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Memórias De Um Sargento De Milícias eBook

by Manuel Antônio de Almeida
Publisher: Nova Fronteira, July of 2018 ‧
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As "Memórias" saíram primeiramente em periódico, de¬pois, nos anos de 1854 e 1855, elas foram lançadas em livro (dois volumes), com a assinatura "Um Brasileiro". Narrativa com ritmo, de estrutura linear, o romance re¬lata a história de um pícaro com muita espontaneidade, com uma sátira contundente que costura o espírito cômico às aventuras de inúmeros personagens — nobres e burgueses, políticos e funcionários, padres e leigos, — todos eles representantes desse Brasil com questões já próprias. Biografia e introdução: Afrânio Coutinho

Memórias De Um Sargento De Milícias

by Manuel Antônio de Almeida

Property Description
ISBN: 9788520928332
Publisher: Nova Fronteira
Release Date: July of 2018
Pages: 200
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Collection: Coleção Clássicos Para Todos
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
EAN: 9788520928332
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

Manuel Antônio de Almeida

Manuel Antônio de Almeida, escritor e jornalista brasileiro, militante na imprensa liberal, nasceu no bairro da Gamboa, no Rio de Janeiro, em 17/11/1831, e faleceu no naufrágio do vapor Hermes, que navegava de Macaé a Campos, em 28/11/1861, cidade para a qual se dirigia a fim de granjear apoios para o cargo de deputado provincial. Além das Memórias de um sargento de milícias, publicadas primeiramente no jornal carioca Correio Mercantil entre 1852 e 1853 e depois em livro entre 1854 e 1855, escreveu também a ópera Dois amores, publicada e encenada em dezembro de 1861, e traduziu do francês o folhetim Gondicar, ou o amor do cristão, de Louis Friedel, o romance O rei dos mendigos, de Paul Féval, e participou, com Machado de Assis e outros, da malograda tradução do trabalho O Brasil pitoresco, de Charles Ribeyrolles. Além disso, escreveu artigos e poesias na imprensa, vários deles assinados, mas a maioria sem assinatura, em virtude do anonimato que muita vez predominava nesse meio. Entre 1857 e 1859, exerceu o cargo de diretor da Tipografia Nacional, e foi ali que fez amizade com Machado de Assis. Parece ter passado por grandes apuros materiais. Formado em medicina, com tese defendida em 1855, jamais praticou esse ofício. O valor de sua obra só foi efetivamente reconhecido no século XX, sobretudo a partir do Movimento Modernista, deflagrado em 1922.

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