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Idade Média Iv eBook

by Umberto Eco
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Publisher: Dom Quixote, September of 2015 ‧
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E o cair do pano da epoca a que chamamos Idade Media, longa de quase mil anos. E uma epoca iluminada de vitrais e manuscritos, resplandecente de iluminuras, das texturas e as cores dos tecidos italianos e da Flandres que viajam por mar e por terra, pondo em contacto o Norte e o Sul da Europa, e que atravessam tambem novos mundos, proporcionando toda a sua variada multiplicidade. Novas vis?es habitam a cidade, mas tambem a intimidade dos estudios dos homens e mulheres mais brilhantes da epoca, inspirando as suas investigac?es e alimentando-as com a promessa de conseguirem novos possiveis; e gracas a poderosa imaginac?o e habilidade dos artistas, arquitetos das artes e do pensamento, prontos para definirem as utopias do presente, tracam-se cupulas e palacios, novas construc?es publicas, os modelos administrativos e economicos v?o-se renovando e delineando.

Idade Média Iv

by Umberto Eco

Property Description
ISBN: 9789722058568
Publisher: Dom Quixote
Release Date: September of 2015
Language: Portuguese
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > History > History of the Middle Ages
EAN: 9789722058568
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Idade Média

Isabel Maria Antunes Pinto da Fonseca Santana

Excelente abordagem deste período da história, em que aborda as explorações, comércio e Utopias. Os cronogramas estão muito bem apresentados, com muito detalhe. As observações colocadas ao longo do livro são importantíssimas, para compreender as ideias mais importantes.

Maravilhoso ¿

Davide Correia

Sem dúvida, uma ótima escolha para quem se interessa pela história da Idade Média. Só mesmo uma organização (perfeita) do mestre Eco.

Épico

Miguel da Costa

Um a obra grandiosa sobre um período fulcral da história da humanidade. Só lendo. Recomendo vivamente.

ABOUT THE AUTHOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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