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Memórias De Um Sargento De Milícias eBook

by Manuel Antônio de Almeida
language: brazilian portuguese
Publisher: Editora Unesp, April of 2022 ‧
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Escritor numa época em que a ficção era marcada pela idealização romântica, Manuel Antônio de Almeida rompeu o ciclo de heróis aristocráticos para narrar o cotidiano das classes populares e de seu anti-herói por excelência: o malandro. Além do protagonista, essa "crônica de costumes" acompanha o cotidiano de outros tipos comuns do Rio de Janeiro dos tempos de dom João VI, todos marcados por algum desvio de caráter manifesto ou latente.

Memórias De Um Sargento De Milícias

by Manuel Antônio de Almeida

Property Description
ISBN: 9786557140345
Publisher: Editora Unesp
Release Date: April of 2022
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 272
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
EAN: 9786557140345
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

Manuel Antônio de Almeida

Manuel Antônio de Almeida, escritor e jornalista brasileiro, militante na imprensa liberal, nasceu no bairro da Gamboa, no Rio de Janeiro, em 17/11/1831, e faleceu no naufrágio do vapor Hermes, que navegava de Macaé a Campos, em 28/11/1861, cidade para a qual se dirigia a fim de granjear apoios para o cargo de deputado provincial. Além das Memórias de um sargento de milícias, publicadas primeiramente no jornal carioca Correio Mercantil entre 1852 e 1853 e depois em livro entre 1854 e 1855, escreveu também a ópera Dois amores, publicada e encenada em dezembro de 1861, e traduziu do francês o folhetim Gondicar, ou o amor do cristão, de Louis Friedel, o romance O rei dos mendigos, de Paul Féval, e participou, com Machado de Assis e outros, da malograda tradução do trabalho O Brasil pitoresco, de Charles Ribeyrolles. Além disso, escreveu artigos e poesias na imprensa, vários deles assinados, mas a maioria sem assinatura, em virtude do anonimato que muita vez predominava nesse meio. Entre 1857 e 1859, exerceu o cargo de diretor da Tipografia Nacional, e foi ali que fez amizade com Machado de Assis. Parece ter passado por grandes apuros materiais. Formado em medicina, com tese defendida em 1855, jamais praticou esse ofício. O valor de sua obra só foi efetivamente reconhecido no século XX, sobretudo a partir do Movimento Modernista, deflagrado em 1922.

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