido, John Gregory Dunne, e a filha, Quintana Roo, o novo livro de Joan Didion é um relato intenso e comovente dos seus pensamentos, medos e dúvidas sobre a maternidade, a doença e o envelhecimento.
Ao mesmo tempo que reflete sobre a vida da sua filha e sobre o seu papel como mãe, Didion luta com as dúvidas que todos os pais enfrentam, e contempla a sua idade, algo que para ela é difícil de admitir, e ainda de aceitar. Noites Azuis — as longas noites em que os crepúsculos se tornam longos e azuis e sinalizam o solstício do verão, "o oposto da morte da claridade, mas são também o seu alerta" — como O Ano do Pensamento Mágico, este é um livro icónico, de uma honestidade incisiva e elétrica, memorável e profundo.
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789899039384 |
| Publisher: | Cultura Editora |
| Release Date: | April of 2021 |
| Language: | Portuguese |
| Pages: | 176 |
| Format: | eBook |
| File Format and Compatibility: | |
| Categories: |
eBooks in Portuguese
>
Fiction
>
Memories and Testimonies
|
| EAN: | 9789899039384 |
REVIEWS
De partir o coração
Joana A.
Noites Azuis é de uma dor e de um amor sem fim. É lindo e tão seu (da autora), tão delas (a autora e a sua filha), como de todos nós. É sobre perdermos quem mais amamos, os nossos filhos, penso que é esse o seu traço mais definitivo, único e desarmante.
Em busca do ser perdido
Anabela Borges
"Advento" é uma obra bela e lírica, que conta uma história atemporal de busca e transformação. Através de uma escrita sensível, Gunnarsson explora temas como solidão e redenção, criando uma narrativa que toca profundamente o leitor. Com personagens simples, mas marcantes, o livro transmite uma mensagem de esperança e reflexão, tornando-se uma leitura inesquecível e emocionante. É a busca do nosso próprio ser perdido.
Há um lugar dentro de nós onde a força nunca nos abandona
Anabela Borges
A escrita assertiva, contundente e carregada de lucidez de Didion tem-me acompanhado naqueles que têm sido os piores dias da minha vida. Há uns meses foi "O Ano do Pensamento Mágico", agora as "Noites Azuis". Também eu anseio pelos longos crepúsculos, carregados de azul, de mistério e de esperança, sem avisos de precipício... E, no meio da dor, do luto, da angústia, do caos, há sempre um lugar especial de onde sobressai a luz, a força e a esperança. Recomendo vivamente!
A sequela trágica
Tiago Bento
Já tinha lido o primeiro livro que relata a morte do seu marido, e decidi ler este que tragicamente aborda a posterior morte da sua filha. O que torna Noites Azuis tão poderoso é a maneira como Didion consegue transformar a dor em uma reflexão lírica, com uma escrita que mistura memória e emoção, e que nos faz sentir a fragilidade da vida. A autora revisita momentos do passado, momentos felizes e dolorosos, e os questiona à luz da sua perda recente, num tom de profunda introspecção. É um livro sobre luto, mas também sobre o amor entre mãe e filha, e a dificuldade de enfrentar a impermanência de tudo que nos é querido. Para quem aprecia uma leitura emocionalmente intensa e bem-escrita, Noites Azuis oferece uma experiência literária profunda e intimista.
Bonito
Sofia Cortez
O dom da Joan Didion é de nos fazer entender com clareza na pele e na alma cada uma das suas palavras. Este livro é uma reflexão sobre a velhice, a perda, o ser mãe, profissional e mulher. Não existe culpa mas existem dúvidas. Não se centra no sofrimento físico mas é impossível não falar dele. A morte determina o desfecho mas não condiciona o passado. Não é apenas sobre a morte, é sobretudo sobre a vida! O que foi e já não volta a ser e o tempo que resta, como vivê-lo? É um livro muito comovente.
É sobre a vida, o envelhecer e sobretudo, sobre o amor maior.
Sara Pereira
Terminei o livro em lágrimas, comovidíssima com a beleza, a simplicidade e ao mesmo tempo a inspiração que cada capítulo vai entregando. O livro toca num lugar comum de todos nós que vamos vivendo com as perdas e as memórias dos amores que partem. É sobre a vida como ela é, sobre as inquietações da velhice, mas também é um livro sobre o amor maior. A empatia que sentimos pela narrativa e pela autora é, penso, sobretudo devido a essa familiaridade que nos deixa desarmados.
Tão cruel como belo
Luis Guilherme
Um livro de uma sinceridade desarmante. Mais poético e divagante que Pensamento Mágico, mas igualmente cativante e sentido. O livro aborda de frente o desespero e a fragilidade da condição humana, mas com uma escrita que nos consola, tanto quanto possível.
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