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Mefistófeles eBook

Literatura

by Eça de Queiroz
language: brazilian portuguese
Publisher: Pop Stories, October of 2022 ‧
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Na crônica "Mefistófeles", presente no livro "Prosas bárbaras", Eça de Queirós parte da ópera "Fausto", de Charles Gounod, inspirada na obra de Goethe, para refletir com ironia afiada sobre a figura do diabo. Em vez de tratá-lo como entidade distante ou puramente maligna, o autor o aproxima do cotidiano humano, revelando semelhanças perturbadoras como vaidade, astúcia, sedução e conveniência. O resultado é uma análise perspicaz e provocadora, que diz tanto sobre o personagem quanto sobre a própria natureza humana.

Mefistófeles

Literatura

by Eça de Queiroz

Property Description
ISBN: 9786554112697
Publisher: Pop Stories
Release Date: October of 2022
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 13
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Collection: Minipops
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
eBooks in Portuguese > Fiction > Short stories
EAN: 9786554112697
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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