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Eighteenth Brumaire Of Louis Bonaparte eBook

by Karl Marx
Book eBook
language: english
Publisher: Neeland Media LLC, February of 2012 ‧
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Karl Heinrich Marx (1818-1883) was a famous German philosopher, political economist and theorist, historian and revolutionary whose ideas laid the foundation of twentieth century communism and socialism. Most noted for his work "The Communist Manifesto", Marx''s materialist analyses of the bourgeois capitalist society initiated a revolution that has had profound effects on the development of human civilization. The basic philosophical assumptions of Marx''s approach, despite some of the later ideological and at times quasi-religious adaptations of his thought, are based upon fundamental notions of the European Enlightenment; human reason can successfully alleviate the problems of life. Marx published "The Eighteenth Brumaire of Louis Bonaparte" in 1852. The "Eighteenth Brumaire" refers to November 9, 1799 in the French Revolutionary Calendar—the day Napoleon Bonaparte made himself dictator. In this piece, Marx traces how the clash of different public interests manifest themselves in the complex net of political struggles, and in particular the contradictory relationships between the external form of a struggle and its real social content.

Eighteenth Brumaire Of Louis Bonaparte

by Karl Marx

Property Description
ISBN: 9781596741201
Publisher: Neeland Media LLC
Release Date: February of 2012
Language: English
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in English > Fiction > Biographies
EAN: 9781596741201
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

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Karl Marx

Filósofo alemão nascido em Trèves (Renânia) em 1818. Acerca dele se afirmou: «No século dezanove foi o pensador que teve, de longe, a influência mais direta, deliberada e poderosa sobre a Humanidade» (Isaiah Berlin). Sensível aos problemas sociais da época, foi influenciado pelas doutrinas do socialismo utópico de Saint-Simon, Charles Fourier e Robert Owen e pelas teorias da economia política de Adam Smith e David Ricardo, que tentou superar.
O pensamento de Marx define-se essencialmente em oposição ao idealismo hegeliano, embora dele retome a conceção dinâmica da realidade e os princípios da dialética, reinterpretando-os à luz de uma conceção materialista. A crítica fundamental que faz a Hegel é a de que este apenas se apercebeu do desenvolvimento espiritual abstrato, quando a ideia não é mais que «a matéria, trasladada e transformada na cabeça do homem», provocando, simultaneamente, uma inflexão no agir filosófico, afastando-o do domínio puramente teorético para o inserir na esfera da intervenção prática - «até ao presente, os filósofos só se têm preocupado com a interpretação do mundo segundo várias óticas. Todavia, o problema está em ser capaz de o transformar».

Recusando a transposição hegeliana do facto empírico para o plano metafísico, defende que não é a consciência do homem que determina o seu ser, mas o seu ser social que determina a consciência. É a partir dessa premissa que Marx constitui o sistema do materialismo histórico, segundo o qual os processos económicos estão na base de toda a evolução da humanidade, considerando todas as restantes manifestações socioculturais como meras superestruturas ideológicas, estritamente determinadas pelas relações de produção vigentes.
A história das sociedades é encarada como um longo processo dialético em que as classes oprimidas, vítimas de relações de produção desiguais, se revoltam contra as classes dominantes, instaurando uma nova ordem económica. A luta de classes percorre, portanto, todo o devir da humanidade, desde a antiguidade (sociedade esclavagista em que se opõe ao homem livre o escravo), passando pela sociedade feudal (oposição entre suserano e servo), até à sociedade capitalista, na qual a revolução do proletariado, através da abolição da propriedade privada e da coletivização dos meios de produção, suprimirá todos os antagonismos, instaurando o comunismo e a sociedade sem classes.

Marx debruçou-se em particular sobre a formação e a essência do capitalismo considerando que este se fundamenta numa apropriação indevida da mais-valia gerada pelo trabalho numa lógica de acumulação e concentração de riqueza que deixa completamente de lado a função social do trabalho e reduz o proletariado a um estado de alienação em que o trabalho deixa de ser um fator de realização pessoal. A religião, que classifica como «ópio do povo», associa-se a esse processo de alienação, prometendo aos proletários uma satisfação extramundana em troca da sua submissão à ordem estabelecida.
Marx morreu em Berlim em 1883. O seu sistema, desenvolvido em grande parte em colaboração com Friedrich Engels (1820-1895) e imbuído de objetivos sociais reformistas e emancipadores, marcou decisivamente toda a filosofia política contemporânea.

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