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Memórias De Um Sargento De Milícias eBook

by Manuel Antônio de Almeida
language: brazilian portuguese
Publisher: Panda Books, September of 2021 ‧
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Primeiro e único romance de Manuel Antônio de Almeida, Memórias de um sargento de milícias é considerado precursor do realismo. A obra de 1852 hoje figura na lista de leitura dos principais vestibulares do país. Apesar da linguagem coloquial e da narrativa envolvente, a leitura do clássico pode não fluir tão bem entre as novas gerações. Nesta edição, o texto integral vem equipado com notas informativas ilustradas que ajudam o jovem leitor a compreender e apreciar a trama. Um encarte com um mapa do Rio de Janeiro no século 19 e um organograma ilustrado com os personagens da obra confere charme extra ao livro.

Memórias De Um Sargento De Milícias

by Manuel Antônio de Almeida

Property Description
ISBN: 9788578884918
Publisher: Panda Books
Release Date: September of 2021
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 264
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
EAN: 9788578884918
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

Manuel Antônio de Almeida

Manuel Antônio de Almeida, escritor e jornalista brasileiro, militante na imprensa liberal, nasceu no bairro da Gamboa, no Rio de Janeiro, em 17/11/1831, e faleceu no naufrágio do vapor Hermes, que navegava de Macaé a Campos, em 28/11/1861, cidade para a qual se dirigia a fim de granjear apoios para o cargo de deputado provincial. Além das Memórias de um sargento de milícias, publicadas primeiramente no jornal carioca Correio Mercantil entre 1852 e 1853 e depois em livro entre 1854 e 1855, escreveu também a ópera Dois amores, publicada e encenada em dezembro de 1861, e traduziu do francês o folhetim Gondicar, ou o amor do cristão, de Louis Friedel, o romance O rei dos mendigos, de Paul Féval, e participou, com Machado de Assis e outros, da malograda tradução do trabalho O Brasil pitoresco, de Charles Ribeyrolles. Além disso, escreveu artigos e poesias na imprensa, vários deles assinados, mas a maioria sem assinatura, em virtude do anonimato que muita vez predominava nesse meio. Entre 1857 e 1859, exerceu o cargo de diretor da Tipografia Nacional, e foi ali que fez amizade com Machado de Assis. Parece ter passado por grandes apuros materiais. Formado em medicina, com tese defendida em 1855, jamais praticou esse ofício. O valor de sua obra só foi efetivamente reconhecido no século XX, sobretudo a partir do Movimento Modernista, deflagrado em 1922.

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