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El Contrato Social - Rousseau eBook

by Jean-Jacques Rousseau
language: brazilian portuguese
Publisher: Lebooks Editora, October of 2024 ‧
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El contrato social de Jean-Jacques Rousseau es una obra fundamental en el pensamiento político moderno que explora las bases del orden político y la legitimidad del poder. Rousseau desafía la idea de que la autoridad política deriva de un derecho divino o de la fuerza, y en su lugar propone que la soberanía reside en el pueblo. La obra examina cómo los individuos, al unirse en una sociedad civil, acuerdan un "contrato" por el cual ceden parte de su libertad natural para obtener la libertad civil y moral dentro de un marco legal justo. Rousseau argumenta que este contrato social es la única fuente legítima de autoridad política, y que cualquier gobierno que no respete la voluntad general del pueblo es ilegítimo. El autor subraya la importancia de la igualdad entre los ciudadanos y advierte contra los peligros de las desigualdades económicas y políticas, que pueden corromper la sociedad y erosionar la libertad individual. Desde su publicación, El contrato social ha influido profundamente en movimientos revolucionarios y ha sido objeto de numerosas interpretaciones y debates. La obra continúa siendo relevante por su visión de la democracia, la soberanía popular y la crítica al poder concentrado. Su enfoque en la participación ciudadana y la necesidad de leyes que reflejen la voluntad general sigue resonando en discusiones sobre la justicia social y los derechos civiles en la actualidad.

El Contrato Social - Rousseau

by Jean-Jacques Rousseau

Property Description
ISBN: 9786558946601
Publisher: Lebooks Editora
Release Date: October of 2024
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 100
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Biographies
eBooks in Portuguese > Social Sciences and Humanities > Philosophy
EAN: 9786558946601
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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